Viagens

Fomos comemorar o aniversário da Grazi no lugar que ela mais gosta, na Pousada do Engenho. O dia estava lindo e com muito frio, desta vez fizemos uma massagem para casal e depois uma sauna.

Aproveitamos o resto do dia na cabana queimando muita lenha.

Don Guerino

Finalmente fomos visitar esta vinícola tão perto de casa. Na verdade queria ir para almoçar no restaurante mas acabamos ficando no deck e fazendo um lanche e bebendo os vinhos e espumantes. A Tati e o Campani junto com a Tais e o Nani também foram nos acompanhar.

Provamos as melhores espumantes e um dos melhores vinhos da vinícola, a tarde rendeu e saímos só de noite, estava muito bom.

Acordei cedo de novo, eram quase 9h. Tomamos cafe e arrumamos as coisas, peguei emprestado com a Amanda uma mala de mão para conseguir acomodar as tralhas toda.
Saímos se casa antes das 11h e fomos direto para a estação de Nelas, em seguida chegou o trem da Grazi, ela tem um longo caminho de comboio até Valenca, divisa com a Espanha.
Nos saímos para passear e conhecer a cidade, não achamos muitas coisas, é uma cidade bem pequena e pacata. Paramos numa pracinha pois a Mari queria brincar. Pouco antes do meu horário fomos comer algo.
O comboio chegou pontualmente as 13:44 e segui caminho para Lisboa. Leva mais de 3h pois vai parando em varias cidades, não tinha nenhum direto.
Cheguei e fui direto no meu hotel, tinha uma suspeita que a partir das 18h não tem mais o pessoal das malas, transferi algumas coisas da mala da Grazi que ficou, reorganizei as tralhas e fui pro mercado da Ribeira.
Foi meio cansativo essa ultima volta, a mala estava pesada e com duas bagagens de mão pra carregar mas foi por um bom motivo, fui encontrar o Danylo e a Georgia que vieram morar e trabalhar em Portugal. Comemos um hambúrguer com cerveja e conversamos até a hora de fechar.
Estava já na estação do metro quando lembrei que tinha esquecido de comprar os copinhos de lisboa. Sai caminhando com a malas e as outras tralhas pelas ruas próximas do mercado e quando quase desisti eu achei uma lojinha de souvenires, tinha pouquíssimas opções mas resolvi o problema.
Peguei o metro pro aeroporto, tive que fazer uma troca de linha no meio do caminho mas cheguei com folga. Passei rapidamente pelo raio x, caminhei pelos freeshops e fiquei na sala vip esperando. Mesmo sendo cedo, já não tinha praticamente nada para comer, e nem tinham mais reposição.
Não fiquei nem uma hora lá, tomei umas taças de vinho e comi um sanduíche e depois fui para a área do embarque. Passei pelo controle de passaporte e fui para a fila do embarque.
Fui um dos primeiros a embarcar, tinha dois homens sendo deportados no meu voo, fiquei curioso para saber o motivo.
7.4 km
11107 passos
4 andares
Acordei pouco antes das 9h, este quarto quase não tem barulho. Resolvemos antes de arrumar as coisas ir tomar café, a Grazi não queria sair da cama mas depois mudou de ideia e foi junto.
Foi bem difícil fechar as malas, temos coisas demais e pouco espaço, algumas coisas vou deixar para o Paulinho levar.
Pegamos todas as coisas que precisamos para visitar a Amanda e as coisas que a Grazi vai usar nos próximos dias e partimos para almoçar no mercado da Ribeira. Eu desci uma parada antes para deixar os vinhos no hotel do Adriano.
A Grazi almoçou o mesmo de ontem e eu pedi o Bife Português, que vinha com batata chips frita, é bom mas nada incrível. Tomamos uns drinks ainda antes de ir para a estação Oriente.
Chegamos em cima da hora, em seguida saiu o nosso comboio. Até a estação de Nelas, que fica perto da casa da Amanda levou pouco mais de 3h, parou em varias estações pelo caminho.
O Clair já estava nos esperando e nos levou pra casa, o caminho se assemelha muito ao douro, pequenos vilarejos, muita vegetação e árvores frutíferas. A Amanda mora num apartamento bem grande e confortável, apesar de estarem ali a pouco menos de 3 semanas, já estava tudo ajeitado.
Ficamos um tempo batendo bato e depois fui com o Clair no supermercado comprar algumas coisas para a janta, tem muita coisa diferente e boa por aqui, comprei um vinho, uma espumante e umas cervejas e para comer, uma carnes, cogumelos, chorizo e uma salada.
