Limpeza

Hoje o meu cunhado veio ajudar a descascar as paredes da casa e preparar para a pintura. Junto com ele, o meu sogro e sogra também colaboraram.

Aproveitamos para fazer um churrasco junto com a Nicole e o Leandro.

Limpeza

Resumo semanal

Depois de quase duas semanas fora, e sabendo que a obra não iria evoluir muito (pois o Luis estaria alocado em outra obra). O que evoluiu foi a parte elétrica, que terminaram tudo e a parte da massa corrida, que quase finalizaram na parte de baixo.

Retornamos na quinta e tive que resgatar o Luis na casa do Adriano para retornar ao trabalho. Fizemos alguns acabamentos e durante o final de semana instalamos todas as pingadeiras, que acabaram chegando só na sexta.

Hoje comemos as famosas pizzas que o Iuri tanto falava, de uma pizzaria na zona sul. Aproveitamos para ver as fotos e  falar das viagens alem de beber muitas espumantes.

Acordamos tarde para nosso ultimo dia em Paris mas já tínhamos decidido deixar o dia livre para ver pequenas coisas sem muita importância.

Terminamos de fechar as malas, que ficaram com 32.5kg a minha e 31.6kg a da Grazi e descontando o peso não cabia mais nada nelas.

Para descer os 6 andares foi bem complicado pois a escada era estreita e eram 6 andares com duas malas muito pesadas. Fizemos o check out e deixamos as malas na recepção.

Acabamos decidindo de ir cada um por si hoje, já que eu queria ver coisas de cozinha e a Grazi queria ver cosméticos.

Eu fui a pé até a loja de temperos que tínhamos ido na segunda mas estava fechado e hoje consegui conhecer. Tinha ido atras de um tempero especifico mas infelizmente estava em falta. Aproveitei para visitar a rua Montmatre, onde tem diversas lojas de cozinha.

Acho que entrei em todas e comprei algumas coisinhas como: duas pinças culinárias, um moedor de pimenta da peugeot, um silpat especifico para macarrons, um Panfolie para fazer frituras sem oleo alem de mais uns temperinhos.

Acabei seguindo a caminhada em direção da La Fayette pois precisava procurar algum presente pro meu cunhado chato, que é tão difícil dar presentes pois acho que ele não gosta de nada, então comprei algo útil para o dia-a-dia dele, uma gravata.

Neste momento do dia o tempo abriu e veio um sol lindo, pena que por alguns minutos só, mas consegui tirar algumas fotos com o ceu azul.

Como já estava cansado de caminhar, peguei o metro em frente da galeria e fui para o hotel esperar a Grazi. Aproveitei para almoçar no café da esquina. Tínhamos combinado de nos encontrar as 16h na frente do hotel, já que a portaria só abre esse horário. Como cheguei mais cedo fiquei caminhando pelas redondezas.

Quando a Grazi chegou, pegamos nossas malas e partimos em direção da estação Chatelet Les Halles, que foi a mesma que chegamos. Até tinha uma estação mais perto, o problema era as escadas para subir e descer, então era melhor ir 850m a pé do que se aventurar pelos metros.

O RER traim que leva ao aeroporto vem super lotado essa hora, então tivemos que esperar passar um e embarcar no próximo. Até o aeroporto deu quase 30 min e tínhamos algumas coisas a fazer antes de embarcar. A primeira foi carimbar os tax refund, que definitivamente não sei como funciona, pois a mulher só carimbou um papel e checou o voo e o passaporte, mas tudo bem, vamos aguardar.

Fomos até o check-in da TAM e apesar do excesso de peso a mulher deixou passar. Com o cartão de embarque na mão fomos tomar um café na Starbucks. Estava com saudades de comer lá, já que nos estados unidos era o lugar que mais frequentavamos.

Quase 19h fomos para área de embarque e achávamos que íamos chegar adiantado mas não, tinha um pente fino no raio-x e com isso perdemos bastante tempo lá e já tinha uma pessoa perguntando quem estava no voo para o Rio.

Entramos na aeronave mas ainda atrasou 30min para a decolagem. Não adianta, é muito desconfortável viajar de avião para longas distancias, o negocio deve ser na primeira classe.

