Viagens

Ultimas horas no Porto e acordei bem cedinho para fazer uma manobra e ficar todos os dias em Lisboa. Passei na estação de trem e comprei uma passagem para visitar a Amanda a partir de Lisboa e não mais do Porto. Cancelei o hotel do Porto e peguei mais diárias em Lisboa.
Fui no meu outro hotel pegar as coisas da Amanda e trazer pra cá para levar junto comigo, tinha deixado lá para não carregar muito peso. Apesar de perto, preferi pedir um uber e não passar muito trabalho.
Fechei a mala, fiquei com 28 kg mas como iria de trem o peso não era problema. Fizemos o check-out do hotel, o Joselito e o Linné sairão bem cedo pois o voo era de manhã, o Adriano, Vasco e o Rota vão para Dublim de tarde e eu e o Paulinho vamos para Lisboa.
O voo da Grazi chegou com atraso as 11:30, e eu chegaria perto das 16:30 lá. O trem não era muito rápido, andava perto de 200 km por hora e ainda para em algumas estações. Desci na estação Oriente e peguei um uber para o nosso hotel.
A Grazi estava me esperando tirando uma soneca, ficamos um pouco deitado e mais no final da tarde saímos para caminhar.
Fomos primeiro até o mar, tem uma praça grande e muita gente circulando. Caminhamos pelas ruas paralelas que são cheios de restaurantes e bares. Fomos caminhando até um Rooftop que a Grazi viu, o Insólito que fica pra cima do bairro Chiado. Subimos e tomamos um drink aproveitando a vista.
Na saída encontramos o Hard Rock Café, já comprei o meu copinho de lá. Seguimos caminhando até outro Rooftop mais pra cima, próximo da Marquês do Pombal, lá estava cheio de torcedores do Benfica, time que ganhou o campeonato aqui.
Este lugar estava lotado, só demos uma volta e como não tinha onde sentar, saímos e fomos atrás de um restaurante português para jantar.
Escolhemos aleatoriamente um e até que estava bem bom, pedi um bacalhau e a Grazi um polvo a lagareiro. Acompanhamos com um vinho tinto do alentejo e quando vimos era quase uma da manhã, aí fomos para o hotel dormir.
11.3 km
17174 passos
35 andares
Dormimos quase até acordar, não tínhamos programação fechada mas queríamos aproveitar o dia. O café no hotel é muito bom, acabei me passando na comilança.
Combinamos de começar o dia passeando nos ônibus de turismo para fazer um reconhecimento da cidade toda, primeiro fizemos a linha centro / gaia e depois centro / litoral. Passamos por diversos pontos turísticos no caminho e o litoral é bem grande até.
Descemos na última parada antes do centro, fomos procurar um restaurante para almoçar. O Joselito tinha um lugar mas estava lotado, acabamos achando um restaurante pequeno típico português chamado A Grade.
Pedimos 3 garrafas de vinho, e mais um monte de comida portuguesa, eu fiquei num bacalhau grelhado com batatas e para beber fomos de Cartuxa reserva. Já eram quase cinco da tarde quando saímos do restaurante.
Precisávamos chegar em Gaia antes das 18h, acabamos pegando um barco para cruzar o Douro. Chegamos na Casa Ferreirinha, tínhamos encomendado na vinícola 3 Barca Velha 2008.
Uma parte voltou de Uber e eu, o Adriano e o Vasco voltamos caminhando, subimos de teleférico até a parte alta e seguimos por uma das pontes que cruzam para o Porto.
Nos reunimos no hotel para decidir onde seria nossa última janta da viagem, queríamos comer no restaurante Ostras e Coisas mas estava lotado, acabamos indo no La Ricotta, um restaurante italiano, com chefe brasileiro, de Goiânia em Portugal. Neste jantar, optamos por vinhos do Alentejo e nos agradou bastante, o destaque foi o vinho Batuta.
Pedi um filé mignon de porco com batatas que estava muito bom, precisava variar um pouco do bacalhau. A janta estava muito boa e fizemos um fechamento da viagem, agora vamos aguardar o próximo destino.
Depois da janta fomos fumar um charuto na rua das Galerias de Paris, e como era sexta feira, estava muito cheio. Como alguns tinham que pegar o voo cedo, nos recolhemos logo.
6.2 km
9723 passos
13 andares
Hoje conseguimos descansar mais, tomamos nosso último café em casa, ontem fizemos uma mudança no nosso cronograma e acabamos cancelando a programação de sexta feira e a última visita de hoje. Então as 10:30 chegamos na Quinta do Seixo, mais conhecida como Casa Ferreirinha.
A visita é bem temática e tem o tradicional tour pelo processo de produção dos vinhos e tem também um foco grande na produção de vinho do Porto.
