Viagens

Queríamos ter aproveitado mais o hotel, a Grazi acordou mais cedo para tomar café pois eu precisaria ainda resolver a questão do pneu. Fiz algumas pesquisas na internet, queria comprar um pneu da mesma marca e só tinha uma loja em Neuquén que trabalhava com Dunlop.
O café deste hotel era excelente também, não era um café gigante mas tudo que tinha era muito bom. Depois do café, peguei o carro e fui na loja de pneus para fazer a troca, pelo menos foi bem rápido.
Na volta já passei no posto de gasolina para abastecer e já avisei a Grazi sobre o horário do checkout. Juntamos nossas coisas e pegamos a estrada, neste momento já eram 11 da manhã.
Poucos quilômetros na frente, num vilarejo que estava pelo caminho, fomos procurar algo para almoçar, o que foi bem difícil. Tinha bastante opções, mas ou estavam fechadas ou era comida para levar. Depois de rodar umas 5 opções, achamos uma lanchonete aberta.
Pedimos um purê com frango e um bife de chorizo, para variar, o Vini não curtiu muito mas comeu. A Isis até comeu tudo, mas só para comer doce no carro.
Como saímos tarde e logo paramos para almoçar, esse trecho ficou comprido dentro do carro. A distância não era tão grande, mas próximo a Bariloche a estrada era mais sinuosa.
Já tinha caído bastante a temperatura, e já apareciam os primeiros sinais de neve. Uns 150 km de Bariloche tinha bastante neve na estrada, até fizemos umas paradas para tirar fotos. O Vini ficou feliz de ver neve, até colocou a mão.
Ainda rodamos bastante para chegar na cidade, nosso airbnb é perto do centro. Para entrar no apartamento era quase um enigma, tinha as informações mas precisava achar as dicas. Quando entramos estava bem quentinho.
Só deixamos as coisas no apartamento e fomos para o centro procurar algo para jantar, nossa intenção era comer no Bolicho del Alberto e chegamos 10min antes de abrir, porém a fila era gigantesca, quase na esquina. No fim não conseguimos entrar na primeira leva e desistimos. Nossa opção foi jantar no Família Weiss, um restaurante que viemos outras vezes, e por milagre, esperamos uns 20 min só.
Pedimos uma salada, um salmão e um ojo de bife, que estava excelente. Tomamos um vinho e ficamos relembrando os bons tempos de Bariloche. Na saída passamos pelas lojinhas a caminho do carro.

Minha ideia de saída era às 7h, mas acabamos saindo às 8h30. O café da manhã não empolgou as crianças, que mal comeram um pouquinho de cereais e um nescau. Eu e a Grazi comemos até morrer.

Antes de pegar a estrada, passamos no posto para abastecer e iniciar nosso segundo dia de estrada.

Não rodamos muito e já paramos para almoçar, como não tomaram café, ficaram com fome cedo. Estávamos procurando a primeira cidade que tivesse um posto de gasolina e achamos um e em seguida uma parrilla num outro posto de gasolina.

Era uma parrilla raiz, com todos os miúdos do boi, acabamos optando por um vazio, que era a única coisa que não era estranho. Pedimos junto uma salada, que as crianças gostaram bastante.

Pós almoço, seguimos nosso caminho em direção a Neuquén. Durante o caminho passamos em algumas blitz, incluindo uma só de bafômetro, achei bem esquisito e ainda bem que não estamos bebendo no almoço.

Quando já tinha anoitecido, fomos parados numa blitz que tinham fechado a estrada e desviado o trânsito para o acostamento. Nessa parada, tinha um desnível grande na estrada e fez um barulho forte no pneu, até dei uma olhada mas parecia tudo normal.

Rodamos mais uns quilômetros e uma luz se acendeu no painel, consultamos o manual do carro e era a pressão nos pneus mas como não estava puxando a direção, seguimos rodando.

Quando estávamos a menos de 200km do destino, numa estrada deserta, completamente escura, sem sinal de celular, o carro começou a fazer um barulho diferente, parei para olhar e o pneu já estava todo rasgado. Não tínhamos muitas alternativas e já começamos a tirar tudo do porta-malas para trocar o pneu.

O frio estava forte já, mas fazendo exercício deu para aguentar. Colocamos o step e seguimos nosso caminho. O step diz que só pode andar a 80km por hora, mas achei que 120km ainda dava.

Chegamos em Neuquén, mais uma cidade grande e o nosso hotel ficava quase na outra ponta da cidade. Eu sabia que era um hotel bom, mas fomos surpreendidos ao chegar.

