Viagens

Acordamos por volta das 9h, descemos rápido para o café para garantir algo para comer, já que o café alem de ser bem simples acaba antes de terminar.

Comemos rapidamente pois combinamos de buscar os guris e irmos para a montanha. O dia não esta dos melhores, mas precisávamos ir esquiar, pois as ferias estão chegando no fim e ainda nem esquiamos direito. A chuva tinha parado um pouco, mas aqui isso não quer dizer nada pois do nada começa a nevar.

Chegamos no hotel deles perto das 10h e seguimos para o cerro catedral. No meio do caminho começou a nevar de novo, mas estava melhor que da outra vez que estava chovendo. Conseguimos estacionar mais na frente, e isto reduz um pouco do sofrimento para carregar os equipamentos.

Achamos que íamos pegar muita fila para comprar os passes, mas estava bem tranquilos, então já pegamos um passe para 3 dias, assim podemos ir direto para a montanha.

A fila que não pegamos na bilheteria pegamos em dobro nas cadeirinhas. Acho que ficamos 1h esperando para fazer a primeira descida e isso desanima qualquer esquiador, pois não bastava esse tempo ruim tem mais a fila para atrapalhar.

Hoje estávamos bem para esquiar, não estávamos molhados nem com muito frio, mesmo que a neve não parou nem um segundo. Ao final da primeira subida, pegamos outro sliki lift para outro ponto mais alto, este a fila estava bem menor. Chegando lá em cima, fomos direto pro bar, pois precisava ir ao banheiro. Ficamos mais um tempo ali aproveitando a lareira e tomando um chocolate quente. Em seguida chegou o Adriano e o João, ficamos mais um tempinho ali e fomos descer.

A minha descida não foi das melhores, estava cansado de tanto ficar de pé na fila com essas botas extremamente apertadas, acho que vou alugar uma para testar, não é possível que é ruim para todos.

A pista estava boa até, a neve estava um pouco compacta e com a neve que estava caindo deixava boa a descida. Desci melhor que o outro dia, mas ainda estava bem fora de forma, acho que no Chile estava muito melhor. Uma questão que chegamos a conclusão é que o negocio é ir para resorts com ski in/ski out, assim tu aproveita muito mais o esqui, não precisa pegar carro e nem carregar todas tralhas para a montanha.

Acabei fazendo uma descida só, minha bota estava me matando. Acabei ficando no shopping esperando os guris, que chegaram logo em seguida. Na verdade estava muito chato pegar aquela fila toda para subir.

La encontramos o Girardi e família, também reclamam da demora para cada subida. O João, a Grazi e o Girardi ainda se aventuraram pra subir mais uma, eu e o Adriano ficamos no shopping descansando e navegando na internet.

Depois fui comprar uma bolsa quente que descobrimos aqui e aproveitamos para almoçar. Comemos o mesmo de ontem, aquele super sanduichão com carne. Ficamos mais um tempo la e resolvemos voltar para a cidade.

Nosso carro estava cheio de neve de novo, mas nos estávamos bem, sem muito frio. Colocamos os equipos no carro e fomos embora. A estrada estava bem escorregadia por causa da neve que caiu a tarde toda. Chegamos no hotel por volta das 18h30 e eu levei mais uns 30min para achar um estacionamento para o carro, esta hora é bem complicada, de noite não tem ninguém na frente do hotel.

Aproveitei um banho de banheira prolongado.

Hoje como o ski não ia sair de qualquer jeito por causa da chuva, resolvemos dormir até mais tarde. Acordamos depois das 10h e já não tinha mais o super café. Nos arrumamos e fomos pro hotel do Adriano e lá ficamos até as 13h. Aproveitei para desbloquear o iPad dele e ficamos por la esperando a chuva passar.

A fome estava forte, pois não tínhamos tomado café, então fomos no restaurante Don Molina que o Adriano sugeriu perto do hotel deles. O Girardi e família foram junto com a gente. A comida estava boa, mas não se comprara ao Bolicho del Alberto. Eu pedi uma massa carbonara e a Grazi uma massa com salmão defumado, as duas estavam excelentes. O Adriano não gostou muito do bife de chorizo dele.

