Acabei acordando às 8h mesmo sem celular, estava preocupado em arrumar ele. Numa rápida pesquisa na internet, tinha uma opção aqui pertinho e outras nas cidades ao redor. Primeiro orcei numa loja de Cabo Frio, e era muito mais caro que em Porto Alegre na loja oficial, minha segunda opção era a loja aqui perto que para minha surpresa, era bem mais em conta.

Acabei fazendo umas coisas no computador antes de sair, tinha que entregar algumas coisas que estavam pendentes. Fui até a loja e acabei acertando o conserto do celular, era para ficar pronto às 16h30.

Como não havia mais nada para fazer, fui para casa e ao chegar, estavam todos deitados. Como era quase meio dia, o pessoal se agitou para almoçar.

Recebemos uma dica de lugar aqui da pousada mesmo, de um restaurante aqui na orla que serve frutos do mar. Ao chegar no lugar, era bem bonitinho e parecia ter comida boa. Pedimos uma moqueca de frutos do mar que estava excelente, as crianças foram de feijão, arroz, peixe e batata frita, o Vini comeu tudinho.

Como estávamos no lado da praia, fomos lá dar uma olhada. Estamos na praia da ferradurinha, uma pequena praia, cheia de pedras gigantes. A Grazi e as crianças ficaram ali esperando enquanto voltei na pousada para pegar as cadeiras e demais equipamentos de praia.

Nos instalamos no meio da praia, o Vini achou uns meninos para jogar altinha e a Isis achou um menino e foi brincar no mar. Eu e a Grazi ficamos embaixo do guarda-sol cuidando.

Caminhei para os lados, tirei umas fotos, fui com o Vini ver as tartarugas que tem num dos lados da praia. O Vini estava tentando pegar uns mini siris, mas eles eram rápidos demais.

Perto das 16h voltamos pra casa para nos arrumar e ir buscar o meu celular. Ao chegar lá, ainda não estava pronto para a minha angústia.

A Grazi tentou uma manicure na volta, mas estava tudo fechado já. Eu tinha esquecido a máquina fotográfica em casa, voltei para buscar.

Enquanto fazíamos hora para o telefone ficar pronto, passei no supermercado para comprar água e mais algumas coisas que faltam. Como ainda tínhamos tempo, passeamos pela avenida principal e visitamos um sushi para o jantar.

No fim, escolhemos o sushi perto da loja de celular, não pela localização, mas pelos reviews positivos da casa. Ao sentar na mesa a loja avisa que o celular ficou pronto. Fui a pé buscar, fiz alguns testes lá e parece tudo bem.

Voltando no restaurante pude jantar descasado, com a certeza que meu telefone estava vivo de novo. O menu degustação era excelente, digno dos melhores sushis de Porto Alegre. Provamos quase todo cardápio, era tudo muito bom.

O lugar também era lindo, era um complexo com vários restaurantes com mesas ao ar livre. Tinha além de sushi, pizzarias, parrilla e pizza. Quase na hora de ir embora, tinha música ao vivo, com um cara tocando saxofone.

Na saída que convidei o pessoal para dar uma passeada no centro, já que era bem cedo mas não toparam, queriam ir pra casa descansar.

Hoje acordamos tarde, já eram 9h passadas. Preparei o café e aos poucos fomos acordando as crianças, era nosso último dia em Angra e por milagre, tinha sol lá fora.

O problema é que precisavamos fazer nosso check-out e com isso arrumar todas as tralhas. Esse processo é bem demorado, até arrumar todos e guardar tudo, já era meio dia.

A parte boa de hoje é que conseguimos estacionar na beira da praia, na primeira vaga do mar. Com isso foi menos dolorosa nossa chega. A primeira coisa que fizemos, enquanto todos tinham energia ainda foi visitar a praia secreta, aquela que não conseguimos ir ontem.

Foi preciso subir mais da metade da trilha de volta para pegar o acesso a esta praia. O espaço é bem menor e com menos gente, tem praticamente poucos espaços com mar e o resto ocupado por pedras gigantes, é linda.

Aproveitamos para tirar várias fotos por ali e depois voltamos para a outra praia. As crianças estavm loucas para cair na água, mas é ruim caminhar todo molhado.