Jantamos pela cozinha mesmo, bebendo e conversando, estava muito bom. Estávamos bem cansados, em seguida tomei banho e fui dormir.
4.7 km
6828 passos
9 andares
Dormimos sem despertador mas acordei antes das 9h igual. Tomamos café na nossa padaria de sempre e fomos no supermercado continente para comprar o presente do vini e das crianças. Não sei como vamos levar isso para o Brasil, a embalagem é bem grande.
Depois de deixar as coisas no hotel, fomos almoçar no mercado da Ribeira, tem muitos pratos que queremos provar. Eu fui de bacalhau a gomes de sá e a Grazi comeu um atum com salada, tomamos espumantes e cerveja.
Saímos caminhando pela beira do mar em direção da praça do comércio e depois subimos a liberdade. Fomos conhecer o parque Eduardo VII que fica junto ao monumento Marquês do Pombal. Estavam preparando algum evento grande, então nossa foto ficou um pouco prejudicada.
Estava já no fim da tarde e fomos fazer um happy hour/janta no Sky Bar Seen, que fomos no primeiro dia e estava lotado. Estava muito bom, o clima agradável, uma musica boa, bastante gente. Fomos atendidos por um garçom brasileiro que veio de Rondônia a três anos e nos auxiliou a noite toda. Começamos por um taco com atum e saladas que estava muito bom, depois a Grazi pediu um hambúrguer de caranguejo e eu fui numa massa com queijo roquefort e trufas, tudo muito bom. Acompanhamos com duas garrafas de vinho do alentejo. A sobremesa foi um suflê de doce de leite com sorbet de goiaba.
Voltamos para o hotel caminhando, esta hora já estava um pouco mais fresquinho. Tivemos que trocar de quarto e este novo é muito melhor e espaçoso que o outro.
16 km
24.995 passos
27 andares
Acordamos cedo pois fizemos uma reserva de carro no aeroporto, tomamos o café rapidinho e fomos para o aeroporto. A fila das locadoras estava enorme mas conseguimos fazer tudo rapidinho.
Pegamos a saída da ponte vasco da gama, ponte com mais de 12 km de extensão e seguimos em direção a cidade de Évora, nossa primeira parada era na Herdade do Esporão, que fica uns 70 km de Évora, bem na divisa com a Espanha.
Como não tínhamos agendado, acabamos só fazendo as degustações de vinho e azeites por lá, que estava muito bom. Comemos uns queijos e salames e provamos 6 azeites diferentes, depois degustamos 4 vinhos da linha top. Compramos um azeite para levar.
Pegamos a estrada de volta para Évora e fomos direto para a Cartuxa. Conseguimos negociar uma visitação, só a degustação que fizemos separado. Nas vinícolas do alentejo é um pouco diferente do Douro mas o que influencia muito aqui é o terroir e o clima.
O prédio que visitamos não é mais utilizado para a produção de vinhos, ficou para visitação de turistas, a unica coisa que restou lá é o envelhecimento de alguns vinhos incluindo o pera manca. Na saída compramos alguns vinhos e fomos para o centro da cidade.
A Grazi queria visitar uma igreja que viu na internet, a cidade é bem diferente, tem uma parte que é murada. Paramos no centro e fomos na igreja São francisco e lá dentro tinha a capela dos ossos, era bem interessante, esta igreja é do século 17. No resto da igreja não tem muita coisa, tem um museu dos presépios e algumas obras de arte.
Andamos pela cidade murada para ir no nosso restaurante era bem no centro de Évora, ao lado tinha umas ruínas que era o templo romano, desde a idade média.
Chegamos cedo no restaurante da Cartuxa, como a cozinha não estava aberta, tomamos uns drinks no bar até chegar a hora. Como estávamos de carro, não podia beber muito.
Começamos com duas entradas, uma com camarões que tinha um molho excelente e uns cogumelos assados com queijo e nosso prato principal foi um prato típico de Évora, que era uma carne de porco com um purê de pão com aspargos e chorizo. A sobremesa íamos passar mas o garçom fez uma propaganda de uma que acabamos pedindo e no fim ainda repetimos.
Estava começando a escurecer e pegamos a estrada de volta para lisboa, estava bem vazio e apesar do carro 1.0 viemos a 160 km/h boa parte do caminho. Voltamos direto para o aeroporto, abastecemos num posto que tinha na esquina e entregamos o carro. Pegamos um metro para o hotel e desmaiamos.