Melhor janta: Restaurant Fouquet’s
Melhor museu: Inválidos
Melhor passeio: Chateou de Versailles
Melhor almoço: Restaurante Judeu
Melhor hotel: Amsterdam
Melhor loja: Tiago: La Grande Epiacere de Paris, Grazi: Galerie La Fayette

Nosso ultimo dia inteiro começou com chuva e frio. Tomamos nosso café no quarto e perto das 11h saímos para passear e nossa primeira parada seria umas lojas que nos indicaram com preço bom para roupas mas ao chegar lá mais parecia as lojas da voluntários da pátria. Até olhamos um pouco mas era muito ruim de escolher pois estavam tudo em balaios.

Saímos caminhando por lá que era perto da Sacre Couer e procuramos um lugar para almoçar pois já estávamos com fome. Acabamos almoçando numa brasserie bem legal e com acesso a internet. De lá estávamos quase do lado da Gare du Nord onde iríamos conhecer a famosa La Grande Epicerie Paris, uma loja com muitos produtos para gourmets. Achei simplesmente fantástica a loja, com milhares de temperos, condimentos, produtos especiais, a maioria deles classificados por continente. Como sempre não consegui sair sem comprar nada.

De lá pegamos o metro para a Champs-Elysses pois tínhamos umas encomendas para comprar. A chuva era fraca mas ainda incomodava, passeamos pela praça da Concordia, onde as pessoas eram guilhotinadas no século XV e depois seguimos caminhando pela Champs-Elysses. Paramos para comer um crepe e um waffel e depois fomos até a loja da Sephora e da Disney. Na volta paramos na Ladureé para comer macarrons e ir na rua de trás conhecer a Maison du Chocolat.

Estávamos já cansados mesmo sem fazer muita coisa hoje mas vai chegando o fim da viagem o cansaço é cada vez maior. Paramos no supermercado para comprar algumas coisas para levar pro brasil e já para jantar. Chegamos exaustos no hotel e aproveitamos para tomar uma champagne e comer uns queijos com rotisseries.

Aproveitei para arrumar a minha mala, que já ficou com 28kg, a da Grazi vamos arrumar amanha de manha.

Depois de um final de semana bem corrido e de 1000km rodados na Europa estávamos precisando dormir um pouco e por isso levantamos depois das 10h da manha. Mesmo assim levantamos nos arrastando.

Fomos tomar café que mais pareceu um almoço e iniciamos nossas atividades dos últimos dias em Paris. Começamos o dia procurando uma loja de temperos que peguei a indicação em um blog mas quando chegamos descobrimos que o lugar fecha domingo e segundas, então perdemos a viagem. Neste momento estava ventando bastante e como aconteceu em Amsterdam podia acontecer aqui.

Queríamos aproveitar o tempo bonito para tirar umas fotos na Torre Eiffel mas não é que no meio do caminho o tempo fechou de novo? Então descemos deste metro e pegamos outro em direção a Basílica de Saint Denis, lugar onde estão enterrados quase todos os reis da França incluindo o Luis XVI e a Maria Antonieta.

Como o tempo abriu de novo pegamos o metro e fomos para a Torre Eiffel de novo e conseguimos chegar com o tempo aberto ainda. Aproveitamos para fazer diversas fotos da torre e passear pelo parque Champs de Mars. Atravessamos a rua para ir no Trocadero que hoje abriga o Palais de Chaillot lugar cheio de museus. Estávamos nos arrastando, morrendo de sono e por isso resolvemos encerrar as atividades por hoje então pegamos um metro para a Galeria La Fayatte pois queríamos comprar uma champagne para tomar hoje a noite e fazer uma janta no quarto do hotel. Compramos salmão defumado, queijo camembert, croissant, baguete, uma manteiga presidente alem de uma geleira de framboesa.

Não consegui sair da La Fayatte Gourmet sem comprar um temperinho e hoje comprei uma flor de sal defumada, hummmm!! Amanha é nosso ultimo dia inteiro aqui em Paris e a lista de coisas a fazer ainda esta grande.

Acabamos acordando bem tarde para quem tem pouco tempo. Chegamos no café as 11h e fomos comer McDonalds pois era rápido e já serviria de almoço. Essa hora estava ventando muito na rua, muitas bicicletas caídas no chão e algumas motos também mas o bom disso foi que o vento levou todas as nuvens e o céu ficou azul, contrariando a previsão do tempo de ontem a noite antes de dormir.

