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Fez toda diferença dormir bem esta noite. Tanto o quarto como a cama parecem que nunca foram usados, até estranhei o colchão, durinho e sem cheiro. Levantei as 7h25 e fui tomar café por primeiro.

Aproveitei também para dar uma olhada nos trabalhos e encaminhar algumas tarefas. O café da manhã era meio diferente, tinha uns 10 tipos de bolos, 10 tipos de pães e poucas opções de recheio, mas tudo que tinha era bom. Como o dono é maçom, provavelmente algum irmão tem confeitaria.

Depois do meu café, fui no quarto para liberar a Grazi para ir, aproveitei e já acordei as crianças e fomos todos juntos, eu comi mais umas frutinhas.

Agora de dia deu para ver o hotel, que é bem grande e tem uma piscina enorme nos fundos, mas não tem nada para os lados, parece uma zona rural. Até o tempo que estava feio ontem abriu um sol por aqui.

Juntamos nossas coisas, que agora são poucas, e pegamos a estrada. Quando estávamos no portão de saída, o hotel ligou dizendo que esquecemos nossos travesseiros lá. Voltamos e pegamos.

Levamos um tempo para conseguir sair da cidade, que alias, é bem grande. Rodamos uns 100km antes de abastecer, passamos duas vezes pelo estado de Minas Gerais neste caminho.

Perto das 13h paramos para almoçar em Três Rios, uma cidade que cogitamos dormir no nosso roteiro. A Grazi encontrou um restaurante com carne que parecia um Outback, com mesmo tipo de comida. Almoçamos bem e seguimos viagem abaixo de uma chuvarada.

Perto das 16h passamos por Volta Redonda, no RJ, esta seria nossa primeira parada se não tivessemos mudado nosso roteiro inicial.

Em algum momento pegamos a Via Dutra, aí a viagem começou a render, lá a velocidade máxima permitida era 120km/h e eu estiquei um pouco mais para recuperar o tempo perdido nas estradas anteriores.

Dessa vez paramos menos vezes no caminho, uma para abastecer, uma para banheiro e outra para um lanche/janta. Ainda pegamos muita chuva na estrada, já em São Paulo, caiu um toró muito forte, praticamente não dava para ver nada.

Chegamos para dormir na praia de Peruípe, litoral de São Paulo, hoje rodamos 752km em 13h.

 

Hoje foi preciso acordar cedo e consegui fazer isso antes do despertador. Nosso check-out era as 10h e não conseguimos arrumar muitas coisas ontem. Antes de começar, dei uma passada no super para comprar algumas coisas para o café.

Chegando em casa,  Grazi já estava de pé, fiz o café e a Tati já se levantou também e em seguida veio a Antoninha.

Começamos a arrumar as coisas e fiquei pensando se tudo isso ia caber dentro do carro com duas pessoas extras e duas malas a mais. Parece que as coisas se multiplicam. Desci algumas vezes para conseguir levar tudo para o carro, depois tirei tudo de dentro do porta malas para recolocar de uma forma organizada.

No fim coube tudo, tivemos que ir um pouco apertado, mas eram só 50km então não tinha muito problema de ir desconfortável.

Descidimos antes de iniciar nossa descida as 10h30, conhecer o Convento da Penha, em Vila Velha. Recebemos essa indicação do casal que conhecemos na praia e com isso estariamos próximos de Vitória, para deixar a Tati e a Antonia no aeroporto.

Este convento e muito bonito, fica no meio da mata e é gigante. Subimos até a igreja, que fica no pico na montanha. Muitas pessoas sobem a pé, que é relativamente longe. Nós viemos de carro quase até em cima, só restou subir 108 degraus. Lá de cima, dá para enxergar o Porto de Vila Velha e a Fabrica da Garoto.

Tinha algumas coisas para ver no caminho, o Vini escreveu um agradecimento e colocou na urna. Depois de visitarmos tudo, voltamos para o carro e fomos embora. Já era hora do almoço, a Grazi procurou um restaurente para nós na beira da praia.

Era o Atlântico, um tradicional restaurante com mais de 50 anos e lá consegui provar a famosa moqueca capixaba. Na verdade não achei nada demais, tinha muito coentro, então só senti o gosto disso. As crianças comeram um prato kids e uns pedaços do peixe da moqueca.