Era um hotel cassino bem grande, e o nosso quarto era quase uma suíte presidencial, com um banheiro gigante, duas camas king size, um sofá e um banheiro maior que o nosso quarto.

Deixamos as coisas e fomos dar uma volta no hotel, tinha uma feira gigante mas estava já encerrando.

Olhamos as opções no hotel e achamos melhor pegar um McDonald’s pras crianças e procurar um lugar para nós jantar. Até o Mc não empolgou muito, foi uma dificuldade para comer.

Andamos pela volta e achamos uma hamburgueria com cerveja, resolveu o problema.

Voltamos para o nosso hotel e fomos dormir.

Minha programação inicial era acordar às 5h e pegar a estrada às 5:30 porém a noite não foi muito boa, a Grazi não queria dormir e eu acabei não conseguindo dormir. Quando a Grazi chegou, às 3h eu consegui dormir.
No fim, despertou às 5:30, levei uns 15min para acordar a Grazi e depois juntar todo resto de tralhas que faltavam. Quase não coube tudo no porta malas.
Levamos as crianças dormindo para o carro, o Vini até acordou e me acompanhou os primeiros 100km de estrada, depois foi dormir. A Grazi foi acordar depois de Pantano Grande.
Fizemos duas paradas no caminho até Uruguaiana, uma para mijar e outra para abastecer. Pegamos duas obras de uma pista só no caminho, acabamos perdendo tempo.
Chegamos em Uruguaiana às 13h e fomos procurar algum lugar para almoçar, achamos um restaurante com comida por quilo, e como a Grazi não estava com fome, atendeu bem a necessidade.
Pós almoço, pegamos a estrada em direção à fronteira com a Argentina, tinha uma fila enorme e tivemos que esperar. A Grazi e o Vini desceram do carro para tirar umas fotos enquanto estávamos parado no engarrafamento.
A imigração foi bem simples, apresentamos os documentos ne nos liberaram. Logo passando a fronteira, aproveitamos os cambistas para trocar alguns reais. Acabaram fazendo a cotação do câmbio oficial mesmo, R$1 = ARS220.
Neste momento tínhamos feito quase a metade do caminho, do lado argentino as estradas são melhor e com menos movimento, conseguimos andar mais rápido.
Fizemos algumas paradas para abastecer, o Vini gostava de ver as lojas de conveniência dos postos. Com as paradas para comer, banheiro e abastecer, acabamos chegando em Rosário perto das 20h. As crianças foram muito bem no caminho, nem reclamaram de nada.
Fizemos nosso check-in no hotel e logo fomos procurar algo para jantar, minha sugestão foi uma milanesa e no hotel, nos deram duas sugestões de lugar, um estava lotado e no segundo conseguimos uma mesa.
Estava querendo tomar um vinho no jantar, mas estava sem parceiria, então tomei uma cerveja. As crianças não se empolgaram muito pela milanesa, mas na verdade eles não se encantam por nenhuma comida (nem daqui, nem de lá).
No hotel tinha um salão de jogos bem legal, com fliperama, pinball, ping pong e mais um monte de coisas, mas como tínhamos rodado 1300km, não pensamos em estender a noite e ainda precisamos rodar mais 1200km amanhã.

Lagoa #4

Dia de ressaca por aqui. O Jair e a Leticia dormiram por aqui, acordamos perto do meio dia, o vô estava um pouco melhor da tosse e foi fazer o churrasco. Eu fiz algumas caipirinhas e fiquei um pouco no computador.

Estava um sol quente com céu azul, logo depois do almoço nublou e começou a chover. Acabamos não nos estendendo muito pois tinha aniversário na Tati também. Pegamos a estrada às 4 da tarde e chegamos as cinco, minutos antes do parabéns.

Lagoa #2

O tempo estava meio chuvoso, com isso acabamos ficando o dia todo em casa. No almoço o vô fez uma costelinha de porco, a vó fez feijão e arroz. A Isis ficou jogando o jogo da memória o tempo todo.

Como eu tinha levado a arma de chumbinho, demos uns tiros, o Vini gostou bastante. Também andou de patinete pelo condomínio.

Eu e a Grazi ficamos um pouco no computador, fiz algumas caiprinhas e fumamos um charuto.

Para a janta, a Grazi fez uma massa com galinha na panela de ferro no forno a lenha, ficou muito bom. Depois começamos a assistir uma série, a segunda temporada do DNA do Crime. Só deu para assistir um episódeo, ficou tarde para as crianças dormirem.

