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Hoje o dia foi um tédio.

Na verdade não aconteceu muita coisa, o pessoal acordou cedo para esquiar e eu resolvi ficar no hotel arrumando minhas malas e descansando um pouco.

Tínhamos combinado de pegar a estrada as 15h, para conseguir chegar no vulcão Osorno e tirar umas fotos mas o pessoal ficou se amarrando na montanha e chegaram depois das 17h. Eu nesse meio tempo tomei banho, arrumei com calma as minhas malas, acessei a internet etc.

Eles chegado fizemos o checkout colocamos as malas no carro e seguimos em direção a fronteira da Argentina. Essa primeira parte era rápido, 30km apenas. Primeiro fizemos nossa saída do Chile, e adiante aduana na Argentina, dessa vez foi bem rápido (na verdade não tinha nenhum movimento).

De lá foram mais 150km até Bariloche. No caminho passamos por Villa Angostura, a cidade é bem bonita e achei parecido um pouco com Gramado, pena que não deu tempo para conhecer, mas fica perto de Bariloche e se sobrar tempo vamos visitar.

Ao chegar em Bariloche, fomos direto para nossas cabanas onde iremos ficar a partir de amanhã. Na verdade queríamos ver se por acaso a nossa cabana já não estava liberado, mas estava ocupada até amanhã como combinado. O dono das cabanas nos indicou um lugar ao lado e lá tinha uma cabana para 6 pessoas disponível.

Descarregamos os carros e fomos jantar no Boliche Del Alberto, um restaurante excelente indicado pelo tradicional livro do Adriano. Comemos muito, pedimos muitas carnes, estava tudo muito bom para variar e também bebemos muitos vinhos.

Aproveitamos a janta para fazer o sorteio das camas, eu não tive muita sorte e dormi num colchão no chão, mas estava bom, de tão cansado que eu estava.

Amanha chega o resto do pessoal.. Karina, Miriam, João e Lucia. O Adriano e o Portela devem buscá-los no aeroporto.

Meus diários estão meio sem graça por alguns motivos:

– Nossa viagem tem o objetivo de esquiar, logo, todos os dias parecem iguais.

– O não ter a internet disponível todos os dias me deixa muito mal humorado e não me da vontade de escrever.

– Não tem coisas muito engraçadas pra fazer por aqui.

Vamos ver se tiver internet nas cabanas em Bariloche de repente eu me anime um pouco.

Hoje foi isso

Bjs,

t.

Acordamos bem cedo para aproveitar melhor o dia na estação. Tomamos um mega café que para mim já serviu como almoço, arrumamos os equipamentos de esqui e fomos em direção a montanha. A estação fica a 18km do hotel, a estrada é bem ruim, mas pela paisagem vale a pena.

Nosso fotografo profissional Marcelo tirou boas fotos no caminho. Alias, muitas das fotos boas foram tiradas por ele.

Chegamos na montanha por volta das 9h30 e começamos a esquiar. Hoje meu dia rendeu, desci diversas vezes as montanhas e caí pouco até. Fique inicialmente treinando numa montanha menor para depois descer as maiores. Caí alguns tombos espetaculares, que graças a deus ninguém tinha maquina por perto.

A montanha estava bem vazia, por osso conseguimos esquiar bastante. Em Chillan em um dia inteiro conseguimos fazer 5 descidas só enquanto em Antillanca foi possível descer mais de 20 vezes.

Depois de um almoço rápido (purê e empanado de Jamon y Queso), voltamos para a montanha. Tomei coragem e desço uma das maiores montanhas da estação, e essa vez cai bastante. Levei uns 40 min para chegar até a base.

No mais estou melhorando minha técnica, estou com algumas dificuldades, mas estou aprendendo. Vejo as crianças de 5 anos esquiando bem melhor e eu com quase 30 fazendo fiasco.

Por volta das 17h a montanha fechou e fomos embora, pois a piscina estava nos esperando no hotel.