Nos instalamos lá no outro lado, na saída da água da usina, tinha uma pequena faixa de areia mas suficiente para as cadeiras. Ficamos ali, cuidando das crianças e tomando um negroni.

A Grazi aproveitou e entrou na água com as crianças, estavam empolgadíssimas catando pedras no mar. Em algum momento o tempo começou a fechar, mas isso não era problema.

O problema veio quando um temporal se armou, rapidamente a praia esvaziou. Ficaram só nós e alguns poucos turistas, que não tem a possibilidade de voltar a qualquer hora neste lugar. Fiquei um tempo com ascrianças no carro esperando a chuva passar, depois voltamos para a praia.

Enquanto aguardávamos, ficamos comendo um pastel no carro. Depois disso, colocamos as roupas de banho de novo e fomos pra praia.

Lá ficamos, um bom tempo dentro da água quentinha, estava chovendo um pouco mas parece que o mar ficava mais quentinho, até uma fumaça saia da água.

A Grazi queria muito tirar uma foto nossa em cima de uma pedra, no meio do mar com essa fumaça subindo, então peguei meu celular e fomos até lá. Quando chegamos, acabei me desiquilibrando e molhando o meu celular, com isso, ele parou de funcionar.

Como já era final da tarde, resolvemos pegar a estrada pois ainda tinhamos 5h30 de estrada até Armação de Búzios. Logo na saída paramos num posto para abastecer e nos arrumar. A estrada inicial era lenta ainda, cheia de curvas e  com chuva mas próximo a cidade do Rio de Janeiro começava as pistas mais rápidas.

Pegamos dois acidentes na Av. Brasil, com isso atrasou ainda mais nossa chegada. Depois da ponte Rio-Niteroi o transito andou melhor, não tinha prativcamente ninguem na estrada, só nós.

Chegando na região dos lagos já começou a ficar mais devagar o caminho, com muitas lombadas e pardais. Antes de ir para a pousada, passamos no McDonalds para pegar um lanche. Este Mc era muito demorado, acho que perdemos 30min no drive thrue.

Pouco antes da meio noite chegamos no nosso Airbnb, que por sinal, era muito ruim. Mas como era tarde, acabamos nos abancando.

Dia de acordar cedo de novo, levantei as 7h30 e fui para o café, levei um café na cama pra Grazi e voltei para ficar um pouco no computador. Despachei algumas coisas e ainda fiz o diário de viagem.

Segundo o dono da pousada, o tempo ia abrir hoje, pena que vamos seguir viagem. Juntamos nossas coisas, já arrumamos as crianças com roupa de praia e fomos embora.

Antes de sair de Ubatuba, passamos pela orla para conhecer um pouco, já que ontem estava escuro e com bastante chuva. Tem bastante coisa por lá, até uma roda gigante que dava para ver ontem a noite.

Pegamos a estrada em direção a Praia do Félix, que ficava uns 20 minutos de Ubatuba. No meio da estrada tinha uma entradinha para praia do Lúcio, que fica junto com a do Félix. Como se trata de uma propriedade privada, tivemos que pagar uma taxa de estacionamento, bem barato por sinal, e conseguimos estacionar bem na beira da praia.

Lá tinha toda uma infra estrutura de restaurante, serviço de praia, banheiros e outras comodidades mas nosso interesse era outro, a Ptraia das Conchas, que a entrada era por essa praia.

Fomos direto para o canto da praia, no meio das pedras onde começava a trilha que nos levaria até a praia. Como choveu bastante ontem, estava tudo embarrado e escorregadio. Mas como viemos para isso, seguimos pela trilha que leva uns 20 minutos.

Chegando lá, o lugar é bem bonito, mas pequeno. O chão é praticamente só de conchas quebradas e tinha umas piscinas naturais que se formaram no meio das pedras. Tiramos várias fotos por lá, o Vini não queria ir embora.

Na volta pela trilha, a Grazi acabou caindo um tombo e se sujando toda, mas nada de grave. Na saída, as crianças tomaram banho de mar, que estava muito bom.

Como tinhamos outra parada pelo caminho, juntamos as crianças e voltamos para a estrada. O próximo destino era uma cascata na beira da estrada.

A Cachoeira do Prumirim passava por baixo da estrada e seguia o curso no lado. Paramos o carro na rodovia mesmo e descemos para ver. Uma parte da cachoeira já da para ver da estrada mesmo, mas a parte que se toma banho era mais distante e precisava pegar uma pequena trilha, como estávamos mal estacionados, acabamos deixando de lado.