Lagoa #1

A ideia do vô era a gente chegar para o almoço mas como já conhecemos nosso eleitorado, deixamos em aberto o almoço. O pessoal acordou depois das 11h e começou a arrumar as coisas, até juntar tudo já era mais de duas da tarde. Levamos tantas tralhas que descobrimos que o porta malas desse carro é menor do que do outro.

Antes de ir, precisávamos passar no supermercado e com isso aproveitamos para almoçar na lanchonete do zaffari. Enquanto esperávamos o almoço, fui fazendo as compras e ainda deu tempo de comprar tudo, passar na farmácia e nosso pedido ainda não tinha chegado.

Pegamos a estrada por volta das 16h e como não tinha movimento, chegamos em menos de 1h. Este carro é mais potente que o outro.

A Grazi chegou e já começou as limpar oquarto, estava bem sujo, eu descarreguei tudo e fiquei arrumando as coisas. No inicio da noite saímos para jantar no Ventura.

Um conjunto de fatores decidiu nosso destino de férias de julho. O primeiro foi a possibilidade de estar com um carro novinho, a segunda foi o preço das passagens para bariloche a terceira foi a minha experiência em longas viagens de carro, que alias, recém voltei de uma com mais de 5000km.

Vamos sair no sábado, logo no inicio das férias e vamos em direção a Bariloche. Serão 2,5 dias de ida, depois passamos 7 dias em Bariloche, Villa La Angostura e San Martin de Los Andes. Depois iniciamos nossa volta em direlção a Buenos Aires, onde passaremos três dias passeando pela capital e voltamos pro Brasil.

Vamos fazer uma parada na fronteiras para compra de vinhos e free shops. Serão 5900km de estrada, vamos ver se as crianças aguentam.

Lagoa #2

Acordamos no meio da manhã, deu tempo para tomar café antes do almoço. Perto do meio dia a caipirinha estava pronta e ficamos na volta pelo churrasco.

O Vô fez um churrasco e de tarde ficamos no sol. Deu até para fumar um charuto durante a tarde. De noite pegamos a estrada antes da janta, a Grazi estava com saudades das crianças.

Lagoa #1

Hoje a ida para lagoa foi diferente, foi só eu e as crianças, aproveitando que a Grazi estava fazendo um curso durante o final de semana e o tempo estava bom.

Fomos pois o Alex, a Lizandra e as crianças combinaram de ir para a lagoa e fomos também. O Vini chegou empolgado pois o patinete estava funcionando, mal chegou e já foi andar.

De tarde eles foram podar algumas árvores e eu fique ijogando ping pong com o Vini e o Nicolas. De noite fizemos uma massa de bolonhesa para o jantar.

Acabamos indo dormir cedo.

Gramado

A Grazi teve uma ideia de antes de irmos para a lagoa, passar o dia em Gramado e tentar ver algo de páscoa por lá. No fim não acordamos tão cedo como imaginávamos mas igual saimos perto das 10h. Até metade do caminho, o tempo estava bem bom, mas chegando mais perto, o tempo foi fechando e chegando lá, até chuva tinha.

Paramos direto para almoçar, queríamos comer um fondue bom e estavamos com 3 alternativas: Belle du Valais, Chalezinho e Swiss Cottage. Como estava no nosso caminho, paramos no último e além de setar vazio, a carta de vinhos era muito ruim, logo pensamos que o almoço também seria. Nos levantamos e fomos para o Chalezinho.

Chegando lá já estava bem cheio, mas conseguimos uma mesa boa. Pedimos a sequencia premium que tinha um monte de coisas que nem provamos. Começou com o de queijo e carne juntos, que é feito num caldo de vinho e com poucos molhos, mas todos muito bons.

O de queijo também era bem bom, com brocolis, batata, pães quentinhos e torradas. No final a Grazi descobriu que tinha outras opções de queijos que nem nos ofereceram. No meio do almoço as crianças já estavam pedindo o de chocolate e então antecipamos a sobremesa enquanto a gente seguia nos salgados.

Nesta sequencia, tinha um fondue de pistache, era bom, mas bem enjoativo.

Na saída ainda estava chuviscando e logo não teria o desfile de páscoa na rua principal. Apreoveitamos que estavamos por lá e passeamos numa vila de páscoa, Rua Coberta e na rua principal. As crianças queriam comprar qualquer coisa em qualquer loja. A Grazi ainda tomou um café ao lado da Rua Coberta e no final, passamos no super para comprar a janta para a noite na lagoa.

Pegamos uma outra estrada e saímos em Santo Antonio da Patrulia, praticamente o mesmo tempo que ir de Porto Alegre pra Lagoa.