Archives

All posts for the month fevereiro, 2026

Quando levantei, faziam poucos minutos que o Vini e o Arthur tinham subido. O Marcelo falou que acordou assustado as 6h da manhã, com um barulho forte de água. Quando foi subir na cobertura, já começou a ouvir as gargalhadas dos dois dentro da piscina.

No fim eles viraram a noite jogando, vendo vídeo, jogando videogame e brincando, não queriam dormir pois o Vini ia passar só essa noite lá.

Nós só tomamos café e já nos preparamos para pegar a estrada. O vini estava dormindo na cobertura, quando desceu para se arrumar, acabou dormindo na cama do Arthur, foi dificil sair, em cada canto que parava tirava uma soneca.

Fizemos uma parada na casa do Teka, a Grazi tinha combinado com a Chaiane para fazer um ajuste na aplicação que ela fez. Enquanto isso, o Vini ficou dormindo dentro do carro e a Isis brincando com a Catarina e a Joaquina.

Antes de pegar a estrada, almoçamos pela Palhoça mesmo. Nossa ideia era um restaurante que tinhamos ido com a Mari e o Marcelo, mas no horário do almoço só abre nos finais de semana.

Estávamos na nossa última etapa da viagem, apesar de poucos quilometros, foi bem cansativo. Parece que não chegava nunca. Paramos uma vez para xixi e lanche rápido.

Chegamos em casa as 18h, depois de 5000km rodados mas dessa vez pareceu demorar mais pois não deixamos nada para a volta, então foi só estrada.

Acho que as crianças gostaram da viagem, é um momento que não tem muito o que fazer além de conviver juntos. O Vini queria aproveitar mais o celular, até fomos bem flexiveis com o uso, só alguns dias que pedimos para encerrar cedo. A Isis mais conversava do que qualquer outra coisa.

Nesta viagem também se acostumou a usar bastante o Tablet, vamos ver se deixa de lado depois. Jogava alguns joguinhos offline, assistia os vídeos que ela gravou e ouvia músicas.

Uma parte diferente foi dos dias que passamos com a Tati e a Antônia em Guaraparí, a Isis e a Antônia brincavam muito, quase não usavam as telas nesses dias.

Acordei no meio da noite com dor de cabeça, e isso é muito raro de acontecer, tive que tomar um remédio para conseguir dormir. Mesmo com isso, acordei cedinho.

A cama não era das melhores, ainda mais depois da cama de ontem. A Isis se mexeu demais durante a noite, me acordou várias vezes.

Acabei saindo da cama as 7h30 e fui tomar café, como a Grazi acordou junto, trouxe antes um café pra ela na cama e depois voltei para tomar o meu. Este café não tinha muitas variedades, mas resolveu o problema.

No fim as crianças acordaram e não quiseram comer nada, então fomos embora para tentar chegar cedo no nosso destino de hoje. Antes de pegar a estrada, fomos no centrinho tentar conseguir um copinho, mas sem sucesso.

Nosso principal trecho hoje foi pela Regis Bittencourt, a parte boa era que boa parte eram três pistas, a parte ruim foi os acidentes. Tivemos três pelo caminho, no primeiro ficamos 40 minutos parados.

No segundo acidente, paramos quase na frente de um posto com restaurante e como as crianças estavam com fome, paramos ali mesmo para almoçar e esperar o transito fluir.

Era um buffet bem simples, mas tudo que as crianças gostam. O Vini e a Isis comeram dois pratos de comida cada, até fiquei impressionado com a fome deles. Antes de sair, ainda compramos uns doces de sobremesa. O Vini quis comprar um aromatizador que tinha cheiro de banheiro, mas quis levar igual.

Pegamos vários trechos com bastante chuva, numa estrada com muitas curvas e parte de serra. A Isis até reclamou algumas vezes da distância, mas era mais para chegar logo e brincar com a Antônia. O Vini veio falando com o Arthur o tempo todo.

Já em santa Catarina pegamos engarrafamento em Itajaí e Balneário Camboriu, mas não paramos. Chegamos na casa do Modrow às 19h.

Com as crianças brincando, passamos no super e na farmácia. Para nós, fiz uma salada com frango e para as crianças, pedimos pizza.

A Mari estava trabalhando em Joinville e o Marccelo tinha um compromisso de noite, com isso aproveitei para tomar um vinho e fumar um charuto na cobertura, o bom é que não tinha vento nenhum.

O Marcelo chegou perto das 23h, ainda conversamos um pouco e fui dormir.

Fez toda diferença dormir bem esta noite. Tanto o quarto como a cama parecem que nunca foram usados, até estranhei o colchão, durinho e sem cheiro. Levantei as 7h25 e fui tomar café por primeiro.