Fizemos a degustação só de vinhos tintos, eram dois vinhos de entrada um deles razoável. O pessoal queria comprar um barca velha mas não tinha nenhum disponível mas acabou nos conseguindo uma reserva para retirar no Porto com um custo bem razoável.
Nosso almoço foi no restaurante Toca da Raposa, que ficava num vilarejo próximo, a comida era bem boa, só o vinho não acertamos muito.
Tivemos que voltar na cidade pois o Adriano esqueceu o passaporte dele na casa. Voltamos por uma estrada costeando o Rio Douro, e passamos por uma represa e bem na hora estava chegando um barco grande, acabamos olhando a passagem dele.
Chegamos no Porto no final da tarde, fomos direto pro nosso hotel, neste momento estava chovendo um pouco. Depois de descarregar todas as malas o pessoal do hotel nos sugeriu trocar por outro hotel da rede no centro da cidade então colocamos todas malas de volta no carro e fomos para lá, foi uma boa troca.
Nos acomodamos no hotel e enquanto eu e o Joselito fomos entregar o carro, o pessoal foi para o cais tomar um café, depois nos juntamos a eles. Pouco depois chegou o Fabio para nos acompanhar, tomamos umas cervejas e provamos a Francesinha, prato tipico deles, é um pão de forma com chorizo, ovo e molho de tomate, achei bem bom.
Saímos caminhando pela região e fomos passar no hotel fazer hora para a janta, tomamos uns whiskys no quarto para espantar o frio.
Nossa janta foi na rua das galerias de paris, região de bares e estudantes do Porto. Escolhemos o Ill pizzaiolo para jantar e tomar umas cervejas.
Na saída passamos nos outros bares, quase todos viram danceterias depois de um horário.
6.4 km
9521 passos
18 andares
Nosso primeiro compromisso de hoje era as 11:30, conseguimos descansar bastante. Tomamos nosso café e ficamos fazendo hora até próximo do nosso passeio.
A primeira vinícola do dia foi na Quinta do Bonfim (Symington), ficava no centro de Pinhão, bem próximo do vilarejo que passamos todos os dias. Conhecemos a cave, as vinhas e a lojinha, com muito custo conseguimos comprar um Chryseia, tivemos que insistir para o vendedor nos vender uma garrafa.
Seguimos para o almoço ali perto, no restaurante Velasdouro. Este restaurante fica numa ruazinha que fica bem próximo ao Rio Douro. O almoço era num restaurante típico Português, eu pedi um bacalhau as natas que não gostei muito. O resto foi de cabrito e lula, que segundo eles, estava muito bom.
Ainda tínhamos uma última visita a fazer, na Quinta das Carvalhas. A degustação fornece também um passeio no autos dos parreirais com uma vista de quase todo douro.
Depois fizemos uma degustação dos vinhos tintos mas nada impressionou. O foco aqui e em todo douro é o vinho do Porto.
Seguimos para o centro do pinhão para passar no açougue e pegar a carne que reservamos para o nosso jantar e também passar na garrafeira para comprar uns vinhos pra hoje de noite.
Em casa, começamos a preparar a janta, fizemos salada de maionese e uma salada verde, preparamos uns chorizos e um pão temperado, a carne era um matambrito e umas chuletas, e ficou muito bom. No meio dessa preparação o Linné acabou torcendo o pé, ficou de repouso.
A Gabriela, por nosso convite, veio jantar conosco e contar um pouco da história dos vinhos do Douro, aprendemos bastante. Bebemos 6 garrafas de vinho, conseguimos alguns dos melhores vinhos do Douro.
Finaleira da noite ainda jogamos nossa partida de canastra antes de dormir, perdemos.
4.1 km
6591 passos
12 andares
Nosso cronograma de hoje começava mais tarde mas igual não podíamos dormir até muito tarde, o café foi servido as 9h e é feito tudo aqui em casa, tem uma pessoa que chega mais cedo e prepara tudo.
Pegamos o carro para ir até o Porto que fica ao lado do restaurante de ontem, lá tinha um veleiro nos esperando para fazer um passeio pelo Douro e nos levar até a Quinta do Crasto. O veleiro era bem grande, tinha três quartos mas acabamos ficando só na parte de cima contemplando o vista. Todas as vinícolas aqui são nas encostas dos morros e a colheita é manual pois não tem como colocar máquinas para fazer isto.
O passeio durou pouco mais de uma hora e chegando no pier da Quinta do Crasto, um caminhão antigo veio nos buscar e levar até a vinícola.
Optamos por almoçar primeiro e depois, se sobrasse tempo, fazer a visita. O Almoço estava excelente, foi servido uma tábua de queijos e presuntos acompanhado de um salmão defumado. A entrada foi uma sopa e o prato principal foi um bacalhau com batatas aos murros. De sobremesa uns queijos e um mousse de limão.
