Viagens

Choveu tanto a noite que acordei mais de uma vez por causa do barulho. O dia também não foi muito produtivo, choveu quase que o dia todo.
Como não dava para sair na rua com o Vini, ficamos por casa arranjando formas de distrair ele.
De almoço preparei uma massa caprese, que ficou bem boa e não sobrou nada. No final da tarde a chuva deu uma trégua e até conseguimos dar uma passada rápida na praia.
O Vini parece não se importar muito com o frio, não queria ir embora. Ele fica tão feliz de estar no mar que ele até aprendeu a falar, chama de má, e aponta na direção.
Na volta da praia ainda fui dar uma corrida na beira da praia, fiz 8.5km. Fui até onde eu consegui nos dois lados. Até achei uma trilha que supostamente leva à Jurerê.
O Campani preparou a janta na chuva, fizemos um churrasco que estava excelente, de tão bom acabei comendo demais, até o Vini mandou ver.
Mais uma vez nossa jogatina ficou para depois.
Hoje foi minha vez de ficar com o Vini, enquanto eu tomava café o Vini ficou assistindo desenho.
Como não tínhamos muito o que fazer em casa, e pra não fazer barulho fomos passear em Jurerê. Andamos pelo centrinho, às vezes a chuva voltava mas era só uma garoa. Até achamos um parquinho pro Vini brincar.
Perto das 11h voltamos para casa, o pessoal já tinha acordado, exceto a Grazi que estava desmaiada ainda. Ficamos decidindo o que fazer até as 13h, quando decidimos comer num restaurante aqui em Daniela.
A comida não era das melhores mas quebrou o galho. Na saída fomos tomar um café em Jurerê, na Kopenhagen. Ficamos um tempo por lá, o Campani aproveitou para cortar o cabelo e fazer a barba. A Grazi almoçou um hambúrguer que não era muito bom.
Como parecia estar tudo calmo nas praias, arriscamos ir até o centro de Floripa para passar no supermercado fazer as compras de ano novo e da janta de amanhã.
Pegamos um baita movimento, acho que estávamos com saudades de engarrafamento. Fomos mais uma vez para Jurerê para jantar, escolhemos uma hamburgueria com um bom ranking no trip advisor mas não era nada demais.
Quando chegamos em casa fomos fazer o Vini dormir e depois nossa ideia era jogar cartas mas acabamos desistindo por causa do horário.
Hoje o dia começou nublado, passamos a manhã em casa, uns na rede, outros no sofá. O Vini ficou transportando pedrinhas para a rua e juntando florzinhas para dar pra Grazi.
No almoço fiz um carreteiro de linguiça que todos gostaram. Tentamos fazer o Vini dormir mas ele não estava muito a fim então fomos para a praia.
Ele brincou tanto por lá, comeu areia, tomou água do mar e se divertiu muito. Pedimos uma batata frita que comeu quase tudo, uma parte com areia.
A Grazi aproveitou para tomar a segunda garrafa de espumante na beira da praia. Não tinha muito vento mas sem o sol ficou um pouco frio.
Na volta a Grazi ficou com o Vini e eu, a Tati e o Campani fomos dar uma corrida. Fomos até a praia de Jurerê, no meio do caminho começou a chover mas mesmo assim seguimos nossa corrida. Ida e volta deu quase 9km.
Como o Vini estava cansadão, fui fazer ele dormir. Na volta já estava tudo pronto para a jogatina de canastra, só estava mal de parceira que estava pra lá de bagda.
Tomamos uma surra e fomos dormir.
Acordamos as 8:30 e desci para tomar café com o Vini enquanto a Grazi dormia um pouco mais.
Ele não estava com muita fome, só aceitou uns sucrilhos e um café com leite. Ah, e um celular, é claro.
Em seguida o resto do pessoal acordou e eu aproveitei para sair, queria muito cortar o cabelo. Meu barbeiro se mudou para cá, esta atendendo em Jurerê internacional e como viríamos para cá acabei nem cortando em Porto Alegre.
Ele cortou do jeito que eu gosto, esta difícil acertar o corte com outro barbeiro.
Na saída fui no supermercado fazer algumas compras, por algum milagre Floripa não esta lotada mas acho que isso é por esses dias, no final de semana deve lotar.
Na volta fui direto para a praia, estavam todos lá aproveitando os poucos momentos de sol que teremos na temporada.
De noite preferimos sair para jantar, escolhemos um lugar em Santo Antônio de Lisboa, que a Tati e o Campani gostam muito. Lá pedimos um camarão com molho de queijo, batatas e cogumelos e um peixe com frutos do mar e para beber, um vinho rose português.
O Vini ficou nem comportado e comeu quase que o prato todo dele.
Como estavam todos cansados, nós recolhemos cedo. Tínhamos combinado jogar cartas mas como demoramos para fazer o Vini dormir, a Tati e o Campani foram dormir também.
Nossa saída estava agendada para as 8h30/9h mas deixamos muitas coisas para última hora que conseguimos carregar o carro perto das 11h.
Tinha tanta tralha para levar que tivemos que fazer uma operação grande, deixei o prisma com o Alex, peguei a picape, leve para lagoa em Osório e troquei pela camionete do Silvio. No caminho almoçamos no maquiné.
Pegamos a estrada depois das três da tarde e com isso acabamos chegando tarde. Não tinha nada de movimento até Palhoça e lá perdemos 1h30 no engarrafamento. O Vini veio super de boa à viagem toda, tirou uma soneca numa parte do caminho.
O GPS nos levou para uma bocada numa outra praia, pegamos o caminho de volta e fomos pelas placas. Chegamos na casa as dez da noite.
O sobrado é bem ajeitadinho, duas suítes no andar de cima e uma sala grande com lavabo embaixo.
Minha ideia era cortar o cabelo ainda hoje mas quando estava liberado o salão já estava fechado. Consegui um mercadinho aberto para comprar algumas coisas para a janta.
A Tati e o Campani ficaram jogando carta até as 3:00 da manhã, nós nos recolhemos cedo.
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Bahia #8