Seguimos para nosso próximo destino, cidade de Paraty. Tudo parece perto, mas tudo é demorado. Até lá, menos de 60km e fomos direto para a Poço do Tarzan, que fica na Estrada Real, a maior rota turistica do Brasil, com mais de 1600km passando por Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Paraty é um dos destinos finais do caminho antigo.

Por ser dentro da natureza, era uma avenura chegar lá, ainda mais com tudo embarrado. Depois de um caminho por barro e uma escada de troncos, chegamos numa ponte de madeira, onde só pode atrávessar duas pessoas por vez. Do outro lado, tinha um restaurante com música ao vivo, lugar onde íamos almoçar.

Como já tinha passado das 14h, o pessoal todo estavam com fome, até o Vini. Pedimos um prato com peixe frito com arroz e purê e um outro peixe com molho de camarão e batata frita, estavam excelentes.

Depois do nosso almoço, fomos para as cachoeiras. O Vini estava muito ansioso para descer no outro tobobã que tinha lá. Este era um pouco maior e mais radical, mas não arriscou descer sem colete.

A primeira descida não foi muito boa, foi trancando no caminho por ser muito leve. Na segunda, o pessoal desceu ele por outro lado, aí sim deslizou bastante. Desceu mais umas vezes ainda antes de cansar, depois ficamos esperando a Grazi que na verdade tinha ido para o estacionamento.

Pegamos o carro e fomos conhecer o centro histórico de Paraty, que fica do outro lado da rodovia. Lá conseguimos estacionar do lado do cais, bem próximo ao inicio do centro histórico. Lá tem mais de 350 anos desde o seu surgimento e o calçamento já mostra um pouco de como era no passado, para os carros, é muito ruim andar por lá.

Caminhamos pelas ruas, hoje com muitas lojas de grife e lojas de decoração. Tem também muitos restaurantes e cafés, aproveitamos para parar num e comer um bolo.

O Vini e a Isis queriam entrar e todas as lojas e com isso, o que era para ser uma voltinha rápida se levou um bom tempo. Eu comprei meu copinho para garantir e seguimos caminhando.

Algum momento começou a chover e decidimos voltar para o carro. Quando isso acoteceu, as pessoas que estaam caminhando sumiram, sei lá para onde foram. Pegamos um açaí para o Vini ir comendo, mas acabou quebrando a colher e não conseguiu comer.

Agora sim, partimos para nosso destino final do dia, antes, passamos no supermercado por lá acreditamos que seria difícil achar algo aberto e com variedade. Os últimos 60km do dia foram abaixo de chuva, e a estrada com muitas curvas. Levamos 1h para chegar no nosso flat.

O anfitrião nos mandou muitas fotos e dicas de como chegar, pois o lugar era bem escondido. Chegando lá, descarregamos o carro e nos instalamos. As crianças tomaram banho e depois jantamos, eles queriam miojo de janta.

Ficamos um pouco nos celulares e depois fomos dormir, amanhã será um dia cheio.

Hoje não tive muita escolha, tive que acordar cedo mesmo, acabei marcando umsa reunião para as 8h da manhã pois nossa ideia era sair cedinho. No fim o cliente apareceu só as 8h40 e terminamos a reunião as 9h15.

Enquanto fazia minha reunião, a Grazi ficou arrumando as malas e as crianças, quando terminei, já estava quase tudo pronto.

A parte ruim é que estava chovendo o tempo todo, então era ruim para fazer os passeios mas fomos igual, era o nosso roteiro. Nossa parada prncipal de hoje foi em Ilha Bela, uma ilha bem pertinho daqui, uns 30km porem leva quase 1h30 até lá por causa das estradas e também da travessia de balsa.

Chegando lá, a fila de carros estava gigantesca porem eu tinha fila preferencial que praticamente não tinha carros. Chegamos e entramos direto na balsa, nem esperamos.

A travessia leva uns 20 minutos, o Vini gostou da experiencia. Ficamos lá na frente olhando a movimentação.