Chegamos e fomos direto nos trocar para aproveitar bem o horário das piscinas. Fizemos algumas brincadeiras de sair da piscina quente e pilar na de água fria e depois voltar, quase trinquei os dentes. Ficamos até as 20h na piscina e depois subimos para tomar banho e se preparar para ver o jogo do Inter. Eu como um fanático por futebol, preferi ficar na internet.

Aproveitei para colocar tudo em dia, principalmente as fotos, podem conferir no meu Gallery.

No mais é isso, amanha vamos esquiar boa parte do dia e depois voltar para o hotel e viajar para Bariloche, onde ficaremos 9 dias. Lá espero ter internet no quarto, assim me sinto mais confortável.

Ah, parabéns aos colorados 🙂

Hoje acordamos com uma temperatura de -2 graus às 9h da manha, já deu pra sentir como vai ser o dia né?

Fizemos um lanche rápido pois queríamos chegar cedo na montanha para poder aproveitar mais, já que ontem estava muito lotado pois era feriado aqui. No caminho tinha muitos carros, estava tudo engarrafado, foi aí que o nosso dia mudou. Resolvemos ir para Antillanca, Osorno.

Voltamos para a cabana, arrumamos nossas malas, colocamos tudo dentro do carro e antes de sair, o dono das cabanas nos ofereceu um brunch, logo após, pegamos a estrada em direção a Antillanca.

Durante os 650km até Osorno, éramos acompanhados pelas cordilheiras e vulcões, no mais dormi quase o tempo todo.

Chegamos no hotel Ternas de Puyehue (http://www.puyehue.cl), um hotel indicado pelo livro do Adriano como um dos melhores da região. O hotel é enoooorme, tem 11 mil hectares. Aqui tem de tudo, principalmente piscina de águas vulcânicas.

Fizemos nosso checkin às 19h e fomos aproveitar as piscinas, antes que fechassem as 20h. Depois disso, tomamos um banho e fomos jantar. Eu troquei a janta para ficar na internet, já que estava a dias sem conectar.

Dormimos relativamente cedo, pois amanha teremos um longo dia de esqui!

As fotos estão fora de ordem, isso porque estão organizadas por nome de arquivo e já que temos diversas maquinas, acontece isso. Já publiquei as últimas fotos de Chiullan e as de Antillanca.

No mais era isso.

t.

Acordamos perto das 10h e nos aprontamos para passar o dia esquiando. Estava bem frio de manha, passou a noite toda nevando e estava tudo cheio e neve.

Nos dividimos  nas duas camionetes e fomos em direção do topo da montanha. O caminho estava melhor que ontem, pois limparam um pouco da estada. Como amanha é feriado mo Chile, os hotéis da região estavam lotados, e com isso as pistas também.

Tivemos que deixar nosso carro um pouco afastado da montanha. Caminhar de botas e com todo equipamento é bem cansativo, estou começando a acreditar que estou um pouco fora de forma mesmo.

Num primeiro momento, subi sem os esquis pois queria tomar café da manha antes já que em nossa cabana não tinha café. Subi até o bar da montanha e tomei um cafezão, voltei ao carro, peguei meus esquis e fui esquiar.

Comecei descendo pela parte mais fácil, digamos que já estou melhor que outro dia, mas preciso urgente de umas aulas, vou deixar par fazer isso em Bariloche, já que lá terei mais tempo.

Ficamos na montanha até fechar, perto das 17h. Estava um frio infernal, não via a hora de chegar no hotel e ficar na lareira.

Na volta passamos no mercado para comprar algumas coisas que estávamos precisando e aproveitamos para usar a internet. Não consegui mandar os diários de bordo, pois não deu pra ligar o note.

Voltamos para a cabana e hoje faremos uma parillada sob o comando do nosso assador profissional, o Adriano.

Preparamos o fogo e fizemos a parilla, estava como sempre muito bom. Depois disso ficamos na cabana bebendo vinho e conversando. Logo mais fomos dormir, pois amanha teremos outro dia de esqui pela frente.

t.

Acordamos por volta das 10h da manha, tomamos um mega café e nos preparamos para seguir viagem.