No lado do restaurante tinha uma sorveteria, pegamos a sobremesa lá e partimos para o aeroporto. Apesar da pouca distancia, levamos mais meia hora até lá.

Deixamos as gurias lá e pegamos já a BR101 em direção ao sul. Fizamos uma parada para abastecimento, lanchinho e banheiro. O estranho é que a velocidade máxima neste trecho inicial da BR é de 60km/h, por isso que tudo demora.

A ideia inicial era dormir em Volta Redonda, no RJ, mas até lá, estava dando 8h de viagem, chegando depois da mria noite. Na estrada tinha algumas obras que estavam deixando tudo parado, o Waze nos indicou duas rotas alternativas em momentos diferentes, foi dificil escolher, mas no fim fomos por ele. Essas rotas eram por fora da BR, usando estradas estaduais, simples e mal cuidadas.

Alguns quilometros na frente, tinha outra obra com outro desvio, seguimos por ele também. Não tinhamos muita escolha, já que em quase todo o caminho não tinha sinal de celular para pesquisar rotas alternativas.

A outra dificuldade depois que escureceu foi a chuva, e com isso os tranca rua. Tinham poucos pontos de ultrapassagem no caminho e a estrada com muitos buracos. Como estava levando mais tempo que o normal, decidimos escolher um hotel nos próximos quilometros, só queria que fosse uma cidade não muito pequena, para ter opções de hoteis e de restaurante.

Paramos em Santo Antônio de Pádua, numa primeira olhada, uma cidadezinha bem pequena no meio do nada mas tinha um hotel que chamou a atenção, que se intitulava Hotel Resort. Este mesmo hotel tinha no centro, com a chamada de “janta grátis”. Muito desconfiados, fomos pesquisar e descobrimos que era um hotel novinho, ainda em construção. O valor era mais caro que os outros, mas por ser novinho, valia a pena. Reservamos por WhatsApp e viemos.

No hotel não tinha restauurante, então preferimos jantar na cidade antes de vir, já que ele ficava bem afastado do centro. Bem na entrada da cidade tinha um restauerante chamado Na Parrilla, com uma cara bem bonita e moderna, paramos lá.

Para nossa surpresa, tinha um cardápio digno de restaurante estrelado, com muitas opções interessantes e com preço super barato. Pedimos uma salada de folhas verdes com presunto cru e lascas de parmesão e um filé mignon com fritas que estava no ponto. Ainda tinha uma carta de vinhos bem razoável.

Depois seguimos para o nosso hotel, que mesmo no escuro era lindo, tudo novinho. Segundo o recepcionista, o dono construiu esse hotel para receber os amigos da maçonaria e fazer eventos. O Quarto parece nunca ter sido habitado, estava até com as colas de novo. O banho era bom e o quarto bem espaçoso. A única reclamação da Isis é que o frigobar estava vazio.

Deitamos para dormir mas não foi muito fácil, o Vini ficou  no celular e não deixava ninguem dormir, lá pelas uma da manhã a Grazi mandou ele desligar.

Hoje acordei as 7h e não consegui mais dormir, até tentei, mas não rolou. Aproveitei para ficar no computsdor e depois preparei o café. Não faço antes para não esfriar para os outros.

Como era nosso último dia de praia, fui acordar as crianças para ir na praia. Como não gostam de comer assim que acordam, fiz algumas bignaguinhas com nutella para comerem durante o caminho mas no fim comeram tudo antes de sair de casa.

Nossa primeira parada era na Praia do Ermitão, que pelos vídeos é muito bonita porem tem uma trilha de 1km para chegar lá. No meu caso, o problema foi estar sem chinelos. No inicio foi tranquilo mas quando vinha uma parte sem sombras queimava forte os pés. No meio do caminho a Grazi me enprestou um chinelo dela e foi menos ruim caminhar.

A Isis acabou caindo e raspando o mesmo joelho que já estava machucado. Teve que vir no colo da Grazi o caminho todo. Encontramos uns macaquinhos na trilha, estavam comendo banana. As crianças quiseram fotos com eles.