Começamos o passeio pelo Red Light District, como tínhamos visto de noite queríamos ver como era de dia e na verdade fica tudo aberto porem com menos mulheres (e também as mais tops estavam de noite). Caminhamos pelos canais e aproveitamos para tirar varias fotos pois o céu estava bem azul.

Os prédios desses canais, a maioria construídos no século de 1600 estão tortos com a sensação que vão cair a qualquer momento, a maioria deles já tem um reforço para não cair para frente.

Para nos locomover mais rápido na cidade (pois é bem grande) compramos um passe de um metro elétrico que leva a vários pontos na cidade, pegamos ele e ficamos lá perto do Vondelpark, onde tínhamos algumas coisas para fazer. Primeiro passamos na Apple Store para baixar os mapas daquela região e na saída como estávamos perto do Hard Rock Café já aproveitei para comprar o meu copinho.

Saindo de lá fomos até o Museu do Van Gogh pois lá tem o letreiro “I Amsterdam” para tirar fotos. Pra variar estava bem cheio mas conseguimos fazer algumas fotos legais. Ali do lado estava o VondelPark, que é o Central Park dos holandeses que é enorme também, mas acabamos só olhando um pedaço pois estava muito frio e também queríamos jantar antes de pegar a estrada.

Jantamos num restaurante argentino bem perto da Centraal Station, a Grazi queria comer um Ribs com fritas e lá pareceu ser bem bom. Aproveitamos que tinha internet para checar e-mails e olhar os feeds.

Voltamos no hotel para pegar a mala e logo saímos, tínhamos 500km pela frente e conseguimos fazer esse percurso em 4h graças as estradas boas que tem aqui. Só pegamos um engarrafamento na Bélgica mas acho que já é comum por lá. Não sei se é impressão ou lá é bem mais frio que aqui.

Acabamos chegando no hotel perto da meia noite e meia e tivemos que subir os seis andares com a mala. Amanha já temos um roteiro de passeios por aqui.

Acordamos cedo pois hoje foi o dia de pegar a estrada! Como tínhamos deixado posta a nossa mesa do cafe da manha conseguimos nos alimentar rapidamente mas o que nos atrasou foi ter que fazer a mala de manha (normal).

Pegamos um cafe no caminho e fomos para a estação de metro para chegar ate a locadora do carro. Não sei como conseguimos nos perder para chegar lá sendo que tínhamos ido dois dias ates para ver onde era e se estava tudo certo. Mas tudo bem, esse não foi o pior.

Chegamos lá perto das 9h e para nossa surpresa eu tinha feito a reserva sem quilometragem ilimitada e a franquia era de 250km por dia e para ir e voltar de Amsterdam são 500km, moral da historia, tivemos que perder nossa reserva e alugar de novo no balcão. O que pagamos nos perdemos e tivemos que alugar com franquia cheia de balcão. Dá hora vida.

Como estava tudo planejado, alugamos igual e com GPS pois era muito certo que íamos nos perder. Saímos de Paris perto das 11h e nossa primeira parada foi Bruxelas, na Bélgica. A estrada aqui é muito boa com limite de velocidade de 130km/h. Até Bruxelas é 300km que se passaram tão rápidos que nem percebemos.

Configuramos no GPS para chegar direto no Atomium Park pois é uma atracao famosa aqui e bruxelas. Estava caindo uma chuvinha fraca e por isso estava bem tranquilo o movimento. Subimos no átomo e de lá da para ter uma vista de 360 graus de Bruxelas, mas isso em dia com tempo aberto e não hoje.

Pegamos o carro e fomos para a Grand Place Grote Mark  que é uma praça principal deles com muitas lojas, prédios históricos e muita gente. As ruelas são lindas e cheias de comercio. Tínhamos lido que a Bélgica era cara, mas achamos mais barato que paris por enquanto.

A primeira coisa que queríamos fazer era comer um autentico Belgium wafflel, e até que foi difícil encontrar mas isso foi porque estávamos com fome pois depois de comer que achamos por todos os lados. O que posso dizer, é bom mas falta para eles um bom doce de leite para acompanhar.

Depois do wafflel, a outra comida tradicional era as batatas com um molho meio picante e também tínhamos que provar. Nessa hora a chuva ainda caia e com isso era ruim de passear entre as ruas mas como só tínhamos aquela tarde para isso encaramos a chuva.