A ilha é bem grande, tem 350km quadrados e tem de tudo. Nossa primeira parada foi no Engenho da Toca, um complexo produtor de cachaça que tem 4 cachoeiras dentro. Apesar da chuva, fomos igual e o Vini se divertiu muito num tobogã natural com correnteza da cachoeira, desceu umas 10 vezes. Depois passeamos pelas outras que tinha por lá.

A parte boa é que estava bem vazio, no acesso temos direito a repelente, colete salva-vidas, estacionamento e banheiros. O repelente era o mais importante de todos, quando fui colocar, já estava todo mordido e nem tinha sentido.

Saímos de lá e passamos no letreiro de Ilhabela, que por milagre, tinha uma infra estrutura para estacionar e uma vista para o continente.

Já eram duas da tarde, fomos procurar um restaurante para almoçar. A Grazi encontrou alguns, todos na beira do mar perto do centro. No fim ficamos com o Pimenta de Cheiro, lugar muito legal e com bastante opções de comida. Pedimos um filé de peixe com molho de catupiry e arroz para as crianças e nós uma burrata de entrada e um risoto de polvo, estava excelente.

Na saída fomos conhecer o centro histórico, tinha uma igreja famosa por lá. Aproveitei para comprar meu copinho e as crianças, souvenirs da igreja.

Ainda tomamos um café e comemos um bolinho numa confeitaria que tinha do lado.

Pegamos a estrada, com chuva, em direção a Ubatuba. Eram 90km mas levamos 2h30 para chegar lá. Além da chuva, a estrada é simples e cheia de curvas. Tinhamos dois pontos para parar, mas com a chuva e escurecendo, acabamos passando reto.

Chegamos na pousada perto das 20h, deixamos algumas coisas e saímos para jantar no centro. O Vini só queria comer sushi e o resto pizza. Procuramos algumas opções na volta, não queriamos algo muito elaborado.

No fim estacionamos o carro numa rua e saímos procurando, como estava chovendo, entramos na primeira que tinha lugar.

No fim todo mundo tinha azedado e eu já estava querendo ir embora. Como precisavamos jantar, ficamos esperando. Pelo menos a pizza era bem boa. A pizzaria era a Venezia, na orla de Ubatuba.

Depois deixei todos na pousada e fui comprar meu copinho. Achei bem fácil e perto, depois voltei e tentei fazer as crianças dormirem, mas foi bem difícil. O Vini madrugou no celular.

Acordei cedo sem querer, aí dormi mais um pouco e acordei pouco antes das 9h. Tinham nos informado que tinha uma padaria do lado da pousada mas nem aberta estava. Então decidi ir direto no mercado e já comprar algumas coisas que faltavam.

O mercado fica na quadra de trás, mas para chegar lá precisa dar uma volta maior. No caminho achei um atalho por dentro de uma pequena galeria de lojas.

Preparei uma torrada para as crianças e um pão com ovo, queijo e presunto pra Grazi.

Acabamos ficando no celular até perto do meio dia, então decidimos ir para a praia, mesmo com tempo meio fechado. Estava um pouco abafado mas sem sol.

Nossa primeira parada foi a Praia de Maresias, aqui pertinho, fomos a pé sem nada para carregar. Nos instalamos perto do salva vidas, o Vini entrou direto no mar junto com a Grazi. Este mar era bem agitado e forte, até na beira ele tinha ondas grandes, afinal, é uma praia para surfistas.

Como estava arriscado para as crianças, pegamos uma dica de outra praia aqui perto e mais calma. Passamos na pousada, pegamos o carro e fomos para a Praia de Santiago. Fica uns 20 minutos de Maresias e com difícil lugar para estacionar, acabei estacionando num cantinho da rua que não atrapalhava ninguém, mas não era permitido.

Dessa vez descemos as cadeiras, prancha e brinquedos de areia. O Vini foi surfar direto, nesta, as ondas ficaram mais atrás. A Isis ficou brincando na areia, depois fomos caminhar um pouco até as pedras, lá tiramos um monte de fotos.

Algum tempo depois, quando bateu a fome, procurei algum restaurante nesta praia, mas não tinha nada aberto, acabamos pegando o carro e indo para Toque Toque, quase do lado da praia que estávamos.

Lá achamos um bistrozinho com comida e principalmente feijão, que o Vini estava a fim de comer. Eu pedi uma caipirinha para acompanhar, comemos bem.