Lá na praia só tinha um quisque e a praia. O sol estava forte e a gente sem guarda-sol, mas como a ideia era só conhecer e depois partir para a próxima praia nem nos alongamos muito. Fizemos a trilha morro acima agora, parece que o chão estava mais quente ainda.

Já tinha passado da hora do almoço e a gente tinha duas alternativas, comer nos quiosques da praia do morro ou almoçar em casa, pelas crianças, ganhou almoçar em casa (já tinha tudo pronto).

Depois do almoço, a Antonia queria ir na praia da Areia Preta, que fica aqui do lado de casa. Fomos de carro para facilitar as tralhas e acabei conseguindo uma vaga bem na frente da praia.

A praia estava lotada, conseguimos um buraquinho que só cabia nós, e lá ficamos. As ondas estavam bem fortes hoje, algumas vinham até as nossas cadeiras.

A Isis esqueceu do machucado e foi brincar com a Antonia e o Vini ficou procurando alguns parceiros de altinha. Ainda entrou no mar varias vezes e no final do dia queria ir embora para jogar no celular. Deu tempo para fumar um charuto e tomar o negroni que a gente levou.

Quando estavamos indo embora, comecou uma chuva fraca que depois se transformou numa chuvarada. Estava rolando um ensaio de algum bloco de carnaval ali na praia, acredito que com a chuva o pessoal foi embora.

Ao chegar em casa com a Isis, na hora de entrar no elevador e a chave acabou caindo no único vão que tem entre o elevador e a garagem. Minha sorte que a porteira era despachada e já mandou o elevador pra cima e abriu a porta o manual, eu desci e recuperei a chave.

As crianças já tinham tomado banho, eu e a Grazi aproveitamos a Tati e fomos jantar fora para comemorar o nosso dia 1. Antes de ir, peguei uma pizza pra eles na Dominos que tinha do lado do apartamento.

A sugestão inicial era comer uma moqueca capixaba, mas a Grazi tinha visto um sushi hoje na volta da trilha e não conseguiu tirar da cabeça. O restaurante era o Carpas – Sushi e Drinks, pelo google era bem avaliado e estava bem ok, longe do que fomos em Búzios, mas estava bom.

Na saída ainda estava chovendo bastante, ao chegar em casa, ainda arrumamos algumas malas e fomos dormir. Deixamos o Vini sem carregador, então poderia jogar até acabar a bateria.

Hoje dormi sem desperador e acordei as 9h da manhã. Na verdade acordei algumas vezes antes mas levantei efetivamente este horário.

Preparei ovos mexidos para todos e depois fiquei um pouco no computador até o pessoal começar a se mexer. Nosso programa de hoje era conhecer alguma praia. A praia que tínhamos pensado inicialmente não tinha nenhuma infra estrutura, então trocamos por outra que pesquisamos na internet.

A praia ficava ao sul de onde estamos e se chama Praia de Bacutia, em Nova Guarapari. É bem perto daqui, uns 10km só. A região é cheia de empreendimentos de alto padrão e a praia é numa baía pequena.

Como é final de semana, estava bem cheia, não foi muito fácil achar um lugar ao sol. Ao lado do nosso guarda-sol, conhecemos um casal capixaba e ficamos a tarde toda batendo papo. Algum momento a Isis queria fazer o número 2 e a mulher fez questão de levar ela e a Grazi no apartamento para usar o banheiro.

Tomamos muitas caipirinhas e comemos um monte de coisas dos ambulantes. A água também é fria, mas as crianças não se incomodam muito com isso. Fui com a Isis e a Antônia passear nas pedras que tinha no final da praia, dizem que tem tartarugas nesta parte da praia, mas não vimos nenhuma. Na volta deste passeio, acabei arrebentando meu xinelo e a Isis caiu e ralou o joelho.

Em vários momentos as crianças queriam ir embora e no mesmo tempo, queriam ficar brincando. Apesar da água gelada, entraram no mar igual, até eu tive que entrar para usar o banheiro.

O Vini fez um castelo bem grande na beira da praia e a Antônia ficou andando de prancha com a Tati puxando ela.

Lá pelas cinco da tarde decidimos ir embora, já estavam fechando os quiosques também. Trouxe o carro para mais perto para não precisar carregar tudo para muito longe.