Durante o almoço, começou a nevar forte, deixou todas as casas com os telhados branquinhos. Assim que parou a neve, abriu um solzinho, bem fraquinho mas o suficiente para dar uma passeada pelo centro de Bariloche.

Fomos no centro cívico, onde fica os são bernardos, tiramos algumas fotos e caminhamos pelas ruas. Fizemos algumas comprinhas e paramos na Del Turista para tomar um sorvete. Tinha uma senhora que passou mal e foi embora de ambulância.

Voltamos para o hotel e tiramos uma soneca até as 22h. Achamos que nem ia rolar a janta, mas decidimos acompanhar os outros. Comemos na La parrilla del Tony, eh uma parrillada bem rústica. Eu achei a carne mais ou menos, mas valeu para conhecer. Tomamos umas stella artois e a Grazi no tradicional vinho.

No caminho de volta, passamos na frente do cassino onde aproveitamos para brincar um pouco. O Adriano e o João jogaram na roleta e a Grazi nas maquininhas. Ao contrario dos guris, a Grazi ganhou 90 pesos nas maquinas!

Saímos de lá e demos uma passadinha no Wilkenns pub, mas não ficamos nem 10 minutos, estávamos todos cansados. Já no hotel a Grazi estava com umas pontadas fortes na barriga, e o pior é que não tínhamos nada para dor, mas em seguida diminuiu e ela conseguiu dormir.

Acabamos nem colocando o despertador hoje, pois as chances de esquiar eram baixíssimas, pois alem de estar quebrado de ontem, a chuva não deu trégua e resolvemos fazer outro passeio hoje. Descemos para o café da manhã, que conseguiu estar pior que ontem, pois não tinha nem medialunas. Subi para me arrumar, pois iria deixar o carro com os guris para eles irem ao cerro catedral esquiar, mas chegando lá descobri que também não iriam.

Fomos conhecer o hotel onde o Girardi estava e onde íamos ficar no inicio. O hotel é legal, mas nada de extraordinário e era mais caro que o nosso. Também era mais afastado do centro, aqui pelo menos estamos bem localizados. Conhecemos todas as dependências do hotel e combinamos de ir almoçar no Llao Llao. Então retornos para o hotel e esperar um pouco até todos se aprontarem.

A Grazi aproveitou a manhã para trabalhar um pouco e assim se liberar dos compromissos pendentes. Eu fiquei um pouco na internet e em seguida fomos pegar o pessoal de novo e seguir para o caminho do hotel. Estava chovendo bastante ainda, até lá eram 35 quilômetros.

Chegando no hotel, tiramos algumas fotos da fachada e entramos para passear no hotel. Eu já conhecia este hotel, mas a Grazi ainda não, então fizemos um pequeno city-tour. O hotel é lindo, todo de madeira, não é por nada que o George Soros comprou ele.

Tínhamos duas opções de almoço, um buffet ou a la carte, como no buffet estava cheio de salmão cru não tinha duvida que iam preferir este. O almoço não custava muito barato, ia dar quase R$100,00 por pessoal, mas com certeza valeu muito a pena. Tiramos bastante fotos e retornamos para o centro, onde aproveitamos para passear.

A chuva tinha diminuído um pouco, assim deu para cainhar no centro e fazer compras. Aproveitei para comprar uma Antiparra com vidro duplo, assim não embaça mais. Olhei algumas outras mas acabei deixando, mas quero olhar com calma pois quero comprar algumas coisas para a casa.

Retornei para o hotel e a Grazi estava dormindo, acabei descansando um pouco e aguardando os guris para jantar, mas já tinha passado das 21h30 e nada deles ligar, então ligamos e o João atendeu, mas estava dormindo ainda.

Apesar do super almoço e do João que disse que não iria comer mais nada o dia todo resolvemos encarar a janta. O lugar foi sugerido pela Grazi e seria na Família Weiss. Já tínhamos ido neste restaurante na outra vez que viemos aqui. Eu não estava com muita fome, então pedi um espetinho de lomo com cebola, pimentão e batatas, que estava muito bom. Tomamos algumas cervejas e a Grazi ficou só no vinho. Acabamos retornando para o hotel depois da meia noite, mas como o tempo estava ruim, não tinha o porque acordar muito cedo.