6.5 km
9683 passos
14 andares
Estamos precisando dormir mais, hoje saímos da cama as 9h com sono. Tomamos nosso tradicional café da manhã na padaria portuguesa e depois fomos em direção da estação do Rossio, de lá pegamos nosso trem para Sintra.
Daqui até lá é pouco mais de 20 km e logo na saída da estação de comboio tinham muitas opções de transporte para as atrações, acabei escolhendo um que tivesse múltiplas paradas.
Nossa primeira para foi no Castelo dos Mouros, tinha uma expectativa de haver uma construção lá dentro mas só tinha os muros. Disseram que tem diferença entre castelo e palácio e lá era para defender a cidade, que ficava mais abaixo.
Depois de muito subir e descer, fomos até o Palácio da Penha, ficava próximo dos mouros e com mais um monte de subidas.
Passeamos por dentro do palácio, tinham coisas do século 17 e foi a moradia da família de reis de Portugal, incluindo o Dom Pedro e Dom Fernando. Como qualquer palácio, cheio de quartos e salas, a meu ver todos pequenos e interligados.
Tínhamos mais uma parada antes e duas opções de lugares, um era um lugar místico e o outro era a casa de um milionário inglês, acabamos ficando no primeiro.
Quinta da Regaleira é talvez o lugar mais bonito que fomos aqui em Portugal, é uma construção do século 18 num terreno enorme e com um monte de surpresas, uma muito legal é um poço com uma escada em caracol que interliga com uns túneis subterrâneos. Tinha também uma cachoeira, uma gruta e mais um monte de labirintos.
Tinha passeio para mais uma hora neste lugar mas precisávamos voltar para lisboa, tínhamos um happy hour e um jantar marcado para a noite. Pegamos nosso comboio de volta e na saída da estação fomos pelo lado errado, por conta disso tivemos que subir muitos degraus alem de varias ladeiras, chegamos 15 minutos atrasados.
Nosso happy junto com o Paulo e a Karina foi no Jncquoi, um bar dentro de um hotel boutique na Av. Liberdade, o lugar era bem descolado, com Dj e gente bonita (rica). Tomamos uns drinks, comemos uns petiscos e ficamos conversando até a hora do jantar.
Jantamos no famoso Solar dos Presuntos, restaurante tradicional português, com quatro andares e fila de espera de 15 dias. Chegamos primeiro e em seguida chegaram o Adriano e o Vasco.
Jantar estava excelente, eu e a Grazi comemos uma paella de frutos do mar e bebemos três garrafas de Scala Coeli, estava muito bom. A noite rolou até uma da manhã, voltamos a pé para o hotel.
12 km
18383 passos
79 andares
Grazi acordou melhor do enjoo mas com dor de barriga, acho que foi a janta de sábado. Mesmo assim saímos para passear.
Tomamos café na padaria portuguesa e depois saímos para conhecer duas lojas, o El Corte Inglês e a Toys r’ us. As duas eram pro mesmo lado, na primeira fomos caminhando, é uma mega loja com 10 andares e cada andar é de um segmento, fomos conhecer o andar dos brinquedos e o da gastronomia/bebidas, os preços aqui são mais caros que nas garrafeiras.
Pegamos um metro para o shopping continente, lá tinha a loja da Toys r’us. A loja não era muito grande e também não tinha o que estávamos procurando, queríamos coisas do PJ Masks.
Voltamos de metro e descemos no mercado da Ribeira, antigo mercado público, reformado e virou um centro gastronômico que além dos restaurantes normais, tinha 5 outros com chefes renomados de Portugal. Comemos por lá mesmo, a Grazi foi num atum selado com massa e eu num bacalhau ao Brás.
Continuamos nossa caminhada pela zona portuária, fomos caminhando pelas ruas do centro histórico, achamos sem querem um bar da Delirium e paramos para tomar umas pints. Neste momento, a duas quadras dali o Benfica estava recebendo a taça de campeão do campeonato nacional.
Seguimos o caminho, queria conhecer a garrafeira nacional, achei que seria algo muito grande, mas nem tem tanta coisa assim. Na volta tinham outras garrafeiras, algumas maiores que a nacional.
Vimos que estávamos relativamente perto do Castelo de São Jorge, aqui não tem nada plano, é tudo ladeira, pelo caminho achamos muitos lugares legais para tomar uns drinks, em alguns paramos e com isso perdemos o horário do castelo, fechava as 18h.