Últimas horas de férias começou cedo, fomos dar a comida para os peixes e depois fomos para o café. O Vini comeu presunto, queijo e blanquet com suco de laranja e uns bolinhos e a Grazi os omeletes e tapiocas de sempre.
Levamos uma banana caso encontrarmos os macacos mas no fim achamos eles mas já tinham comido e estavam descansando na copa das árvores.
Brincamos um pouco no parquinho pela última vez. Ele brincou um pouquinho em cada um dos brinquedos.
Voltamos para o quarto para fazer as malas. Tinha tanta tralha para juntar, pelo menos estamos voltando com as malas mais leves.
Fizemos o check-out, esquentamos a comida do Vini e fomos para o aeroporto. Chegando lá o rapaz da locadora já estava esperando.
A Grazi aproveitou para dar o almoço do Vini e embarcamos em seguida. Esse primeiro voo não foi muito fácil, o Vini estava bem agitado.
Em São Paulo aproveitamos para tomar café na Starbuck antes de embarcar para Porto Alegre. Enquanto aguardavamos o horario eu e o Vini ficamos subindo e descendo nas escadas rolantes.
A segunda parte do voo foi nais tranquilo, o Vini passou o voo todo virando um copo com gelo de um copo pro outro. Se soubéssemos que ele se entreteria assim já tínhamos levado uns copos nos outros voos.
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Bahia #7

Vini nos chamou um pouco mais cedo, era pouco depois das 8h e não quis tirar uma sonequinha antes. Desci na frente com ele para dar comida aos peixes e depois fomos tomar café.
Ele esta fã dos blanquets, pão de queijo e suco de laranja. Ele não queria perder muito tempo no café então fui com ele procurar os macacos e não encontramos.
Ali perto das árvores onde os macacos ficam tinham umas crianças falando de um tal parquinho que ficava mais adiante então eu e o Vini fomos até lá conhecer.
Lá é muito legal e maior que a outra pracinha que estávamos indo, cheio de escorregadores e outros brinquedos, ficamos um tempão por lá e em algum momento os macacos apareceram mas a gente estava sem bananas pra eles.
Alguma hora começou a chover e fomos correndo pro hotel, até esquecemos os sapatos do Vini lá. A Grazi estava tirando uma soneca extra e acabamos acordando ela.
Aproveitamos para arrumar as coisas para ir almoçar. Combinamos com o Gibinha de almoçar num hotel da rede que ele trabalha.
Por ser um hotel português, o almoço era tradicional de lá, com bacalhau, pasteis de Belém e azeitonas, estava muito bom.
O irmão do Gilberto almoçou junto com a gente e ficamos por lá até as três da tarde. Na saída ainda demos uma passeada pela volta, fomos no farol da barra, mercado modelo e elevador Lacerda. O Vini queria ficar só alimentando as pombas.
Pra variar, o Vini dormiu 10 km antes de chegar no nosso hotel, alias, tem feito isso em todos os nossos passeios.
Já estava quase escurecendo, fomos direto para a pracinha tentar brincar mais um pouco, ficou quase uma hora nos brinquedos. A fome já estava pegando então voltamos para o quarto para jantar.
Para nós pedimos no quarto dois pratos a la carte, que é muito melhor que o buffet, deveríamos ter feito isso antes.
Depois o Vini foi brincar no banho e em seguida mamou para dormir.