Na saída fomos conhecer uma cachoeira aqui perto mas chegamos nela por cima e não na parte de baixo. Tiramos umas fotos e fomos embora. Ainda fomos em outra cachoeira que tinha na beira da estrada, essa conseguimos chegar na parte de baixo. Em 2023 uma grande tempestade destruiu a cachoeira, mas a queda d’água continua.

Quase no final da tarde saímos atrás de um lugar para tomar um café e comer um docinho. A ideia inicial era fazer isso em Maresias mas no caminho o trânsito estava parado por causa de um acidente, então fomos para o outro lado na cidade de Barequeçaba. Lá tinha uma padaria mais simples, mas atendeu a necessidade.

Na volta o acidente já tinha se resolvido e chegamos em casa mais rápido. Na pousada, tomamos banho e nos arrumamos para dar uma volta no centro e lavar algumas roupas.

Deixamos uma máquina lavando e fomos passear numa rua cheia de lojinhas, a Isis entrava em todas as lojas e queria comprar tudo. Dizia que tinha dinheiro no carro e que era para eu buscar para ela. O Vini também estava se coçando para comprar qualquer coisa, no fim, resistiu.

A Grazi queria jantar ostras e encontrou num restaurante bem famoso por aqui, o Terral. Lá tinha ostras frescas porém fecham às 21h e neste horário ainda estaria lavando as roupas. No fim eu fiquei lá dentro esperando ela e assim conseguimos jantar.

Quando saímos, já estava tudo fechando, aqui as coisas terminam cedo. Fomos para a pousada, o Vini foi jogar com os amigos, a Grazi foi pesquisar o hotel da próxima parada e eu fiquei um pouco no computador.

A melhor opção seria sair bem cedo, eu acordei as 7h30 pois tinha que enviar duas propostas que estavam pendentes e fiz isso já tomando café. Depois levei café na cama pra Grazi e desci para fazer mais um pouco e ela ficou de me avisar quando estaria pronta para descer. No fim eu subi e ela estava dando banho nas crianças, eu ajudei para  conseguir pegar o café aberto ainda.

Por milagre, o Vini tomou café e comeu bem até. A Isis comeu pouquinho. Depois arrumei todas as coisas no carro, e pegamos a estrada.

Até lá, tinhamos 630km de estrada mas com tempo de 9h. Pouco depois da saída, o Vini começou a se sentir mal e em seguida vomitou bastante. Por sorte, conseguiu fazer dentro de uma sacolinha de supermercado.

Paramos num posto para se recuperar e acabou vomitando mais um pouco, depois tirou umaboa soneca e acordou melhor.

Pelo caminho, bastante obra. Pegamos um tombamento de caminhão que nos trancou por quase 1h. Quando liberou, tinha um monte de gente saqueando a mercadoria, que parecia ser garrafas de vinho Pérgola.

Fizemos uma parada para o Vini comer algo, neste lugar, a Isis gostou de um bichinho de pelúcia e sem querer ou não, arrancou a etiqueta. Tivemos que comprar.

No próximo trecho foi a vez da Isis dormir um pouco, dormiu quase 1h30 e só acordou porque fizemos mais uma parada para banheiro e a Grazi resolveu pegar um lanche que demoriou 30 minutos para ficar pronto. O pior é que dizia ser um Xis e no fim era um hambúrguer bem simples.

Pegamos bastante chuva nos últimos 200km. Esta estrada vai costeando o mar e em vários momentos, podemos enxergar a praia. Os últimos 100km levamos 2h, a estrada tinha muitas curvas e muita vegetação.

Chegamos em Maresias as 22h, o hotel é bem próximo do mar. Dei uma volta com a Isis para procurar água e  cerveja mas já estava quase tudo fechado. Achei uma adega aberta e consegui o que precisava.

Nos ajeitamos e fomos dormir. O Vini ainda ficou mais um tempo no celular.

Como parte do nosso cronograma, marcamos para o último dia em Floripa, uma ida ao Beto Carrero junto com as crianças, repetindo uma outra viagem que fizemos para o mesmo lugar uns anos atras.

A ideia inicial era sair bem cedo por causa do movimento em Itajaí mas acordamos as 7h15 e até arrumar tudo, já eram 9h30. Achamos que não tinha muita coisa para fazer, mas até acordar e arrumar todos, servir café, arrumar o carro perdemos bastante tempo.