Acordamos às 9h para tomar café da manhã e descobri que o café daqui é uma porcaria, mas tudo bem pagamos barato o hotel mesmo. Voltamos para o quarto para nos arrumar, hoje será o nosso primeiro dia de esqui e estamos ansiosos.

Enquanto a Grazi se arrumava, fui alugar o carro aqui na rua de baixo. Cheguei lá e a mulher já estava me aguardando com o nosso possante das neves. O carro é um fiesta novinho.

Voltei para buscar a Grazi e fomos buscar os guris no hotel deles. Chegando lá já estavam nos aguardando, colocamos os esquis no carro e partimos para o Cerro Catedral.

Até o cerro catedral é uns 30 quilômetros, e a estrada até que é boa, o problema é que não para de chover, e isto quer dizer que tem neve na montanha. Chegando próximo ao cerro catedral, a chuva já estava se transformando em neve e cada vez mais intensa.

Estacionamos o carro e a neve não parava de cair, e estava difícil de nos arrumar. E o pior é que o Snow Forecast disse que só vai fazer tempo bom no sábado e domingo, mas é isso aí, vida de esquiador não é fácil. De baixo de muita neve, fomos para a entrada do cerro catedral, e como era quase meio dia, resolvemos esperar um pouco para comprar o passe de meio turno. Quase toda montanha estava fechada, pois a neve e o vento estavam fortes lá para cima.

Aproveitamos esse tempo para almoçar no shopping da montanha, a Grazi pediu um sanduíche com carne gigantesco, que acabamos comendo os dois. Esperamos um pouco mais e fomos comprar nossos passes. A brincadeira custa meio caro para poucas descidas e poucos meios de elevações ligados, mas como estamos lá, tivemos que encarar.

Pegamos uma super fila para subir e no caminho tinha muita neve e muitooo frio, minha roupa já estava toda molhada e meus dedos não mexiam mais. Na saída do ski lift, paramos no 1600 bar e achamos uma lareira fantástica, e acabamos ficando por lá até fechar o bar.

Bom, agora não tinha outra alternativa se não descer a montanha. Estava um pouco enferrujado, fora de pratica, fora de forma, mas tive que encarar e foi difícil, pois já estava todo dolorido da bota, que acho que vou alugar uma para testar pois todo ano sofro com a bota.

Iniciamos a descida com muita neve e meu óculos não parava de embaçar, e isso era um problemão para mim, pois não enxergava a pista direito. Em questão de quedas até que não foi muitos. Depois de uns 40 minutos de descida chegamos na base e por hoje era sói mesmo. Retornamos para o shopping, onde combinamos de se encontrar depois do esqui e os guris já estavam lá nos aguardando.

Retornamos para o carro e a neve não dava trégua, colocamos tudo rapidinho no carro e fomos embora. Estava tão difícil que nem foto consegui tirar. Na volta para casa, passamos no mercadinho onde comprávamos as coisas em 2006, aproveitei para comprar umas porcarias para comer e umas empanadas para enganar a fome.

Chegamos no hotel exaustos e totalmente molhados e ficamos de molho na banheira até cansar. Depois disso fomos tirar uma sonequinha antes da janta. Nossa janta hoje seria no outro restaurante do Bolicho del Alberto mas estava lotado e acabamos indo no mesmo de ontem, até porque estava chovendo e não queríamos ficar caminhando atrás de restaurante.

Comemos bastante e no final da janta chegaram o Marcos e a Jun, tomamos mais uns vinhos ali e fomos para o apartamento deles. O lugar é ótimo, tinha dois quartos, cozinha e uma sala legal e tinha até internet! e tudo isso por 100 dólares/dia, na próxima vez é uma boa alternativa. Tomamos mais uns vinhos lá e fomos embora, estávamos cansados e o João já estava dormindo.

Fomos deixar os guris no hotel e encontramos uma sorveteria aberta a meia noite, acabamos parando para tomar um sorvete antes de dormir. O sorvete era muito bom, pedimos de lemon pie, café com leite e yogurt de frutillas.