No fim nem fizemos a visitação, fomos direto para a lojinha e compramos alguns vinhos, depois pegamos nosso caminhão de volta para o barco.
O caminho de volta para o nosso carro foi mais rápido, pois fomos a favor da corrente do rio. O sol estava bem forte, acabamos ficando dentro do veleiro.
Ainda tínhamos uma visita na Quinta do Noval, a vista era fantástica, ficava bem no alto das montanhas, lá fizemos q degustação dos vinhos mas não tinha nada muito interessante.
Voltamos para Pinhão, nós ficamos no hotel onde íamos jantar e o Rota e o Linné foram pra casa. Nossa reserva acabou ficando com uma mesa dentro do restaurante e como queríamos uma mesa na rua acabamos trocando para jantar no bar do hotel, onde serviam lanches rápidos.
Depois voltamos pra casa e jogamos umas partidas de canastra antes de ir dormir.
5 km
8049 passos
17 andares
Acordamos bem cedo, a programação era tomar café até as 8:30, para pegar a estrada as 9h. O café era espetacular, tinha desde espumante até queijos exóticos. Comi alguns croissant com queijo, estava muito bom.
Fizemos nosso check-out e logo pegamos a estrada em direção ao Douro. As estradas são excelentes e estamos com uma Mercedes 8 lugares bem confortáveis.
Joselito assumiu a direção e seguimos por quase duas horas, nosso destino era a vinícola Quinta da Pacheca, chegamos bem na hora. Fizeram uma breve apresentação da vinícola e o que me impressionou foi o método que eles usam para fazer vinho que ainda é pisando sobre as uvas.
Depois da visitação, fomos fazer a degustação, degustamos um vinho branco, um vinho tinto e dois vinhos do porto. Os vinhos que serviram não eram grande coisa, os do Porto eram diferentes.
De lá fomos almoçar no restaurante Castas & Pratos, que fica nos armazéns da antiga estação ferroviária da Régua. Lá o almoço era a la carte e pedi um bacalhau com um purê de camarão, estava muito bom. Harmonizamos com vinho branco e um casa ferreirinha, estava muito bom.
Conseguimos antecipar nossa última degustação do dia para mais cedo, era na Quinta do Vallado. Lá fizemos a visita e depois a degustação. Nesta vinícola tinha um vinho do Porto com mais de 100 anos, datado de 1888. Os guris compraram uma dose para provar, eu achei parecido com os outros que tinha provado.
Finalmente depois da visita fomos para a casa, acabamos seguindo o GPS e fez a gente dar uma volta enorme e nos deixando um pouco incomodado, pois é bem sinuoso e longe, mas quando chegamos lá a responsável da casa nos disse que viemos pela estrada errada.
Fizemos as divisões dos quartos, tiramos as malas, conhecemos o lugar para depois sair para jantar, o restaurante que reservamos foi o DOC, do chefe Rui Paula.
O restaurante era muito bom, comi outro tipo de bacalhau e harmonizamos com um Pera Manca Branco e dois tintos excelentes. O lugar é muito bonito, fica na beira do Rio Douro e boa parte dele fica numa área aberta, num deck virado pro Rio.
Depois de muito comer, pegamos nosso carro e fomos pra casa, lá jogamos umas partidas de canastra e dormimos.
4.7 km
7428 passos
14 andares
 

Coloquei o despertador para as 9h, o check-out era as 11h mas acabei acordando antes das 8h por causa da claridade, não tinha black out.
Juntei as tralhas e aproveitei para deixas as coisas da Amanda no hotel, assim pego na semana que vem e não carrego muito peso. Minha ideia era pegar um uber mas como queria comer um pastel de Belém antes.
Saí caminhando do hotel procurando uma padaria e encontrei umas duas quadras do hotel e provei o famoso pastel de Belém, achei muito bom e barato.
Como a mala estava leve, fui caminhando e conhecendo as redondezas e no fim já estava na ponte do Rio Douro, então acabei indo a pé ate o nosso hotel.
Ficamos hospedados no hotel The Yeatman, da rede Reles & Chateau, é um hotel spa 5 estrelas muito bem localizado em Gaia com uma baita vista do Porto. Como cheguei antes, fiquei no terraço apreciando q vista.
O primeiro a chegar foi o Paulinho que veio de trem de lisboa e chegou perto das 15h. Fizemos nosso check-in e fomos caminhar até o Porto e aproveitar para comer algo.
Foi uma caminhada de 20 minutos e achamos um lugar bem em frente a ponte. Pedimos cervejas portuguesas para tomar e uma torrada de hot dog, estava bem boa.
Voltamos para o hotel para esperar os outros que chegaram depois das 17h. Tinha dado um problema com a reserva do carro e tiveram que alugar de outra locadora.
