Hoje foi preciso acordar cedo e consegui fazer isso antes do despertador. Nosso check-out era as 10h e não conseguimos arrumar muitas coisas ontem. Antes de começar, dei uma passada no super para comprar algumas coisas para o café.
Chegando em casa, Grazi já estava de pé, fiz o café e a Tati já se levantou também e em seguida veio a Antoninha.
Começamos a arrumar as coisas e fiquei pensando se tudo isso ia caber dentro do carro com duas pessoas extras e duas malas a mais. Parece que as coisas se multiplicam. Desci algumas vezes para conseguir levar tudo para o carro, depois tirei tudo de dentro do porta malas para recolocar de uma forma organizada.
No fim coube tudo, tivemos que ir um pouco apertado, mas eram só 50km então não tinha muito problema de ir desconfortável.
Descidimos antes de iniciar nossa descida as 10h30, conhecer o Convento da Penha, em Vila Velha. Recebemos essa indicação do casal que conhecemos na praia e com isso estariamos próximos de Vitória, para deixar a Tati e a Antonia no aeroporto.
Este convento e muito bonito, fica no meio da mata e é gigante. Subimos até a igreja, que fica no pico na montanha. Muitas pessoas sobem a pé, que é relativamente longe. Nós viemos de carro quase até em cima, só restou subir 108 degraus. Lá de cima, dá para enxergar o Porto de Vila Velha e a Fabrica da Garoto.
Tinha algumas coisas para ver no caminho, o Vini escreveu um agradecimento e colocou na urna. Depois de visitarmos tudo, voltamos para o carro e fomos embora. Já era hora do almoço, a Grazi procurou um restaurente para nós na beira da praia.
Era o Atlântico, um tradicional restaurante com mais de 50 anos e lá consegui provar a famosa moqueca capixaba. Na verdade não achei nada demais, tinha muito coentro, então só senti o gosto disso. As crianças comeram um prato kids e uns pedaços do peixe da moqueca.
No lado do restaurante tinha uma sorveteria, pegamos a sobremesa lá e partimos para o aeroporto. Apesar da pouca distancia, levamos mais meia hora até lá.
Deixamos as gurias lá e pegamos já a BR101 em direção ao sul. Fizamos uma parada para abastecimento, lanchinho e banheiro. O estranho é que a velocidade máxima neste trecho inicial da BR é de 60km/h, por isso que tudo demora.
A ideia inicial era dormir em Volta Redonda, no RJ, mas até lá, estava dando 8h de viagem, chegando depois da mria noite. Na estrada tinha algumas obras que estavam deixando tudo parado, o Waze nos indicou duas rotas alternativas em momentos diferentes, foi dificil escolher, mas no fim fomos por ele. Essas rotas eram por fora da BR, usando estradas estaduais, simples e mal cuidadas.
Alguns quilometros na frente, tinha outra obra com outro desvio, seguimos por ele também. Não tinhamos muita escolha, já que em quase todo o caminho não tinha sinal de celular para pesquisar rotas alternativas.
A outra dificuldade depois que escureceu foi a chuva, e com isso os tranca rua. Tinham poucos pontos de ultrapassagem no caminho e a estrada com muitos buracos. Como estava levando mais tempo que o normal, decidimos escolher um hotel nos próximos quilometros, só queria que fosse uma cidade não muito pequena, para ter opções de hoteis e de restaurante.
Paramos em Santo Antônio de Pádua, numa primeira olhada, uma cidadezinha bem pequena no meio do nada mas tinha um hotel que chamou a atenção, que se intitulava Hotel Resort. Este mesmo hotel tinha no centro, com a chamada de “janta grátis”. Muito desconfiados, fomos pesquisar e descobrimos que era um hotel novinho, ainda em construção. O valor era mais caro que os outros, mas por ser novinho, valia a pena. Reservamos por WhatsApp e viemos.
No hotel não tinha restauurante, então preferimos jantar na cidade antes de vir, já que ele ficava bem afastado do centro. Bem na entrada da cidade tinha um restauerante chamado Na Parrilla, com uma cara bem bonita e moderna, paramos lá.
Para nossa surpresa, tinha um cardápio digno de restaurante estrelado, com muitas opções interessantes e com preço super barato. Pedimos uma salada de folhas verdes com presunto cru e lascas de parmesão e um filé mignon com fritas que estava no ponto. Ainda tinha uma carta de vinhos bem razoável.
Depois seguimos para o nosso hotel, que mesmo no escuro era lindo, tudo novinho. Segundo o recepcionista, o dono construiu esse hotel para receber os amigos da maçonaria e fazer eventos. O Quarto parece nunca ter sido habitado, estava até com as colas de novo. O banho era bom e o quarto bem espaçoso. A única reclamação da Isis é que o frigobar estava vazio.
Deitamos para dormir mas não foi muito fácil, o Vini ficou no celular e não deixava ninguem dormir, lá pelas uma da manhã a Grazi mandou ele desligar.