Acordamos as 8h30 e fomos tomar café logo, pois queríamos aproveitar o dia em Buenos Aires para fazer umas comprinhas. Os guris foram para o shopping alto Palermo e nos para o centro. Fomos para a Florida, pois lá tínhamos mais opções de lojas.

Nossa primeira parada foi na loja da Puma, onde a Grazi comprou um monte de coisas. Depois passamos na Falabella, mas nada agradou. Continuamos caminhando e paramos numa loja da Dior, onde foi a minha vez de fazer umas comprinhas.

Na saída, fomos fazer um lanche rápido pois tínhamos mais compras a fazer e não queríamos perder tempo. Comemos no McDonald e depois fomos procurar uma loja que o João indicou para comprar lençóis.

O tempo estava curto e já estávamos desistindo de comprar os lençóis, pois já era 13h e tínhamos que pegar as malas para o voo as 15h20. Estávamos desistindo já quando descobrimos a loja na quadra onde estávamos. Fomos rapidinhos e compramos um jogo de lençol com 360 fios egípcios.

Saímos correndo, e pegamos um táxi para o hotel arrumar as malas e ir para o aeroporto. O taxista perguntou para qual aeroporto a gente ia e disse Ezeiza, não sei da onde tirei essa informação, mas depois de muito andar fiquei desconfiado que estávamos indo para o lugar errado, mas podia ser só impressão.

Descemos do táxi correndo e fomos para o balcão do check-in e não tinha ninguém lá, parecia o de Aruba. Aí que descobrimos que estávamos no aeroporto errado!! Sei lá como isso aconteceu, mas dei o aeroporto errado, e o certo ficava bem longe e lá e tínhamos só 20 min para a decolagem. O motorista (que foi o mesmo que nos levou, por coincidência).

Chegamos no aeroporto certo, e fui no guichê da Aerolineas e consegui fazer a troca sem custos, e isso é impressionante aqui e também não pagamos nada de excesso de bagagem..

Fizemos o check-in e ficamos esperando, íamos no mesmo voo dos guris. Ficamos num café esperando o horário do voo, enquanto isso a Grazi ficou adiantando o trabalho. Fiz também o cadastro no tax free para receber uns descontos de roupas que compramos.

Nosso voo saiu as 18h e tinha 2 horas de duração. Dormimos, comemos e ficamos um pouco no computador. Chegando em Bariloche, o frio era muito forte. Ficamos esperando nossas malas chegar e fomos procurar um táxi. Aí veio uma parte engraçada do dia, um taxista nos abordou oferecendo a corrida até o hotel, mas não cabíamos todos num táxi com todas as malas e esquis, mas ele disse que havia 2 táxi para nos levar. Então pegamos as malas e descemos até o estacionamento, onde estava o táxi.

Chegando lá, só tinha um táxi e o frio era terrível. Então começamos a colocar as malas e fizemos caber tudo num corsa 4 portas, foi muito divertido.. Descemos primeiro no nosso hotel, a expectativa era grande, pois pelo preço não podíamos esperar muito. O quarto até que era bem ajeitadinho, mas o serviço do hotel parecia ser fraco.

Desfizemos as malas e arrumamos um pouco as coisas e em seguida saímos para jantar. Fomos num restaurante que tínhamos ido na outra vez que viemos aqui, no Bolicho del Alberto. O Adriano escolheu o menu e estava ótimo, tomamos uns vinhos e comemos bastante.

Muito cansados, voltamos para o hotel, a chuva estava lá, sempre.

Como de costume, tirar férias é muito cansativo. Acordei perto das 8h da manhã, mesmo indo dormir depois da meia noite. Tinha muitas coisas  para fazer alem de arrumar as malas.

Aproveitei a manha para colocar o trabalho em dia, fiz algumas propostas, despachei alguns assuntos por e-mail e fiz algumas ligações.  Nosso almoço foi rápido, buscamos um subway para não fazer sujeira.

A tarde fui na casa do pai buscar as malas, passei no escritório e ainda no Ralph. Voltei para casa e fui fazer as malas, isso já era 15h e tínhamos que estar no aeroporto as 17h.

Chegamos no aeroporto lotado as 17h30, fizemos nosso check-in e ficamos aguardando o horário do embarque. A família da Grazi estava toda lá incluindo o Nicolas.