Chegando em casa, fui com as crianças na praia da areia preta pois queriam pegar um pouco da areia preta para levar embora. enquanto as meninas pegavam, o Vini achou um casal que estava jogando altinha e jogou junto. Ainda tomou banho de mar com eles depois.

Voltamos pra casa com muitas garrafinhas de areia, querem levar de recordação.

Ainda fui no super depois comprar algumas coisas que faltavam para a nosso jantar, fizemos um arroz de linguiça com o que sobrou do recheio do feijão, acompanhado por filés, feijão e salada, estava bem bom.

Abrimos uma garrafa de vinho para acompanhar o jantar, depois as crianças foram brincar enquanto os outros foram descansar.

Definitivamente, sem blackout não consigo dormir muito. Como hoje era dia útil, não foi tão ruim acordar cedo, saí da cama as 7h30 e fui fazer o café.

O Vini, que dormiu na sala, acordou depois das 9h mesmo com o barulho, calor e a claridade, acho que estava cansado. A Isis, que dormiu junto com ele acordou e foi para a nossa cama as 3h30.

Nossa programação de hoje era ir no maior parque aquatico do Espírito Santo. Fica a menos de 30km daqui e o acesso é pela BR101, bem fácil.

Chegando lá, consegui um estacionamento bem na porta e também meio ingresso para todos. Logo na entrada, tinham duas piscinas, o Vini já gostou da primeira que entrou e não queria sair. Com muita insistencia, aceitou a conhecer o resto do parque.

Ao passar por um túnel, deu acesso a outras piscina e aos tobogãs mais radicais. O parque era muito grande. O Vini foi logo descendo um mega escorregador, e foi mais umas vezes ainda.

Descobrimos que tinha mais piscinas para outro lado e lá achamos uma piscina de ondas e acabamos ficando por lá. Pedimos umas caipirinhas e comida. Até que as coisas eram baratas no parque, isso é um milagre.

Depois do almoço, o Vini, Isis e Antônia voltaram para a piscina, de tempos em tempos ligavam as ondas, ficava mais divertido. Teve também uma recração dentro da piscina, com dança e música. A Isis ficou dançando o tempo todo.

Passamos a tarde na piscina, as vezes davamos uma volta nas outras piscinas. O Vini e a Antônia ficaram numa que era uma quadra de volei aquático.

Quase no final ho horário, fomos todos para a parte dos tobogãs e descemos todos nós juntos no mega escorregados, a Isis adorou. Ainda descemos mais umas vezes em outro tobogã, o Vini não podia ir em alguns que a altura minima era 1,40.

Ficamos até fechar o parque, nos arrumamos antes de sair e fomos embora. Antes de chegar em casa, passamos numa padaria para comprar algumas coisas para comer e nos liberar da janta. Depois deixei todos em casa e fui no super pegar algumas coisas que estavam faltando. Até aproveitei uma promoção de vinhos que tinha lá.

Foi bom estar cedo em casa, tomamos um café e as crianças comeram miojo. Ficamos pela sala fazendo coisas aleatórias já que ninguem estava pilhado para tomar banho.

Quando não dava mais para enrolar, o pessoal foi para o banho. Depois a Isis e a Antônia foram brincar de massinha enquanto o Vini jogava no Nintendo.

Fomos dormir cedo, amanhã vamos conhecer outra praia.

Hoje tive que acordar cedo de novo, tinha mais uma renovação de certificado e a Grazi acabou acordando junto, pois tinha marcado para fazer as unhas aqui perto.

Combinamos de inverter o dia hoje, para ficar de manha em casa e ir na praia na parte da tarde. Então deu para trabalhar bastante, fiz um feijão de almoço com salada e filé.

Pós almoço, nos arrumamos para ir na praia. Ao sair do prédio, estava ventando bastante e chegando na praia, a ventania era muito maior, mas ficamos igual. O guarda-sol não deu para abrir.

Mesmo com muito vento, as croança entraram na água e segundo elas, não estava frio. A Grazi ficou tomando banho de sol, a Tati lendo e eu no celular e de olho nas crianças.