Aproveitamos para ir as compras no shopping Parque Arauco, um shopping enorme, que me lembrou muito os Estados Unidos. Tinha Taco Bell, Starbuck, Dukin Donuts e mais um monte de outras lojas. O conceito do shopping é estilo americano, com um estacionamento grande e lojas estilo boulevard.

Voltamos para o hotel e fizemos checkout, pegamos as ultimas informações do caminho. AS ruas de Santiago são muito interessantes, tem alguns túneis que cortam a cidade quase de ponta a ponta. Tem muito prédios em construção.

No caminho para Chillan, pegamos nossa primeira chuva, tinha até esquecido dessa possibilidade. Almoçamos rapidamente Np Mcdonalds para não perder muito tempo.

Tínhamos 400km pela frente e já era mais de 3 da tarde, o tempo estimado era 6 horas. Chegamos na cidade de Chillan as 21h30 e de Chillan até as Termas são mais 80km. Esses 80km que eram o problema, enquanto chovia horrores na estrada, ao subir a montanha começava a nevar. O caminho era de muita neve.

Chegamos no topo da montanha quase 23h30. Foi aí que começou nossos problemas. Não tinha acomodação no hotel que tínhamos pensado (Pirigallo). De cima para baixo, fomos entrando em todos os hotéis e cabanas que tinha pelo caminho. Mais de 8km depois desse hotel, conseguimos uma cabana. A cabana parecia ser bem legal.

Ao garantir a acomodação, fomos jantar num restaurante que tinha perto da cabana. O estilo do lugar era bem legal, dentro era bem aconchegante e pela janela a neve caindo. Tomamos varias garrafas de vinho e comemos pizzas.

Na saída, Adriano, Raul e Portela começaram uma guerra de neve, nessa o Portela se deu mal, pois era os dois contra ele, foi muito divertido.

Ao voltar para a cabana, tivemos a informação que o nosso quarto no poderia ser ocupado, pois o aquecedor de água estava estragado. Como não tínhamos mais escolha e já eram mais de 2h da manha resolvemos ficar, mesmo na condição de que esse problema poderia ser resolvido amanha.

Amanha teremos nosso primeiro dia de esqui em Chillan.

Hoje acordamos um pouco mais tarde, tirando o Marcelo que acordou as 8h30 para buscar o carro em Mendoza.

Por volta das 10h da manha, fomos tomar café e aguardar o Marcelo voltar. Não queríamos esquiar pois ele podia voltar nesse meio tempo e tínhamos a informação que a fronteira iria abrir hoje na parte da tarde.

Por volta das 14h, o Marcelo chega de Mendoza com o Jeep funcionando. Acabamos fazendo um almoço rápido e partimos em direção a Portillo, no Chile.

O caminho não tinha muita coisa alem de cordilheiras e muita neve. De Penitentes a Portillo são apenas 30km.

Paramos no caminho para conhecer Puente Del Inca, uma ponte construida pelos Incas, estava cheio de neve e bem bonita. Tiramos algumas fotos e partimos em direção a Santiago.

De Portillo a Santiago foram mais 170km, foi mais rápido que os 30km até Portillo. A cidade é enorme, tem em torno de 7 milhões de habitantes. Como o Marcelo já conhecia, não foi muito difícil achar o nosso hotel. Ficamos hospedados no Atton, um hotel excelente em Las Condes.

Depois de instalado, cada um foi acessar seus e-mails e eu aproveitei para publicar fotos e os diários de bordo. Tomamos banho e fomos jantar.

A janta foi no restaurante giratório, que a cada hora completa uma volta. Da pra ver toda a cidade e a comida é boa, apesar de pouco, dessa vez não tomamos vinho. Heheeh

Na volta abrimos uma garrafa de Jack Daniels e ficamos conversando.. alguma hora eu morri.

Hoje era dia de seguir viagem. Acordamos cedo, tomamos café e fizemos o nosso checkout. Pouco mais de 8h30 já estávamos na estrada.

Pelo caminho já era possível ver as cordilheiras. Fizemos algumas paradas para tirar fotos e seguimos o caminho em direção a Penitentes. Penitentes é a última estação de esqui antes da fronteira como Chile.