Perto do meio dia ainda estavamos próximos de Balneário Camboriu e para as crianças não azerdarem, resolvemos fazer um lanche no Bobs. O que passamos por primeiro estava fechado, então fomos en outro num shopping próximo. A gente pegou McDonalds e a Mari do Bobs.

Comemos no carro mesmo e seguimos viagem, ainda levamos uma hora até o Beto Carrero. Chegando lá, nosso estacionamento estava com a data de amanhã, tivemos que cancelar e comprar de novo, mas foi jogo rápido.

Entrando no parque, começa a chover. A Mari comprou capa para alguns, a gente nem tentou, as crianças não iam usar aquilo.

Eu e o Marcelo ficamos com os guris e a Ana, e a Grazi e a Mari ficaram com as pequenas. Nosso primeiro brinquedo foi a Nerf Mania, que era um disco que andava para frente e para tras girando em rotações alternadas. Já foi o suficiente para eu ficar enjoado.

Na saída desse, fomos no Rebuliço, esse me acabou de vez. Fiquei muito enjoado, acho que só não vometei porque a Mari me deu um Ondif.

Caminhando pelo parque, paramos no Crazy River e já descemos lá. Me melhoei um pouco, não era a ideia. Meu passe preferencial agora só permite um acompanhante porem em quase todos consegui levar todos de uma vez só.

A próxima parada foi o show do Hot Wheels, achei que o Vini não ia curtir, pois já viu umas 2 ou 3 vezes mas me enganei, ficou empolgadíssimo. Quer ser piloto de manobras do Beto Carrero. Na saída queria pegar um autógrafo de algum piloto mas não achamos nenhum.

Saindo fomos na Fire Whip, essa eu consegui na hora do embarque colocaer só o marcelo e o Arthur, me livrei de uma montanha russa pelo menos. A Ana achou radical de mais pra ela.

Nos juntamos com as meninas, a Isis queria ir num brinquedo comigo, então levei ela na montanha russa do Tigor. Andamos lá com quase todos de uma vez, incluindo os meninos. Ainda deu tempo de andar na outra montanha russa de criança, a Dum Dum, essa não era muito radical como a do Tigor.

Nesta hora, quase todos os brinquedos estavam fechados já, então nos preparamos para ir embora. O Marcelo tinha um caminho maior pela frente, e nós, era só até Joinville.

Fizemos umas comprinhas na lojinha, tiramos umas fotos na fente do castelo e fomos embora.

Antes de chegar no hotel, fomos jantar num sushi (Niu Sushi) que a Grazi achou no Trip Advisor. Mesmo sendo um dos primeiros do site, achamos bem ruim. Estilo bastantão com um monte de molhos e coisas diferentes.

Cansados, fomos pro hotel. A Isis passou mal e vomitou e a Grazi teve piriri, acho que era do sushi.

Fomos dormir, o Vini ainda ficou jogando por mais um tempo.

No domingo aproveitei para dormir um pouco mais, tendo em vista que não tínhamos compromissos fora, somente o tradicional churrasco de domingo. Não dormi muito bem de novo, essa tosse que incomoda o meu sono e acho que o da Grazi também.

O Marcelo foi buscar carne e nós aproveitamos para arrumar um pouco a bagunça do quarto que, além de nós, tem as crianças pegando os brinquedos do quarto e espalhando por tudo.

Tomei café e dei café para as crianças, por milagre, o Vini comeu dois pães com nutella e duas xícaras de um leite de amêndoas achocolatado. Depois ainda comeu umas uvas, acordou com fome.

Perto do meio dia, o Marcelo começou o ritual do churrasco, colocou uma música gauchesca, abriu uma cerveja e tocou fogo na churrasqueira.

A Dedei e o Filipe, junto com a Joaquina vieram almoçar aqui também, as crianças foram direto para a piscina. Não estava muito quente, mas como não tinha muito vento, aproveitaram bastante.

Depois do almoço, aproveitamos para fumar um charuto, em seguida chegou a Chaiane com a Catarina, que também entrou na água. A Chai veio para fazer uns procedimentos na Grazi, colocou botox e boca.

Em questão de minutos, o tempo virou. Uma ventania e em seguida uma chuva bem forte. As crianças aproveitaram para fazer uma apresentação da Kpops.