O Vini quis alugar um colchão para brincar no mar, o problema era o vento mais forte que ele. Não conseguiu ficar nem 5 minutos e saiu voando. O colchão foi parar lá na outra praia, não sei se não furou neste momento. Acabamos devolvendo e podendo usar de crédito outro dia.

Depois ele foi andar de skimboard com o mesmo amigo de ontem. Subiu umas vinte vezes, e caiu vários tombos mas estava gostando. A Antonia e a Isis ficaram no mar, em algum momento as crianças ficaram com frio e levantamos nosso acampamento.

Chegando em casa, a Grazi foi dormir e a gente foi dar uma volta de carro. Fomos conhecer a Igreja da Matriz, de 1585 e próximo a ela, tem a outra igreja, mas estava estava só as ruinas. De lá fomos conhecer a orla da Praia do Morro, que é bem maior e mais movimentada que aqui. Ainda decidimos ir para o outro lado, tinha visto um bar bem badalado no tiktok que tinha cerveja, drinks e música ao vivo mas chegando lá, não tinha nada e era na entrada de uma favela. Nem paramos e fomos embora pra casa.

Voltamos cedo até, esquentamos a janta das crianças, a Isis ficou fazendo vários vídeos dela dançando. O Vini e a Antônia ficaram jogando no celular.

Hoje mudamos as camas aqui, trouxemos o colchão do Vini para a sala e colocamos a Isis para dormir junto com ele e nos dar uma folga.

Acordei cedo hoje, nosso quarto não tem blackout e isso não me deixou dormir. As 7h15 eu levantei e aproveitei para ir no super comprar as coisas que estavam faltando. Tinha um mercado aqui perto, não era muito grande mas tinha tudo que precisava.

Na volta tinha um agendamento para renovação do certificado digital, depois dessa tarefa, fiz café e acordei o pessoal. Enquanto eles acordavam, trabalhei mais um pouco.

No final da manhã chegamos na praia, fica aqui na rua de trás e estava bem cheia. Ficamos na Praia das Castanheiras e assim que chegamos, já pedimos algo para comer.

Não demos muita sorte com os pedidos, a caipira de moranho veio uma batida de morango, depois pedimos uma caipira de vodka e veio uma de cachaça e para fechar, o prato que pedimos veio errado. Para não me incomodar, fechei a conta neste quiosque e começamos com outro.

Nesta viagem, tenho achado as coisas mais baratas que no sul, aqui em Guarapari tenho achado mais barato ainda.

As crianças brincaram muito, na areia, no mar, numa boia e na prancha. Alguma hora o Vini queria ir pra casa e depois desistiu e não queria ir embora.

A água aqui é bem mais fria e apesar de achar que a água estava ficando mais quente com o passar das horas. Por volta das 15h fomos pra casa para nos arrumar. A Grazi queria fazer a unha e a gente já aproveitou para passear na volta.

Achamos uma feira de artesanato aqui perto mas estava bem falhado, poucas bancas e pessoas. Assistimos o ór do sol na beira da praia e depois seguimos caminhando, alguem indicou o Beco da Fome, que fica aqui perto também.

Pedimos um hambúrguer, espetinho e alguns chopps para acompanhar. As crianças ficaram só no celular.

Voltamos pra casa, a Grazi ficou com as crianças e eu fui com a Tati no super pegar algumas coisas parao almoço de amanhã. Também pegamos uns vinhos para tomar hoje a noite.

Já deixamos algumas coisas prontas para amanhã, depois fomos jogar um jogo que a Antonia trouxe de perguntas e respostas. Depois ainda brincaram de massinha e jantaram de novo (como se não tivesse comido nada).

Nossa ideia de ir dormir cedo não se concretizou.

Nosso último deslocamento antes de iniciar a volta. Até que não acordei cedo, acabei levantando as 8h30.

Depois de tomar café já comecei a juntar as coisas, estamos com um monte de roupa suja, deixamos só secando no varal. Já estou ficando craque em organizar no porta malas, parece que cada vez sobra mais espaço.

Antes de ir embora de Búzios, fomos conhecer a famosa Rua de Pedra e o calçadão de Brigitte Bardot. Nesta orla, onde tem uma estátua dela, ficam diversos restaurantes e hoteis chiques por aqui. Na verdade ela morou uns 4 meses aqui mas foi suficiente para a cidade ficar mundialmente conhecida.