O voo ate Buenos Aires foi rápido, nem chegou a 2h. A comida do avião era bem fraquinha. Aproveitamos para dar uma cochilada pois estávamos cansados.

Chegamos em Buenos Aires as 21h, pegamos dois táxis e fomos para Palermo Hollywood onde ficava o nosso hotel. O taxi parou num lugar dizendo que ali era nosso hotel e o João não acreditou, eis que o taxista diz que era do outro lado da rua, onde a fachada era pior que aquele, enfim, já era tarde e não íamos sair para procurar outro hotel só por uma noite.

No fim o hotel não era tão ruim como parecia, era só um pouco velho, típico daquela região. Deixamos as malas e fomos jantar num restaurante que o Adriano tinha escolhido. Que bom que temos alguém para decidir, se não íamos morrer de fome como sempre.

O lugar escolhido era o Don Julio, uma parillada em Palermo. O lugar era bem rústico mas tinha um clima legal, cheio de garrafas de vinho com os rótulos escrito por clientes, bem legal a ideia, pena que deve encher de pó.

Pedimos umas empanadas de entrada junto com um linguiça, e acabamos comendo muito pão com chimichurri, no fim eu fiquei meio cheio só com as entradas. Para jantar, pedimos um bife de chorizo e um assado de tira, estava tudo muito bom. A meia noite comemoramos o aniversário do João. Este já é o segundo que comemoramos fora.

Voltamos para o hotel e fomos dormir, estávamos cansados da viagem.

Já estava na hora de tirar férias (de novo). Nosso proximo destino é esquiar em Bariloche. Ficaremos uma semana e vamos junto com nosso amigos Adriano e João. Este ano a turma foi fraca pois temos uma baixa que organizava as viagens que é o Marcelo, que só pensa em fazer filhos agora.

A data de saida é domingo dia 22/08 e o retorno é 30/08. Já estamos anciosos pelo dia..

Cerro Catedral

Hoje é nosso dia livre, que escolhemos fazer nada. Acordamos cedo até, tomamos café e arrumamos as malas, pois teríamos que trocar de quarto. No fim, o que parecia sobrar lugar nas malas foi só ilusão, tivemos que compactar bem para caber tudo lá. Largamos as malas no outro quarto e fomos pra Palm Beach aproveitar nosso ultimo dia no mar do Caribe.

Deixamos o carro na frente do Riu e fomos para a praia, resolvemos caminhar um pouco para conhecer a praia. No meio do caminho paramos para tomar banho de mar e conhecemos uma paulista que estava de ferias em Aruba pela segunda vez. Ficamos um bom tempo conversando dentro do mar e o tempo foi passando e quando vimos já era hora do almoço então saímos na praia e fomos almoçar no Fridays.

Não foi a melhor comida do Caribe, mas estava bom até e o lugar é bem legal. Ficamos ali até as 13h e o calor estava de rachar e como tínhamos ido sem chinelo, queimei meus pés para buscar o carro. A idéia era ir para Baby beach na parte da tarde, mas acabamos indo na pousada, pegamos o cooler e duas espumantes e fomos para Eagle Beach aproveitar as cadeiras e o guarda sol. Ficamos toda a tarde lá, tomamos banho de mar, de sol, bebemos as duas espumantes e no final da tarde pegamos uns drinks no happy hour.

Quase 17h, fomos até o centro ver se encontrávamos o Johnny para conseguir mais uns cartões do Cassino e para nossa surpresa ele estava lá e nos deu uns 12 cartões. Então voltamos rápido para a pousada, tomamos banho, nos arrumamos e fomos para o Cassino do porto, pois no outro já estávamos muito manjados. Não conseguimos trocar muitos cartões, pois tinha um atendente xarope que só deixou dois por pessoa mas no fim, a Grazi conseguiu trocar 4.

Jogamos um pouco por ali e fomos para o outro cassino jogar mais. Jogamos na roleta e empatamos, foi bem divertido. Depois deixei a Grazi jogando os últimos cartões e fui para a pousada pegar as malas, estávamos um pouco atrasados. Na volta ainda abasteci o carro e pegar ela no Cassino. Fomos direto para o aeroporto, deixei ela na entrada do aeroporto e fui devolver o carro. Tudo certo na entrega fui correndo para o aeroporto.