Ao chegarmos em Penitentes, fomos procurar um hotel e estavam todos lotados pois recém tinha chegado um ônibus de excursão. No fim achamos um hotel chamado Lomas Blancas. Não tinha mais acomodações disponíveis, apenas um apartamento para 5 pessoas que acabamos improvisando uma cama extra.

Depois de desfazer as malas, acabamos trocando o almoço por umas barras de cereais e fomos esquiar.

Nesta hora começou o drama. Minha estréia no esqui não foi das melhores. A bota é muito apertada e pesada, dificultando caminhar com elas. Caí horrores.. preciso fazer urgente umas aulas de esqui. O frio não é tão ruim, deve ser porque não tinha muito vento.

Fiquei esquiando (ou tentando) das 13h às 15h30 e praticamente morri! Achei melhor voltar para o hotel, tomar banho e descansar.

Chegando no hotel, dormi até as 20h, levantei e com muito esforço fui jantar com o pessoal, afinal, era aniversário do Portela.

Jantamos num restaurante do lado do nosso hotel, a comida era excelente e o clima era bem agradável. Tomamos muitas espumantes e vinho.

Eu acabei voltando mais cedo pois estava muito quebrado, logo depois chegou o resto do pessoal, tirando o Portela e o Raul, que seguiram a noite.

Bom, amanha devo ir com o Marcelo de volta para Mendoza para devolver o carro e pegar o Jeep de volta.

No mais amanhã vamos tentar atravessar para o Chile, esta muito complicada a travessia, pois esta sempre fechada por causa das tempestades de neve.

Bom, já estou aqui a cinco dias e nada de esqui ainda.

Hoje foi um dia de compras. Acordamos relativamente cedo, tomamos café e fomos as compras.

Primeira parada foi nas lojas de roupas de esqui. O Portela e o Raul compraram roupas e depois fomos a uma loja de equipamentos de esqui.

Passamos horas comprando os equipamentos para esquiar. Eu comprei apenas uma bota, bastões e uma luva, o resto eu já tinha.

Depois das compras, fomos almoçar no Palmares Open Mall que era um shopping bem legal, comi apenas uma pizza.

Como estávamos num shopping e não tinha nada melhor pra fazer, pois estávamos esperando informações sobre o carro do Marcelo então continuamos fazendo compras.

Aqui é tudo muito barato, fizemos paradas nas lojas da Puma e La Martina, dessa vez não consegui sair ileso e acabei comprando um casaco lindo.

Depois do shopping, fomos até a oficina ver o estado do carro e tivemos a informação que o carro só vai ficar pronto amanha no final da tarde. Voltamos para o hotel, pois precisávamos arquitetar um plano.

Ao chegar no hotel, fizemos uma reunião e decidimos alugar um outro carro e sair de qualquer jeito de Mendoza para esquiar.

Estamos indo amanha de manha para o Cerro Los Penitentes, depois a idéia é o Marcelo voltar pata devolver o carro e voltar com a camionete e nos encontrar em alguma cidade próxima.

Como hoje o dia foi meio chato, resolvemos jantar bem. A janta foi num dos melhores restaurantes de Mendoza, o Don Mario (www.donmario.com.ar). Estava muito bom, tomamos diversas garrafas de vinho e eu fui do tradicional Bife de Chorizo.

Na saída, pra variar, nos perdermos diversas vezes, nosso piloto Portela é meio perdido com ruas, mas chegamos bem.

Meus diários estão indo com certo atraso, isso porque os hotéis que estamos pegando não tem wi-fi. Vou tentar escolher melhor os hotéis para não ter esses problemas. Mas quando der, envio todos e publico as fotos.

Por enquanto não passei frio ainda, estou me alimentando bem, e tomando pouca coca-cola. Meu espanhol esta melhorando um pouco, mas insuficiente para sobreviver sozinho aqui.

bjos,
t.

Acordei por volta das 9h, afinal, não adiantava nada acordar mais cedo, teríamos que esperar o guincho que chegava depois das 10h da manha.