Aproveitei também para dar uma olhada nos trabalhos e encaminhar algumas tarefas. O café da manhã era meio diferente, tinha uns 10 tipos de bolos, 10 tipos de pães e poucas opções de recheio, mas tudo que tinha era bom. Como o dono é maçom, provavelmente algum irmão tem confeitaria.

Depois do meu café, fui no quarto para liberar a Grazi para ir, aproveitei e já acordei as crianças e fomos todos juntos, eu comi mais umas frutinhas.

Agora de dia deu para ver o hotel, que é bem grande e tem uma piscina enorme nos fundos, mas não tem nada para os lados, parece uma zona rural. Até o tempo que estava feio ontem abriu um sol por aqui.

Juntamos nossas coisas, que agora são poucas, e pegamos a estrada. Quando estávamos no portão de saída, o hotel ligou dizendo que esquecemos nossos travesseiros lá. Voltamos e pegamos.

Levamos um tempo para conseguir sair da cidade, que alias, é bem grande. Rodamos uns 100km antes de abastecer, passamos duas vezes pelo estado de Minas Gerais neste caminho.

Perto das 13h paramos para almoçar em Três Rios, uma cidade que cogitamos dormir no nosso roteiro. A Grazi encontrou um restaurante com carne que parecia um Outback, com mesmo tipo de comida. Almoçamos bem e seguimos viagem abaixo de uma chuvarada.

Perto das 16h passamos por Volta Redonda, no RJ, esta seria nossa primeira parada se não tivessemos mudado nosso roteiro inicial.

Em algum momento pegamos a Via Dutra, aí a viagem começou a render, lá a velocidade máxima permitida era 120km/h e eu estiquei um pouco mais para recuperar o tempo perdido nas estradas anteriores.

Dessa vez paramos menos vezes no caminho, uma para abastecer, uma para banheiro e outra para um lanche/janta. Ainda pegamos muita chuva na estrada, já em São Paulo, caiu um toró muito forte, praticamente não dava para ver nada.

Chegamos para dormir na praia de Peruípe, litoral de São Paulo, hoje rodamos 752km em 13h.

Hoje foi preciso acordar cedo e consegui fazer isso antes do despertador. Nosso check-out era as 10h e não conseguimos arrumar muitas coisas ontem. Antes de começar, dei uma passada no super para comprar algumas coisas para o café.

Chegando em casa,  Grazi já estava de pé, fiz o café e a Tati já se levantou também e em seguida veio a Antoninha.

Começamos a arrumar as coisas e fiquei pensando se tudo isso ia caber dentro do carro com duas pessoas extras e duas malas a mais. Parece que as coisas se multiplicam. Desci algumas vezes para conseguir levar tudo para o carro, depois tirei tudo de dentro do porta malas para recolocar de uma forma organizada.

No fim coube tudo, tivemos que ir um pouco apertado, mas eram só 50km então não tinha muito problema de ir desconfortável.

Descidimos antes de iniciar nossa descida as 10h30, conhecer o Convento da Penha, em Vila Velha. Recebemos essa indicação do casal que conhecemos na praia e com isso estariamos próximos de Vitória, para deixar a Tati e a Antonia no aeroporto.

Este convento e muito bonito, fica no meio da mata e é gigante. Subimos até a igreja, que fica no pico na montanha. Muitas pessoas sobem a pé, que é relativamente longe. Nós viemos de carro quase até em cima, só restou subir 108 degraus. Lá de cima, dá para enxergar o Porto de Vila Velha e a Fabrica da Garoto.

Tinha algumas coisas para ver no caminho, o Vini escreveu um agradecimento e colocou na urna. Depois de visitarmos tudo, voltamos para o carro e fomos embora. Já era hora do almoço, a Grazi procurou um restaurente para nós na beira da praia.

Era o Atlântico, um tradicional restaurante com mais de 50 anos e lá consegui provar a famosa moqueca capixaba. Na verdade não achei nada demais, tinha muito coentro, então só senti o gosto disso. As crianças comeram um prato kids e uns pedaços do peixe da moqueca.

No lado do restaurante tinha uma sorveteria, pegamos a sobremesa lá e partimos para o aeroporto. Apesar da pouca distancia, levamos mais meia hora até lá.

Deixamos as gurias lá e pegamos já a BR101 em direção ao sul. Fizamos uma parada para abastecimento, lanchinho e banheiro. O estranho é que a velocidade máxima neste trecho inicial da BR é de 60km/h, por isso que tudo demora.

A ideia inicial era dormir em Volta Redonda, no RJ, mas até lá, estava dando 8h de viagem, chegando depois da mria noite. Na estrada tinha algumas obras que estavam deixando tudo parado, o Waze nos indicou duas rotas alternativas em momentos diferentes, foi dificil escolher, mas no fim fomos por ele. Essas rotas eram por fora da BR, usando estradas estaduais, simples e mal cuidadas.