Chegando lá vi tudo vazio e a Grazi tinha dito que havíamos perdido nosso voo, pois era as 21h20 e não 21h45 como imaginávamos. Enquanto isso tinha um pessoal da Varig tentando algum recurso. Por nossa sorte, apareceu uma mulher que fez nosso check-in e despachou nossas malas e fomos correndo para o avião. Se perdêssemos esse voo, o próximo direto para Porto Alegre é só no sábado que vem. Quase morremos de tanto correr, o aeroporto parece pequeno, mas não era.

Chegamos no avião e tínhamos que aguardar o embarque das nossas malas ainda que levou mais uns 15 minutos. Ficamos aguardando e ao mesmo tempo morrendo de sede por causa da ressaca das bebidas de hoje. O avião partiu lotado para Caracas, estávamos na esperança de esvaziar para poder pegar mais acentos para dormir, mas em Caracas encheu mais.

Melhor dia: Domingo, 23

Melhor Janta: Benihana

Melhor Almoço: Seven West

Melhor Passeio: Submarino

Melhor Praia: Arashi

Hoje acordamos muito cedo, pois era os últimos mergulhos do nosso pacote. Acordamos 6h30 novamente e nossa aprontamos para aguardar o transporte para o porto. Como demorou para chegar, acabamos indo de carro, até porque no final demora bastante para voltar para pousada, pois tem que carregar e descarregar tudo antes.

Resolvi anotar o nome do nosso Dive Master, pois realmente é um nome impossível de se pronunciar ou gravar.. Berislau Antun Brozovic Katalenic apesar do nome ele é gente finíssima. Para garantir que não passaríamos mal hoje, resolvemos tomar um dramin antes de ir e isso fez toda a diferença, os dois mergulhos foram ótimos. O primeiro foi numa outra embarcação, que acho que já tínhamos visto no submarino mas dessa vez conseguimos quase entrar na embarcação. Neste ponto era fundo, tinha quase 30 metros e ficamos um tempo por ali conhecendo a embarcação.

Retornamos para a embarcação e ficamos uns 30 minutos descansando até partir para o próximo ponto que também estava muito legal, porem bem mais raso. Ficamos uns 40 minutos neste ultimo ponto. De volta ao porto, pegamos nosso carro e fomos para a pousada, no caminho pegamos um lanche nos quiznos pois não tínhamos muito tempo, queríamos preencher nossos logbooks e a escola de mergulho fechava cedo hoje e não abre amanha. Deixei a Grazi na pousada, comi rapidamente meu sanduíche e fui na escola pegar os carimbos.

Depois do almoço, fomos para o centro fazer compras, pois amanha não abre nada por aqui. Estava um calor mortal, foi muito difícil conseguir ficar neste sol. Caminhamos pelas lojinhas de lembranças mas tudo que tinha era porcaria e muito caro. Passei nas duas lojas da Tommy pois tinha promoção de 50% pena que não tinha o meu numero.

Depois das compras, deixamos as coisas na pousada e fomos até o hotel dos nossos amigos de Brasília pois combinamos de jantar no Benihana, um restaurante bem diferente onde o cheff cozinha na tua frente. A janta estava massa, o lugar é legal e o cheff faz um show a parte com as comidas, consegui fazer vários vídeos dele cozinhando, teve uma sopa de cogumelos de entrada, depois uma salada, uns camarões de aperitivo e depois o prato principal, que pedimos um filé mignon com alguns temperos. Ficamos até perto das 20h lá, acho que foi a vez que eu fui jantar mais cedo.

Fomos para o Resort deles pegar as malas pois íamos deixar eles no aeroporto. Aproveitamos para conhecer a pousada e para quem sabe em outra vez que voltarmos aqui temos já opções.

Deixamos eles no aeroporto e fomos jogar em outro cassino, o Alamabra cassino, que fica na Low ride Hotels mas estava bem cheio até. Depois de perder mais alguns dólares desistimos de jogar.