Tomei café, arrumei minhas malas e fiquei aguardando o guincho chegar. Aproveitei para comprar um Renu, pois esqueci o meu em Porto Alegre.

Chegando o guincho, separamos os grupos, o Marcelo foi no guincho e o resto na camionete do Portela.. Ficou um pouco apertado, mas eram só 350km até Mendoza.

O caminho arte lá foi muito divertido, fizemos diversas filmagens do Marcelo e do carro dele. E o caminho era um deserto, com muitas plantações de uva. No horizonte já podíamos avistar as cordilheiras.

Chegamos em Mendoza as 15h, tivemos que ficar dando voltas pois o comercio só abre depois das 16h

Passeamos por umas ruas perto do centro, visitamos umas lojas de esqui (só a vitrine, pois estavam fechadas), passamos pelo cassino e etc. Ao chegar, fomos em direção da autorizada da Chrysler.

Ao chegar lá, estávamos rezando para ser alguma coisa simples de resolver, acabamos deixando o carro lá para um diagnóstico e fomos almoçar. Comemos no Makro Atacado, a comida não era das melhores, mas como bebemos uns vinhos até que não ficou tão ruim.

Saímos do almoço e fomos ver o carro. Segundo o mecânico, podia ser uma vedação, bomba de óleo ou a caixa que estragou. No fim, o Marcelo ficou lá para guardar o resultado final e nos fomos procurar um hotel.

Com algumas indicações, fomos para a Praça central, onde tem diversos hotéis. Visitamos alguns e acabamos ficando numa boa relação custo/beneficio, afinal, não sabemos quanto tempo poderemos ficar por aqui aguardando o carro.

Ficamos no hotel Ritz, hotel era bem bom, só não tinha internet Wi-Fi. Enquanto o Portela voltava para buscar o Marcelo, fiquei arrumando as coisas e depois dei uma navegada na internet do hotel.

Na noite ficamos assistindo o jogo do internet no hall do hotel, acompanhando de papas fritas e muita cerveja. Enquanto rolava o jogo, eu como adoooro futebol fiquei na internet.

Mais tarde, fomos jantar num restaurante no centro de Mendoza. O lugar era bem legal e comi uma massa com molho de quatro queijos e muito vinho.

Acordamos um pouco mais tarde hoje, pois teríamos apenas 900 km pela frente.

Ao sair do hotel, o Marcelo percebeu que o liquido de freio estava vazando, passamos num mecânico para tentar resolver. Depois da terceira mecânica visitada achamos que o problema foi resolvido.

Nesse contratempo, perdemos a manha toda. Acabamos saindo por volta do meio dia de Ciudad do Paraná.

(Na saída, passamos pelo primeiro túnel subaquático da America Latina!).

O mecânico que arrumou o carro sugeriu uma Parillada na cidade de Mercedes. Dirigimos uns 100km até esse local. Falaram que era um excelente restaurante, eu particularmente não gostei nem um pouco.. Sou mais do entrecot do Adriano.

Após um almoço breve, fomos em direção a Mendoza. No caminho paramos para tirar algumas fotos e curtir a paisagem.

Ao entardecer, fizemos uma parada para abastecer e outra para um lanche rápido, pois queríamos chegar antes das 23h em Mendoza.

Eis que às 22h o carro do Marcelo da outro problema, e dessa vez parece mais grave. Vazou óleo da caixa de cambio e o carro não anda mais. Nem sabia onde estávamos para poder pedir ajuda. Com o auxilio do GPS conseguimos nossa localização exata. Estava frio com um vento que estava insuportável. Acabamos instalando o cambão e rebocamos o carro. Fomos até a cidade mais próxima que era San Luis a 23 km de distância.

Encontramos um hotel bem ruinzinho, mas não tínhamos muitas alternativas, afinal, eram quase 2h da manhã.

Amanha teremos que ver o que fazer com o carro, e aqui em San Luis vai ser difícil, pois é uma cidade pequena, de repente teremos que rebocar até Mendoza.

Acabei conectando até as 4h30 da manha e fui dormir.