Caminhamos um bom trecho da orla, o Vini estava meio azedo de fome, então paramos num desses restaurantes a beira mar para almoçar. O Restaurante era o Madame Bardot, nós pedimos um ceviche, salada ceaser e dois pratos kids para as crianças.

Ficamos um tempo por ali contemplando a natureza e tomando uma caipirinha enquanto as crianças ficavam no celular. Na saída caminhamos pela Rua das Pedras, paramos numa lojinha para comprar lembrancinhas de viagem e o meu copinho.

O sol estava forte, então fomos conhecer nossa última parada, que era a praia da ferradura, que dizem ser a mais famosa daqui. Lá tinha um serviço de praia bem grande, com muitos restaurantes.

A água não era tão quentinha quando em Angra, mas parece não ter incomodado as crianças. O Vini já queria entrar no mar mas era dia de viagem e não seroa bom ele viajar molhado.

Pegamos a estrada depois das 14h, tinhamos mais de 5h de estrada apesar da pouca quilometragem. O problema principal é que passa por dentro das cidades e alguns engarrafamentos.

Fizemos duas paradas para banheiro e lanchinho. Pegamos um acidente feio no caminho, o presunto estava no chão.

Chegamos em Guarapari as 21h15 e fomos direto jantar. Pelo rodízio, hoje a Isis que escolhia o tipo de comida, que foi pizza. Fomos na Kebabs Steak, que tinha pizza no cardápio também.

Nos fundos tinha uma área kids que as crianças ficaram brincando. Até estavam mais enpolgadas com isso do que com a pizza.

Chegamos no apartamento um pouco antes da Tati, descarregamos tudo e começamos a nos instalar. A parte ruim é que não tinha ar condicionado em todos os quartos como o anfritrião passou.

Dei uma volta de carro para procurar um supermercado mas segundo o porteiro, todos fecham as 22h. Encontrei uma loja de conveniencia para conseguir água pelo menos.

Acabamos indo dormir depois da uma da manhã.

Acabei acordando às 8h mesmo sem celular, estava preocupado em arrumar ele. Numa rápida pesquisa na internet, tinha uma opção aqui pertinho e outras nas cidades ao redor. Primeiro orcei numa loja de Cabo Frio, e era muito mais caro que em Porto Alegre na loja oficial, minha segunda opção era a loja aqui perto que para minha surpresa, era bem mais em conta.

Acabei fazendo umas coisas no computador antes de sair, tinha que entregar algumas coisas que estavam pendentes. Fui até a loja e acabei acertando o conserto do celular, era para ficar pronto às 16h30.

Como não havia mais nada para fazer, fui para casa e ao chegar, estavam todos deitados. Como era quase meio dia, o pessoal se agitou para almoçar.

Recebemos uma dica de lugar aqui da pousada mesmo, de um restaurante aqui na orla que serve frutos do mar. Ao chegar no lugar, era bem bonitinho e parecia ter comida boa. Pedimos uma moqueca de frutos do mar que estava excelente, as crianças foram de feijão, arroz, peixe e batata frita, o Vini comeu tudinho.

Como estávamos no lado da praia, fomos lá dar uma olhada. Estamos na praia da ferradurinha, uma pequena praia, cheia de pedras gigantes. A Grazi e as crianças ficaram ali esperando enquanto voltei na pousada para pegar as cadeiras e demais equipamentos de praia.

Nos instalamos no meio da praia, o Vini achou uns meninos para jogar altinha e a Isis achou um menino e foi brincar no mar. Eu e a Grazi ficamos embaixo do guarda-sol cuidando.

Caminhei para os lados, tirei umas fotos, fui com o Vini ver as tartarugas que tem num dos lados da praia. O Vini estava tentando pegar uns mini siris, mas eles eram rápidos demais.

Perto das 16h voltamos pra casa para nos arrumar e ir buscar o meu celular. Ao chegar lá, ainda não estava pronto para a minha angústia.

A Grazi tentou uma manicure na volta, mas estava tudo fechado já. Eu tinha esquecido a máquina fotográfica em casa, voltei para buscar.