Fomos na famosa estatua do gurizinhio mijando (não sei o porque é tão famoso isso aqui), fomos no centro da praca onde tem vários prédios em estilo gótico, comprei uns copinhos para a minha coleção e logo pegamos a estrada.

O transito aqui em Bruxelas é extremamente caótico, na saída perdemos 1h num engarrafamento, mas na verdade acho que estava acontecendo alguma coisa pois tinha muitas policias andando com escudo.. talvez uma manifestação.

Conseguimos pegar a estrada em direção a Amsterdam por volta das 19h e tínhamos 200km até lá. A estrada estava bem tranquila, no meio do caminho paramos num posto para comprar uma coca e por milagre tinha até internet wifi de graça.

Chegamos em amsterdam as 21h e o nosso hotel estava muito bem localizado, quase no ferry que atravessa para a estação central. Nosso quarto de hotel parece uma suite presidencial perto do nosso de paris.

Pegamos um para e algumas dicas com o pessoal da recepção e fomos para o centro de Amsterdam. O ferry é de graça e tem toda hora. Pro lado de lá e cheio de canais e tem ônibus, metro, barco e muitas bicicletas. A noite é o forte de lá, tinha uma tonelada de pessoas andando pelas ruas e fomos caminhando direto em direção ao Red Light District, onde ficam as tradicional prostitutas nas janelas. Achei que iam ser aquelas gordas feias mas são todas loiras, peitudas, magrinhas, estilo suecas, ficamos impressionados.

Maconha tem por tudo, tivemos que entrar num desses cafés para conhecer. Tomamos uma cerveja e para todos aos lados estavam fechando os baseados, é bem divertido. Na volta para o hotel, já passavam da meia noite, paramos para comer uma pizza num restaurante e retornar, amanha teremos um dia cheio.

Acordamos tarde hoje, foi difícil acordar pois estava chovendo e muito frio para ajudar. Saímos do hotel perto das 11h da manhã e pegamos o metro em direção a confeitaria Ladureé. Ontem tínhamos definido que nosso café da manha seria lá e como chegamos tarde estava bem vazia. Pedimos um café com croissaint e uma tarte de framboesas que estava deliciosas porem bem caro.

Como a chuva continuava fomos de metro até o trem que nos levaria até Versailles. O ticket custava 3.50 cada trecho, achei bem em conta até.

Chegamos a Versailles depois de 25 minutos e para nossa tristeza continuava chovendo, fraco, mas chovendo. No caminho para o castelo conhecemos uma brasileira que mora em Versailles e estuda arquitetura e nos deu umas dicas sobre o castelo.

Não pegamos nenhuma fila nem para comprar o ticket e nem para entrar no castelo. Visitamos todo o castelo por primeiro, passeamos pelos aposentos e o bom era o audioguide que era de graça e contava boa parte da história de lá. Conhecemos o quarto do Rei e da Rainha, os imensos salões de festas, as salas de jogos, tinham muitas salas e devia ser um tédio morar no castelo sem internet.

Depois de passear no castelo fomos conhecer s famosos Jardins de Versailles e nessa hora como estava com meus tenis totalmente molhados resolvemos pegar um tremzinho para chegar nos pontos de visitação, tendo em vista que o castelo tem 700 hectares (acho que é 7 kilometros quadrados). É realmente muito grande e tem muitas coisas espalhados pelo terreno.

A Maria Antonieta mandou construir uma vila inglesa no meio desse terreno alem de ter um castelo menor só para ela. Tirando isso tem diversos jardins todos arrumadinhos inclusive agora no outono. Nos perdemos pelos labirintos que são os jardins e conseguimos nos achar um pouco antes de escurecer e conseguir pegar o ultimo tremzinho para o castelo.

Tirei muitas fotos de lá e é realmente como aparece nos filmes, tudo muito lindo. A chuva não deu trégua e retornamos para a estação para pegar um trem para Paris.

Chegamos na estação e fomos no supermercado comprar algumas coisas para jantar. Nosso menu foi: Salmão defumado, queijo camembert, queijo roquefort, uma geléia de framboesas, um baguete e croissaints e é impressionante como tudo é bom e muito barato.

Fomos dormir cedo por amanha pegamos a estrada.