Nesta mudança de planos, fomos jantar num Rooftop que a Grazi tinha visto, ficava no hotel mundial. Pedimos uns presuntos ibéricos e vinho para acompanhar, ficamos até o pôr do sol. Depois desse, ainda tomamos um drink num outro Rooftop chamado de Topo.
12.8 km
20273 passos
26 andares
Colocamos para despertar as 8h mas só conseguimos levantar 8:45. Nos arrumamos e fomos tomar um café na Pastéis de Belém, lugar tradicional dos famosos pasteizinhos de Belém.
Tinha uma fila enorme mas depois descobri que era para take away, fomos até o salão e conseguimos uma mesa fácil. Pedimos uns pastéis de belém com cafe e uma torrada de massa folhada, estava tudo muito bom.
De lá caminhamos até a Torre de Belém, estava acontecendo uma corrida só para mulheres e estava muito lotado. Chegamos até a torre mas não arriscamos estrada pois tinha uma fila quilométrica, caminhamos pela volta do torre e outros monumentos que tinha por ali e depois seguimos para a estação de comboios.
Pegamos um comboio para Caiscais, lá o Paulinho estava nos esperando. Não deu para conhecer muito, fomos direto para a casa dele que fica num condomínio dentro do Hotel Ritz Carlton.
O condomínio é lindo, lembra o clima de gramado, lá tem dois campos de golfe, o hotel e 4 condomínios residenciais.
Fomos muito bem recebidos pela Karina e o Paulinho, ele preparou uma massa com frutos do mar que estava excelente. Acompanhamos com vinho e espumante.
Depois do almoço fomos conhecer o Cabo da Roca junto com eles, fica próximo aqui da casa deles mas é difícil ir sem carro. A Tati e o Campani vieram até aqui caminhando, a paisagem é muito bonita e tinha um monte de turistas.
Voltamos para Caiscais, a Grazi estava um pouco enjoada, acabamos não conhecendo o resto do centrinho, pegamos nosso comboio de volta para Lisboa.
Já estava escuro e fomos direto pro hotel, acabamos nem jantando, eu que fui dar uma caminhada na rua antes de dormir.
11.2 km
17479 passos
20 andares
Ultimas horas no Porto e acordei bem cedinho para fazer uma manobra e ficar todos os dias em Lisboa. Passei na estação de trem e comprei uma passagem para visitar a Amanda a partir de Lisboa e não mais do Porto. Cancelei o hotel do Porto e peguei mais diárias em Lisboa.
Fui no meu outro hotel pegar as coisas da Amanda e trazer pra cá para levar junto comigo, tinha deixado lá para não carregar muito peso. Apesar de perto, preferi pedir um uber e não passar muito trabalho.
Fechei a mala, fiquei com 28 kg mas como iria de trem o peso não era problema. Fizemos o check-out do hotel, o Joselito e o Linné sairão bem cedo pois o voo era de manhã, o Adriano, Vasco e o Rota vão para Dublim de tarde e eu e o Paulinho vamos para Lisboa.
O voo da Grazi chegou com atraso as 11:30, e eu chegaria perto das 16:30 lá. O trem não era muito rápido, andava perto de 200 km por hora e ainda para em algumas estações. Desci na estação Oriente e peguei um uber para o nosso hotel.
A Grazi estava me esperando tirando uma soneca, ficamos um pouco deitado e mais no final da tarde saímos para caminhar.
Fomos primeiro até o mar, tem uma praça grande e muita gente circulando. Caminhamos pelas ruas paralelas que são cheios de restaurantes e bares. Fomos caminhando até um Rooftop que a Grazi viu, o Insólito que fica pra cima do bairro Chiado. Subimos e tomamos um drink aproveitando a vista.
Na saída encontramos o Hard Rock Café, já comprei o meu copinho de lá. Seguimos caminhando até outro Rooftop mais pra cima, próximo da Marquês do Pombal, lá estava cheio de torcedores do Benfica, time que ganhou o campeonato aqui.
Este lugar estava lotado, só demos uma volta e como não tinha onde sentar, saímos e fomos atrás de um restaurante português para jantar.
Escolhemos aleatoriamente um e até que estava bem bom, pedi um bacalhau e a Grazi um polvo a lagareiro. Acompanhamos com um vinho tinto do alentejo e quando vimos era quase uma da manhã, aí fomos para o hotel dormir.
11.3 km
17174 passos
35 andares