Enquanto fazíamos hora para o telefone ficar pronto, passei no supermercado para comprar água e mais algumas coisas que faltam. Como ainda tínhamos tempo, passeamos pela avenida principal e visitamos um sushi para o jantar.

No fim, escolhemos o sushi perto da loja de celular, não pela localização, mas pelos reviews positivos da casa. Ao sentar na mesa a loja avisa que o celular ficou pronto. Fui a pé buscar, fiz alguns testes lá e parece tudo bem.

Voltando no restaurante pude jantar descasado, com a certeza que meu telefone estava vivo de novo. O menu degustação era excelente, digno dos melhores sushis de Porto Alegre. Provamos quase todo cardápio, era tudo muito bom.

O lugar também era lindo, era um complexo com vários restaurantes com mesas ao ar livre. Tinha além de sushi, pizzarias, parrilla e pizza. Quase na hora de ir embora, tinha música ao vivo, com um cara tocando saxofone.

Na saída que convidei o pessoal para dar uma passeada no centro, já que era bem cedo mas não toparam, queriam ir pra casa descansar.

Hoje acordamos tarde, já eram 9h passadas. Preparei o café e aos poucos fomos acordando as crianças, era nosso último dia em Angra e por milagre, tinha sol lá fora.

O problema é que precisavamos fazer nosso check-out e com isso arrumar todas as tralhas. Esse processo é bem demorado, até arrumar todos e guardar tudo, já era meio dia.

A parte boa de hoje é que conseguimos estacionar na beira da praia, na primeira vaga do mar. Com isso foi menos dolorosa nossa chega. A primeira coisa que fizemos, enquanto todos tinham energia ainda foi visitar a praia secreta, aquela que não conseguimos ir ontem.

Foi preciso subir mais da metade da trilha de volta para pegar o acesso a esta praia. O espaço é bem menor e com menos gente, tem praticamente poucos espaços com mar e o resto ocupado por pedras gigantes, é linda.

Aproveitamos para tirar várias fotos por ali e depois voltamos para a outra praia. As crianças estavm loucas para cair na água, mas é ruim caminhar todo molhado.

Nos instalamos lá no outro lado, na saída da água da usina, tinha uma pequena faixa de areia mas suficiente para as cadeiras. Ficamos ali, cuidando das crianças e tomando um negroni.

A Grazi aproveitou e entrou na água com as crianças, estavam empolgadíssimas catando pedras no mar. Em algum momento o tempo começou a fechar, mas isso não era problema.

O problema veio quando um temporal se armou, rapidamente a praia esvaziou. Ficaram só nós e alguns poucos turistas, que não tem a possibilidade de voltar a qualquer hora neste lugar. Fiquei um tempo com ascrianças no carro esperando a chuva passar, depois voltamos para a praia.

Enquanto aguardávamos, ficamos comendo um pastel no carro. Depois disso, colocamos as roupas de banho de novo e fomos pra praia.

Lá ficamos, um bom tempo dentro da água quentinha, estava chovendo um pouco mas parece que o mar ficava mais quentinho, até uma fumaça saia da água.

A Grazi queria muito tirar uma foto nossa em cima de uma pedra, no meio do mar com essa fumaça subindo, então peguei meu celular e fomos até lá. Quando chegamos, acabei me desiquilibrando e molhando o meu celular, com isso, ele parou de funcionar.

Como já era final da tarde, resolvemos pegar a estrada pois ainda tinhamos 5h30 de estrada até Armação de Búzios. Logo na saída paramos num posto para abastecer e nos arrumar. A estrada inicial era lenta ainda, cheia de curvas e  com chuva mas próximo a cidade do Rio de Janeiro começava as pistas mais rápidas.

Pegamos dois acidentes na Av. Brasil, com isso atrasou ainda mais nossa chegada. Depois da ponte Rio-Niteroi o transito andou melhor, não tinha prativcamente ninguem na estrada, só nós.

Chegando na região dos lagos já começou a ficar mais devagar o caminho, com muitas lombadas e pardais. Antes de ir para a pousada, passamos no McDonalds para pegar um lanche. Este Mc era muito demorado, acho que perdemos 30min no drive thrue.

Pouco antes da meio noite chegamos no nosso Airbnb, que por sinal, era muito ruim. Mas como era tarde, acabamos nos abancando.