Na chegada ficamos no terraço do hotel, tomando uns vinhos e fumando charutos, o dia estava perfeito, céu azul e temperatura boa.
Perto das 21h era nosso jantar no restaurante do hotel que tem duas estrelas michelan. Era um menu degustação com doze pratos que podia ou não ser harmonizado. Preferimos escolher na carta de vinhos com mais de 1200 rótulos. Pedimos um branco para começar e depois três tintos sendo uma garrafa magnum.
O jantar estava muito bom, muitas surpresas no menu e realmente muito bom. Ficamos numa sala reservada e tínhamos nosso próprio garçom, um sommelier e um auxiliar. A vista desta sala era fantástica, pegava uma vista de todo o porto.
O jantar acabou depois da uma da manhã e mesmo tarde ainda fomos fumar um charuto na varanda do hotel.
7.9 km
12256 passos
25 andares
O voo não foi muito bom, não consegui posição para dormir, dei umas cochiladas durante o voo mas não consegui descansar.
De manhã cedo, não sei que horas eram por causa do fuso acabei acordando e logo em seguida serviram o café.
Aterrissamos em lisboa perto das 11h, hora local e fui fazer a imigração, como entrei com passaporte europeu passei direto. Meu próximo voo era as 13:15 então fiquei no terminal do aeroporto esperando e quase dormindo.
O voo até o Porto é bem rápido, 35 minutos já estávamos lá. Retirei a mala e fui para a estação de trem que fica dentro do aeroporto. Lá peguei a linha roxa e desci duas quadras do hotel.
Fiz o check-in no hotel e só deixei as malas e fui passear na rua. Primeira parada foi num shopping próximo do hotel, precisava comer e comprar um chip de internet. Consegui uma operadora com 10 GB de internet e tráfego gratuito nas redes sociais.
Sai caminhando nas ruas do Porto, fui até a ponte, passei no hard rock café, e caminhei muito pelas ruas.
Na volta pro hotel parei num bar e tomei um chopp local e fumei um charuto, estava bem bom. Cansado fui pro hotel, peguei uma pizza no caminho e dormi.
10 km
14499 passos
17 andares
Tinha até esquecido da correria para sair de férias, se não bastasse as tarefas para fazer antes de ir para o aeroporto, caiu uma chuva torrencial e precisava ir na secretaria da fazenda no centro para encaminhar a documentação do IPVA do carro. Na saída passei no banco para sacar euros e depois fui para casa fechar a mala e ir para o aeroporto.
No caminho peguei a Grazi no escritório e cheguei com tempo sobrando ainda. Precisei fazer um ajuste na mala e tirar algumas coisas já que excedeu o peso limite. Depois do check-in aproveitei para almoçar, já estava morrendo de fome. Encontrei por lá o Homero, fazia muito tempo que não nos falávamos.
Embarquei para São Paulo com bastante chuva, mas chegamos lá com tempo melhor. Acabei voando com a delegação do Grêmio, que devia estar indo para algum jogo, sentei bem próximo ao Renato Gaúcho.
As malas demoraram quase 50 minutos, ainda levei mais 20 minutos para chegar no terminal 3. Tinha algumas tarefas e ligações de trabalho para fazer antes de estar efetivamente de férias.
Tomei um café no Starbucks e fiquei esperando o check-in da Tap abrir, por volta das 17h. Dei mais uma passeada pelo terminal, é tudo muito extenso e cheio de gente.
As 17h30 consegui chegar na fila do check-in, como estava cheia acabei indo na fila preferencial. Despachei minha mala e fui direto pro raio x e imigração. Também estava muito lotado, então passei pela preferencial. Tinha esquecido meu maçarico dentro da mochila mas passou despercebido.
A imigração com a mesma fila, ou maior, então peguei a fila de estrangeiros e passei rapidamente.
Caminhei mais um monte até as salas vip, tinha ainda quase 4h até o voo então fiquei na sala vip do Mastercard black me entupindo de comida e bebendo uns vinhos chilenos. Na hora de sair a sala estava quase lotado mas deu para passar o tempo.
Fui para a fila de embarque e logo entrei, nosso avião era um A330 e tive sorte de não ter ninguém do meu lado. Não dava para deitar mas pelo menos não precisaria me levantar caso quisesse ir no banheiro.
Como ainda era cedo, aproveitei para assistir um filme que queria ver, o Bohemian Rhapsody, contando a trajetória do Freddie Mercuri. No meio do filme serviram a janta, que era uma carne com arroz e brócolis, acompanhado de uma salada e uma tortinha de limão. O vinho era português, mas ruim.
Quando acabou o filme fui dormir.
5.9 km
9067 passos
13 andares

Viemos para a Lagoa para passar a pascoa com a família. O Vini estava muito ansioso pelo coelhinho e acordou cedo para procurar os chocolates.