A Mari e o Marcelo tinham um show do Thiaguinho no P12 e a gente ficou em casa com as crianças. No meio da tarde fui no super pegar mais espumantes e uns ingredientes para a janta.

Como todos ficaram, fiz uma salada e um carreteiro com o resto do churrasco e de outras comidas, o pessoal comeu tudo.

No início da noite as crianças azedaram, já estava vencendo o tempo juntas. Na hora que estávamos nos arrumando para dormir, a Mari e o Marcelo chegaram e com isso, aproveitamos para todos dormirem pois amanhã temos um passeio cedo.

Nossa ideia era arrumar as malas antes de dormir, mas não deu.

Olha, não é normal acordar às 7h30 num sábado de férias mas era para uma boa causa, no jantar de ontem combinamos de ir para a praia bem cedinho, assim não pegamos movimento e nem o sol forte.

Conseguimos sair perto das 9h e realmente, não pegamos movimento até Jurerê. Chegamos lá e um dos casais já estavam por lá nos esperando. O tempo estava nublado mas com pouco vento e água quente.

O Vini e o Arthur ficaram surfando e tomando banho de mar, as gurias ficaram na areia brincando. Quase na hora de ir embora, chegou o outro casal de amigos, neste momento estava caindo uns pingos de chuva mas ainda ficamos por ali.

Perto do meio dia recolhemos nosso acampamento e fomos para a casa da Tati e do Rodrigo, eles tinham uma casa de praia ali perto de onde estávamos. As crianças foram direto para a piscina e ele preparou uma massa para as crianças e um bobó de camarão para nós, estava excelente.

Além da comida, ainda preparou uns drinks. Ficamos um tempo ainda conversando antes de ir embora.

Na volta, a Grazi e a Mari foram tirar uma soneca e eu fiquei com a Isis. Ela ficou mais vendo desenho, aí fiquei um tempo no computador.

Perto da hora do nosso compromisso, chamei a Grazi e aproveitei para tomar um banho e me arrumar também. Juntamos as crianças e fomos jantar na casa da Dedei.

Chegando lá, o Filipe nos apresentou a obra que estão fazendo, ainda falta bastante coisa, mas a previsão é para março deste ano. A casa vai ficar enorme e apesar da bagunça da obra, nos recebeu super bem.

Ela preparou meu prato favorito, um bacalhau. Junto fez um conchiglioni ao molho de funghi que também estava ótimo.

Comemos, conversamos, tiramos fotos e seguimos até meia noite. O pessoal já estava cansado.

Chegamos em casa e fomos direto dormir, menos o Vini e o Arthur, que ficaram mais um tempo no celular.

Nem acordamos tão cedo para uma sexta feira útil. Levantei, levei café na cama pra Grazi e depois fui me arrumar, tinha agendado uma ida no dentista para arrumar o dente e não ter problemas nas férias. Esta dentista era uma amiga da Mari, que inclusive vem jantar aqui em casa hoje.

O consultório era lá na Palhoça, pegamos um certo movimento até lá. A Mari levou a Antônia também para dar uma olhada num dente dela. Em menos de 20 minutos já estava com o dente consertado.

Voltamos para casa e fomos preparar o almoço, passei no supermercado e comprei algumas coisas que faltavam para um strogonoff, este prato agrada a todos. A Mari preparou e todos almoçaram.

A tarde fiquei trabalhando no computador e a Grazi foi correr na beira mar norte. No meio da tarde fui junto com a Mari e o Modrow em dois supermercados para comprar algumas coisas para uma entrada da janta.

Na volta fiz uma parte do preparo da janta, assim ficavam menos coisas para fazer na hora. Com isso concluído, subimos para tomar um negroni e fumar um charuto.

No meio disso, os convidados começaram a chegar, terminamos o charuto e descemos para iniciar o preparo.

O menu escolhido pela Mari era um risoto de carne seca com abóbora e leite de côco, o pessoal gostou da receita. Depois da janta, ficamos conversando e bebendo. As crianças ficaram brincando, as meninas prepararam várias apresentações de dança para nós.

O Vini e o Arthur ficaram o tempo todo jogando no quarto, as vezes subiam para jogar videogame e depois voltavam. Eles comeram pizza de janta.

Perto da meia noite levei a Isis para dormir, a Grazi veio quase 1h da manhã.