Alguns quilometros na frente, tinha outra obra com outro desvio, seguimos por ele também. Não tinhamos muita escolha, já que em quase todo o caminho não tinha sinal de celular para pesquisar rotas alternativas.

A outra dificuldade depois que escureceu foi a chuva, e com isso os tranca rua. Tinham poucos pontos de ultrapassagem no caminho e a estrada com muitos buracos. Como estava levando mais tempo que o normal, decidimos escolher um hotel nos próximos quilometros, só queria que fosse uma cidade não muito pequena, para ter opções de hoteis e de restaurante.

Paramos em Santo Antônio de Pádua, numa primeira olhada, uma cidadezinha bem pequena no meio do nada mas tinha um hotel que chamou a atenção, que se intitulava Hotel Resort. Este mesmo hotel tinha no centro, com a chamada de “janta grátis”. Muito desconfiados, fomos pesquisar e descobrimos que era um hotel novinho, ainda em construção. O valor era mais caro que os outros, mas por ser novinho, valia a pena. Reservamos por WhatsApp e viemos.

No hotel não tinha restauurante, então preferimos jantar na cidade antes de vir, já que ele ficava bem afastado do centro. Bem na entrada da cidade tinha um restauerante chamado Na Parrilla, com uma cara bem bonita e moderna, paramos lá.

Para nossa surpresa, tinha um cardápio digno de restaurante estrelado, com muitas opções interessantes e com preço super barato. Pedimos uma salada de folhas verdes com presunto cru e lascas de parmesão e um filé mignon com fritas que estava no ponto. Ainda tinha uma carta de vinhos bem razoável.

Depois seguimos para o nosso hotel, que mesmo no escuro era lindo, tudo novinho. Segundo o recepcionista, o dono construiu esse hotel para receber os amigos da maçonaria e fazer eventos. O Quarto parece nunca ter sido habitado, estava até com as colas de novo. O banho era bom e o quarto bem espaçoso. A única reclamação da Isis é que o frigobar estava vazio.

Deitamos para dormir mas não foi muito fácil, o Vini ficou  no celular e não deixava ninguem dormir, lá pelas uma da manhã a Grazi mandou ele desligar.

Hoje acordei as 7h e não consegui mais dormir, até tentei, mas não rolou. Aproveitei para ficar no computsdor e depois preparei o café. Não faço antes para não esfriar para os outros.

Como era nosso último dia de praia, fui acordar as crianças para ir na praia. Como não gostam de comer assim que acordam, fiz algumas bignaguinhas com nutella para comerem durante o caminho mas no fim comeram tudo antes de sair de casa.

Nossa primeira parada era na Praia do Ermitão, que pelos vídeos é muito bonita porem tem uma trilha de 1km para chegar lá. No meu caso, o problema foi estar sem chinelos. No inicio foi tranquilo mas quando vinha uma parte sem sombras queimava forte os pés. No meio do caminho a Grazi me enprestou um chinelo dela e foi menos ruim caminhar.

A Isis acabou caindo e raspando o mesmo joelho que já estava machucado. Teve que vir no colo da Grazi o caminho todo. Encontramos uns macaquinhos na trilha, estavam comendo banana. As crianças quiseram fotos com eles.

Lá na praia só tinha um quisque e a praia. O sol estava forte e a gente sem guarda-sol, mas como a ideia era só conhecer e depois partir para a próxima praia nem nos alongamos muito. Fizemos a trilha morro acima agora, parece que o chão estava mais quente ainda.

Já tinha passado da hora do almoço e a gente tinha duas alternativas, comer nos quiosques da praia do morro ou almoçar em casa, pelas crianças, ganhou almoçar em casa (já tinha tudo pronto).

Depois do almoço, a Antonia queria ir na praia da Areia Preta, que fica aqui do lado de casa. Fomos de carro para facilitar as tralhas e acabei conseguindo uma vaga bem na frente da praia.

A praia estava lotada, conseguimos um buraquinho que só cabia nós, e lá ficamos. As ondas estavam bem fortes hoje, algumas vinham até as nossas cadeiras.

A Isis esqueceu do machucado e foi brincar com a Antonia e o Vini ficou procurando alguns parceiros de altinha. Ainda entrou no mar varias vezes e no final do dia queria ir embora para jogar no celular. Deu tempo para fumar um charuto e tomar o negroni que a gente levou.

Quando estavamos indo embora, comecou uma chuva fraca que depois se transformou numa chuvarada. Estava rolando um ensaio de algum bloco de carnaval ali na praia, acredito que com a chuva o pessoal foi embora.