Amanha é nosso ultimo dia, então vou dormir cedo para aproveitar mais.

Hoje resolvemos não colocar o despertador para conseguir descansar um pouco mais. As 9h30 resolvemos levantar e começar a nos arrumar, hoje fomos conhecer o National Park que ocupa uma grande em Aruba e dizem ter muitas coisas interessantes. Seguimos caminho pela highway principal e como tinha um desvio paramos para conhecer a praia xxx, que fica perto d caminho para Santa Cruz. A praia era bem bonita e tinha um mangue num formato de ilha, ficamos um pouquinho ali e seguimos para o National Park.

O caminho até lá foi de aproximadamente 45min e chegando no parque, fomos em direção as cavernas que dizia ter. Lá encontramos um guia do próprio parque que nos levou para conhecer. Essas cavernas tem mais de 1000 anos e foi habitada por índios e parece que se formaram a partir de uma erupção vulcânica. Dentro dela, tem algumas fontes de água que fica pingando e se cristaliza paredes inteiras mas parece que leva muitos anos para se cristalizar ali.

Saindo desta caverna, fomos para outra que era bem maior que essa, mas as duas cavernas só permitem entrar até um certo ponto por questão de preservação e também o acesso que não é muito fácil, em alguns lugares a altura é de 50cm alem de ser muito quente. Tiramos fotos e filmamos também.

Passeamos mais pelo parque, fomos até os cataventos e no caminho encontramos nossos amigos de Brasília. Depois retornamos para o main e fomos para o outro lado, para chegar na piscina natural, que fica num lugar de difícil acesso onde nosso carro não entra, só 4×4 mas com o nosso espírito aventureiro chegamos a tentar, mas como o picanto é muito baixo, pegava em todas as pedras então voltamos e desistimos de ir lá. Quase sem gasolina, voltamos para a cidade e fomos abastecer o carro e a barriga, almoçamos numa subway que encontramos na ida e lá comemos um de carne com queijo que nunca tínhamos comido no Brasil.

Ainda por aqueles lados, fomo seguindo até a ponte natural, que tem numa praia do mar de fora. Ficamos mais uns 20min andando até chegar neste lugar que um guia nos indicou. Na verdade serão duas pontes, mas uma desmoronou restando apenas uma lá, pena que o lixo tomou conta de lá.

Hora de voltar para o centro, queríamos saber os horários das lojas amanha, pois no domingo nada abre. Eram antes das 17h e resolvemos ir para Palm Beach pegar um final de praia então passamos na pousada, nos arrumamos e fomos para lá. Chegamos já meio tarde, a praia já estava mais vazia e o sol estava bem fraquinho, então não nos estendemos muito e fomos ao centro antecipar algumas compras. Caminhamos pelas gift shops ao redor do shopping Renaissance e conseguimos pegar algumas poucas lojas abertas ainda mas não achamos nada de muito interessante. Esta é a pior parte da viagem, comprar lembranças para os outros. O ruim não é dar o presente e sim o que dar de presente.

Voltamos para a pousada para nos arrumar pois hoje vamos comer sushi com nossos amigos de Brasília no Sevenwest em downtown. Parece milagre, mas pontualmente as 19h30 estávamos no hotel deles e seguimos em direção do centro. Chegamos no restaurante e conseguimos pedir Ribs on the barbecue para nos e sushi para a Grazi. Ela não se emocionou muito como sushi pois não tinha muito peixe cru, para nós, os ribs estavam ótimos! Ficamos conversando um bom tempo por ali e depois fomos para o cassino brincar um pouco.

Parece que só temos sorte como dinheiro dos outros, pois perdemos 13 dólares hoje e os amigos perderam 20 dólares mas deu para se divertir um pouco. Amanhã precisamos pegar com o Johnny alguns cupons de bônus para recuperar esses dólares perdidos!

Voltamos para deixar eles no resort mas antes fomos fazer as reservas da janta de amanha, que vai ser num restaurante em Palm Beach que eles já foram e disseram que vale muito a pena. Então deixamos eles, passei no super para comprar coca e água e fomos para a pousada. Escrevi o diário e fui dormir, amanha precisamos acordar muito cedo, pois temos mergulhos.