Finalmente eu consegui acordar cedo, era antes das 8h e eu já estava acordado. Me amarrei até as 8h30 e fui para o computador pesquisar o aluguel do carro que eu não consegui fazer ontem. A Grazi ficou um pouco mais na cama mas como aquele sol que estava prometendo na noite não saiu.

Nos arrumamos e pegamos um trem pois o café da manha hoje foi na Fauchon. Amamos o lugar, a comida, o clima, excelente. Aproveitei para provar uns doces diferentes e também comprar alguns temperos na loja deles. Esse seria um lugar que eu iria todos os dias se fosse parisiense.

Na saída descobrimos que estávamos próximos ao museu do perfume, onde a Grazi queria conhecer. Na verdade é um museu particular de uma Maison de Perfumes e não tem nada de muito interessante mas como era de graça valeu pelo passeio.

Seguimos nossa caminhada agora em direção do Rio Sena. Pelo caminho encontrei uma loja da Zwilling e sem dúvida alguma eu entrei para conhecer. Aqui em Paris (e acho que em toda a Europa) é tudo muito caro em relação aos Estados Unidos então não da vontade de comprar nada (na verdade vontade dá, só a grana que não permite).

O frio estava muito forte hoje e obrigou a Grazi a comprar uma luva para resistir o frio. No caminho para o museu duas coisas aconteceram, uma delas muito engraçada/interessante/impossível/inacreditável que foi um cara passeando com uns 5 cachorros de grande porte e um outro grande na frente com uma coleira na boca levando um cachorro menor. Até aí nada de anormal, o impressionante foi que ele parecia uma pessoa levando o cachorro para passear, nas sinaleiras ele parava um pouco antes e puxava a coleira pro cachorro não ficar na rua e depois disso, quando ele parava ele tirava a coleira da boca e colocava a patinha em cima para ele não fugir com a coleira. Se não bastasse isso, ao lado dos Jardins das Tuleirias o cara que estava com todos os cachorros soltou as coleiras e o cachorro também soltou, quando chegaram perto da rua ele juntou as coleiras e o cachorro também, até tirei uma foto mas queria ter filmado e no fim eles foram para o outro lado.

A outra coisa que aconteceu foi a tentativa do golpe do anel, a Grazi tinha me comentado isso antes da viagem e bem na hora que aconteceu isso me dei conta. Uma mulher tipo palestina jogou um anel no chão bem na hora que passei do lado e juntou e perguntou se não era meu e eu acabei virando as costas e indo embora mas ficamos observado elas pelo outro lado da rua e vimos que elas tentaram diversas vezes e ninguém acabou caindo. Quando chegamos na frente do Museu D’Orsey elas ficaram nos encarando do outro lado da rua e nós ficamos rindo delas do outro lado.

Hoje a entrada do Museu estava bem livre, conseguimos entrar na hora sem fila. Passeamos por todas galerias do museu, vimos quadros e esculturas de diversos artistas famosos. É lá que fica as obras de Van Gogh, Monet e outros e alguns deles eu já tinha visto numa exposição no Metropolitum em Nova York.

Saindo do museu e já com fome para variar resolvermos ir para o outro lado e conhecer o bairro Marais, na estação St. Paul. A dica foi da Karina para conhecer e provar a comida judia e foi isso que fizemos, paramos no primeiro restaurante judeu que vimos e pedimos 2 pratos bem tradicionais de lá. A comida é bem boa mas acabamos comendo demais e deu um sono incontrolável e como não queríamos ir para o hotel dormir resolvemos caminhar pelo bairro. Pelo que eu li era uma região de um publico mais alternativo mas eu achei bem normal até.

Como ainda era cedo, fomos até a estação Gare du Nord para passar na locadora de carros e ver se esta tudo ok com o nosso carro para o sábado, e estava. Saímos da estação e fomos num café bem na frente da estação. Pegamos uma mesinha na rua, com vista para o super movimento e pedimos um chá e um creme brûlée, não podia deixar de experimentar isso. Apesar do frio forte resolvemos voltar a pé para o hotel afinal, não sabemos quando faremos isso de novo aqui.. no caminho paramos no supermercado para comprar queijo e uma geléia de framboesa para a minha janta.

No hotel preparei as coisas para o passeio e amanha e a Grazi dormiu bem cedo.