Ao chegar em casa com a Isis, na hora de entrar no elevador e a chave acabou caindo no único vão que tem entre o elevador e a garagem. Minha sorte que a porteira era despachada e já mandou o elevador pra cima e abriu a porta o manual, eu desci e recuperei a chave.

As crianças já tinham tomado banho, eu e a Grazi aproveitamos a Tati e fomos jantar fora para comemorar o nosso dia 1. Antes de ir, peguei uma pizza pra eles na Dominos que tinha do lado do apartamento.

A sugestão inicial era comer uma moqueca capixaba, mas a Grazi tinha visto um sushi hoje na volta da trilha e não conseguiu tirar da cabeça. O restaurante era o Carpas – Sushi e Drinks, pelo google era bem avaliado e estava bem ok, longe do que fomos em Búzios, mas estava bom.

Na saída ainda estava chovendo bastante, ao chegar em casa, ainda arrumamos algumas malas e fomos dormir. Deixamos o Vini sem carregador, então poderia jogar até acabar a bateria.

Nosso último dia no Rio de Janeiro, amanha vamos para outro estado. Passamos nosso último dia passeando, fomos numa praia muito legal, mas não entramos no mar. O lugar era Búzios, caminhamos um montão por lá. Almoçamos num restaurante muito legal, a beira do mar.

No final da tarde pegamos a estrada denovo, tinhamos mais mas 5 horas de estrada pela frente. No caminho fiquei jogando no tablet, tem vários joguinhos que já estou fera.

Chegamos em Guaraparí de noite já, fomos jantar antes de ir para o apartamento. Achamos uma pizzaria, já que era minha vez de escolher o tipo de comida e neste restaurante tinha um espaço kids bem legal, cheio de brinquedos, até deixei a pizza de lado. Mais tarde fomos para o apartamento e a Dinda e a Prima já estavam lá.

Na primeira noite foi dificil dormir cedo, a gente ficou brincando um montão. Na hora de dormir, consegui dormir na cama dos meus pais porque não tinha cama pra mim (que sorte).

No outro dia fomos cedo para a praaia, mas a água é gelada mas nem dei bola, entrei igual. Eu e a prima brincamos muito no mar e na areia. Nos dias de noite, fico me gravando dançando e cantando, acho que vou ser blogueira.

Dia desses eu cai de joelho e machuquei ele e tempos depois, caí no mesmo lugar e machuquei de novo, essa foi a dor mais forte da minha vida.

Achamos um parque aquático por aqui também e passamos um dia inteiro lá, foi muito legal. Tinha um escorregador gigante que descemos em família. Também tinha uma piscina de ondas que tinha música para dançar e adivinha se não fiquei dançando por lá?

Fiz uma pergunta importante para a minha mãe essa semana:

– Qual é o teu maior talento?

Perguntei para todos daqui, da minha mãe era o amor. Do meu pai era fazer o meu mamá, do mano era usar o celular, da dinda era a Antoninha.

Bem pessoal, era isso. Semana cheia de diversão! A foto da semana sou eu lá no parqie aquático.

Bjs da Isis

O celular do meu pai voltou, aleluia! Ele estava um pouco aflito com isso. Para comemorar, comemos um sushi top por aqui, tinha um monte de coisas diferentes, estava muito bom.

Aproveitamos nosso último dia em Buzios para passear no centro e comprar umas lembranças. Eu achei alguns chaveiros para os meus primos. Depois passamos em uma praia e pegamos a estrada, foram muitas horas de estrada, até cansei.

A parte boa dessa viagem é que quase sempre tem internet, digo quase porque em algumas estradas mais desertas a internet não funciona direito. É ruim quando estou no meio de uma partida e acabo perdendo.

Chegamos no nosso destino depois das 21h e fomos direto jantar numa pizzaria, já que era a vez da mana escolher o restaurante. Nesta pizzaria tinha uma área kids bem legal.

Quando chegamos no apartamento, tinha um quarto só para mim o grave problema é que não tinha ar condicionado nele, mas tinha um ventilador bem potente. Apesar de ter um quarto só para mim, não pude virar as noites jogando.

Fomos alguns dias na praia, o problema é que essa água era bem gelada, mas tudo bem, isso não era problema. Um dos dias a gente alugou um colchão de ar e como estava ventando muito ele saiu voando para bem longe.

Achamos um parque aquático por aqui e aproveitamos para ir lá conhecer. Era bem grande, com muitos tobogãs, passamos o dia todo lá. Eu podia descer em vários, era bem legal.

Estava com desejo de comer feijão e arroz e a gente achou um restaurante com isso no cardápio, comi um monte.

Nessas longas viagens de carro, acabei instalando o Duolingo no meu celular e estou estudando espanhol, é muito fácil.

Era isso pessoal, até mais. A foto da semana sou eu jogando altinha na praia com meus amigos.