Bahia #6

Acordei bem as 8:40 e desci com o Vini para o café enquanto a Grazi tirava uma soneca antes, confesso que estava com fome e nem fomos dar comida para os peixes.
O café de hoje não tinha pão de queijo pro Vini mas ele trocou bem por frango grelhado com cebola, comeu bastante junto com suco de laranja.
Saímos do café para procurar os macacos mas de novo chegamos tarde. O cuidador disse que tinha dado bananas as 8h, amanhã vamos tentar chegar mais cedo.
Voltamos no café para acompanhar a Grazi e o Vini comeu mais um pouquinho. Estávamos planejando o que fazer hoje, a Grazi tinha pensado na praia, eu em passear no centro de Salvador mas no fim decidimos em fazer um passeio no Projeto Tamar da praia do forte.
Ate lá é pouco mais de 40 km mas levou uma hora, o trânsito aqui é bem ruim, com limite de velocidade baixo, estradas ruins e engarrafamentos. Ficamos na dúvida se foi lá que fomos da outra vez pois parecia tudo diferente.
Chegamos pouco depois do meio dia e fomos almoçar direto. Tinha um restaurante com churrascaria que nos pareceu interessante. O Vini comeu o feijão baiano e gostou.
A chuva deu uma trégua e fomos ver as tartarugas. Não lembrava que quase nada da praia do forte, da outra vez que viemos aqui parecia mais vazio, abandonado, agora tem um centrinho grande, cheio de lojas e restaurantes por tudo.
Entramos e começamos a ver as tartarugas, dos filhotinhos as tartarugas gigantes, o Vini não deu muita bola para as tartarugas de verdade, ele gostou mesmo das esculturas, beijou e abraçou todas.
Ele também gostou da piscina com as raias, não queria sair de lá de tanto que gostou. Conseguimos pegar a hora do almoço deles e vimos as raias se alimentando.
Quando saímos de lá fomos procurar um lugar para a Grazi comer uma tapioca e tomar um café, enquanto isso, eu e o Vini passeamos pelas lojinhas.
Pegamos a estrada de volta para o hotel, ainda tivemos que abastecer no caminho pois já estava na reserva. Descobrimos também que não precisaríamos ir  até o aeroporto, tinha vários retornos antes de chegar no nosso hotel.
Resolvemos preparar a janta do Vini antes do banho para ele comer bastante, e comeu. Assistimos um pouco de desenho e depois foi oro banho. Enquanto isso fui até um restaurante japonês que tinha perto do condomínio para buscar a nossa janta, ceviche e Sushi.
O Vini também comeu peixe cru e Sushi, parece que gosta. Depois da nossa janta colocamos ele para dormir e em seguida dormimos também.

Bahia #5

Dormimos bem até as 8:30 e levantamos para o café, a Grazi foi na frente com o Vini pois ele queria alimentar os peixes.
O Vini tem gostado muito de pão de queijo e suco, estamos alternando entre os sabores mas o preferido é de laranja.
Depois do café fomos procurar os macacos para dar comida mas descobrimos que chegamos tarde demais, eles já tinham comido e foram passear por outros lados.
Nossa ideia era ficar pelo hotel brincando até a hora do almoço do Vini e logo em seguida pegar a estrada.
Nosso passeio da tarde ficava a 100 km do nosso hotel porem levou pouco mais de duas horas. A estrada é bem ruim e cheio de pardais e mesmo sem muito movimento demorou bastante.
Antes de chegar no destino, passamos por uma cidade chamada Cachoeira, parecia ser relativamente grande mas bem pobre, bastante comércio e lugares abandonados.
Atravessamos uma ponte férrea de ferro para chegar até São Felix, onde fica a fábrica principal da Charutos Dannemann. O lugar é bem grande e abriga um projeto social para as crianças da cidade com música, teatro, danças e esportes.
Na parte de trás é que fica a parte dos charutos, estava esperando algo grande mas é pouco mais de meia duzia de pessoas que fazem os charutos. Tem mais gente trabalhando nas fazendas no cultivo do fumo.
O Filipe me apresentou toda a linha de produção, desde o plantio até a finalização do produto. Me mostrou a montagem do charuto, os tipos de folhas que vão em cada charuto até a última folha que finaliza o charuto.
Na saída passei na lojinha e comprei uma caixa de charutos personalizada. Como estava um pouco tarde acabei não degustando um charuto in loco.
Pegamos a estrada de novo mas antes paramos na cidade vizinha para almoçar, até passamos num restaurante mas preferimos pegar um Subway que era mais rápido e garantido, também aproveitamos para carregar o celular.
Pegamos a mesma estrada de volta e duas horas depois estávamos chegando. O Vini já estava entediado e cansado da viagem mas eu acho que valeu a pena o passeio (para mim pelo menos).
Chegando no hotel, demos o banho no Vini e servimos a janta mas ele não gostou muito no menu e acabamos pedindo uma pizza de calabresa e aí ele comeu bastante.
Como estava muito cansado dormiu cedo e rápido e nos pegamos uma espumante e ficamos na varanda fumando charutos e conversando até meia noite.

 

Bahia #4

O Vini tem colaborado bem, acordando num horário bem compatível com as ferias. Eu desci primeiro com o Vini e antes do nosso café fomos dar comida para os peixinhos. Dessa vez ganhamos um copo cheio de ração.
Tomamos o café de sempre, acho que poderia ter outras opções no buffet, acabo comendo bem pouco. A Grazi gosta muito, come omelete e duas tapiocas no café.
Levamos algumas bananas para os macacos e quando chegamos no meio das árvores eles já estavam todos lá nos esperando. Comeram as bananas na mão do Vini, ele ficou muito feliz.
Nossa ideia era ir para a praia mas o Vini estava meio cansado e impaciente então ficamos pelo hotel mesmo, brincando no hall e no quarto. Neste meio tempo pedi um carro para os próximos dias e chegou rápido.
Na verdade é um Palio com ar condicionado mas está de bom tamanho já. Esperamos o Vini tirar uma soneca que achei que seria rápido mas dormiu pouco mais de duas horas.
Apesar de escurecer cedo e ainda todos os pontos turísticos estarem longe daqui resolvemos ir igual. Escolhemos ir no Pelourinho, que tínhamos gostado da outra vez e achamos que o Vini ia gostar das baianas e das batucadas.
Já era o horário do rush e levamos uma hora para chegar lá, pelo menos conseguimos estacionar pertinho.
Subimos as ladeiras, passeamos pelas ruazinhas, tiramos fotos e o Vini curtindo tudo. Confesso que ele gostou mesmo foi do ônibus da polícia e até conseguiu entrar para conhecer.
Como já estava bem escuro, decidimos voltar e procurar um lugar para jantar. Pelo tripadvisor achamos um restaurante muito bem recomendado na Barra e apesar da distância resolvemos encarar.
O restaurante fica na rua do Farol da Barra e ao chegar ainda estava fechado então passeamos pelo farol para fazer hora.
Quando começou o serviço já estávamos lá com o pedido definido. Fomos de um menu degustação a escolha do chef e estava excelente. Iniciou com uma salada verde com tomate confitado, queijo de cabra, uma redução de balsâmico com cacau e uma tainha defumada.
O segundo prato foi umas vieiras servidas numa concha flambada, o terceiro prato foi um risoto de javali e a sobremesa foi um trio de mini porções com cheesecake, mousse de chocolate e um brownie de chocolate acompanhada de uma calda de framboesas. Todos os pratos estavam excelentes e muito bem elaborados e apresentados.
De barriga cheia voltamos para o hotel, demos um banho rápido no Vini e logo dormiu.